CONTROLE DE ESTOQUE: SE BENEFICIE DELE E OTIMIZE RESULTADOS NA PEQUENA, MÉDIA OU GRANDE EMPRESA
Controle de estoque é gestão do seu dinheiro também já que, estoque parado é dinheiro sem movimento.
“Deu diferença entre o estoque físico e o virtual”, quem nunca sofreu com esse dilema antes?
Pois esse é um problema recorrente em empresas que não tem a rotina de manter o controle de estoque atualizado, não somente nas movimentações sistêmicas, mas também através de checagem dos itens armazenados.
Você já tem conhecimento dessa importância, mas ainda não tem argumentos suficientes para convencer internamente sobre a necessidade imediata de implantação de um controle de estoque automatizado?
Vou te ajudar. Vamos começar com algumas perguntas básicas a respeito do seu estoque. Quanto estoque sem movimentação a sua empresa possui? Qual a previsão de retorno do investimento? Sabe responder? Já é um bom argumento.
Veja abaixo mais alguns.
Argumentos para você convencer qualquer um sobre a importância do controle de estoque automatizado
Qualifica o giro de produtos
Ao realizar o controle de estoque, você passa a conhecer a o giro, ou seja, a rotatividade dos produtos a cada mês.
Dessa forma sua compra passa a ser mais assertiva, quando você compra menos os produtos que giram pouco e mais, porém dentro de um limite, para aqueles que giram muito.
Embasa a estimativa de venda
O Gestor Comercial, quando está embasado em dados, tem em mãos uma poderosa ferramenta para elaborar uma meta qualitativa para o time de acordo com o giro dos produtos.
Melhora seu tempo de resposta aos clientes
Uma vez que o vendedor consulta o estoque virtual, encontra o produto e tem a infeliz surpresa no momento do faturamento que o estoque físico é diferente, ele passa a desconfiar do estoque virtual e consultar o estoque físico a cada movimentação daquele item.
Isso, infelizmente gera demora na resposta ao cliente a perda de vendas, já que sabemos que em alguns mercados, se a resposta não é imediata a venda está perdida.
Os estoques de perecíveis deixam de se perder
Imagina você, gestor de operações de um estoque de um frigorífico sem controle de estoque eficiente.
É uma hipótese quase impossível de se imaginar, pois a falta de um controle de estoque efetivo de perecíveis leva a perda total do item, tornando a situação irreversível. Ou seja, é rasgar dinheiro literalmente.
Elimina de uma vez a prancheta no controle de estoque
Algumas empresas iniciam seu processo de controle de estoque através de pranchetas, mas não é o recomendado.
Além do tempo para realização da tarefa ser maior, existe a possibilidade de falha humana que pode acarretar em divergências entre o estoque físico e o virtual da mesma forma que a ausência de controle.
Logo, obtendo aprovação para implantação do seu projeto, já passe a pensar nos pilares: software, hardware, etiquetas e ribbons e serviços.
Como ganhar tempo e implantar o controle de estoque o quanto antes?
Tenha como parceira uma empresa especialista e com cases de sucesso implantado. Aqui na CABTEC, apoiamos diariamente empresas que precisam automatizar o controle de estoque.
Está no nosso DNA entender cenários, analisar hipóteses, realizar testes e entregar resultados.
Por sermos uma empresa agnóstica em relação às marcas, ofertamos aquelas que de fato se adequam ao seu cenário, sem vícios.
Entre em contato agora mesmo e descobriremos juntos uma melhor forma de apoiar o seu projeto de controle de estoque a sair do papel já!

- Published in Automação de Processos, Gestão de Inventário, Gestão de Operações, Identificação e Captura de Dados
CONTROLE DE PERDAS: POR QUE TREINAMENTO É FUNDAMENTAL
A implantação de um Núcleo de Prevenção e Controle de Perdas nas organizações, tem sido comum nos últimos tempos na busca pela redução de custos e proteção do patrimônio da organização, agindo diretamente no combate a desperdícios, fraudes e até furtos.
Aqui no blog temos outro artigo sobre a implantação da Prevenção e Controle de Perdas na prática e se você ainda não leu, sugiro que o faça antes de continuar nesse artigo.
Artigo: Prevenção e controle de perdas na prática para sua empresa
Leu? Então vamos continuar.
Aprofundando sobre a tríade: Pessoas, Processos e Tecnologia, hoje falaremos um pouco sobre o pilar Pessoas, que é peça fundamental no sucesso de qualquer implantação da Prevenção e Controle de Perdas.
“Quando os colaboradores enxergam as técnicas de Prevenção de Perdas por um âmbito cultural e não simplesmente processual, entendem com certeza o valor que agregam ao negócio” (Minuto Prevenção, @minutoprevencao, A Cultura de Prevenção de Perdas é algo que transforma o Profissional, Instagram, 03 de julho de 2020, https://www.instagram.com/p/CCLdCkKF1RW/?igshid=1kgzbxdjj7o2p)
Sendo assim, listaremos nesse artigo 05 motivos para você começar a investir imediatamente em treinamento para seu time e visualizar uma melhoria significativa na velocidade com que os resultados aparecem.
1. Aumento da produtividade
Os usuários que conseguem aliar capacitação técnica e prática na execução de suas atividades tendem a se sentir mais satisfeitos profissionalmente.
Logo, um profissional realizado gera mais resultados.
Por isso, invista em capacitação contínua dos seus usuários, dessa forma você garante a atualização constante do time, eliminando qualquer risco que um turn over possa trazer e se certifica que não estão sendo gerados novos “vícios de trabalho” pela falta de massificação da teoria.
2. Melhoria dos níveis de qualidade
Como disse anteriormente, a tríade pessoas, processos e tecnologia é essencial no momento de implantar a Prevenção e Controle de Perdas, por isso, Pessoas bem treinadas, executa bem os processos desenhados e alimenta corretamente o software implantado.
Assim, tenha em mente que esse elo é fundamental e, usuários capacitados aumentam o nível da qualidade na entrega de resultados, executando bem o que você planejou e entregando as informações que você precisa através do domínio da tecnologia.
3. Retenção de talentos
Colaborador que se sente capacitado e entregando resultados é mais feliz e assim ele não vai embora por qualquer proposta.
Sendo assim, não leve em consideração aqueles que afirmam que investir em treinamento só serve para entregar para o mercado profissionais capacitados, porque isso não é verdade.
Retenção de talentos não está relacionada apenas ao bom salário. Na verdade, salário não é só que você deposita na conta do colaborador todo mês, vai muito além.
E, por mais clichê que possa parecer, se sentir feliz e reconhecido é sim um fator fundamental para retenção de profissionais talentosos e que geram resultado.
4. Sentimento de pertencimento
Ao mesmo tempo que se sentir reconhecido gera felicidade, perceber que a empresa investe e se preocupa com o seu crescimento profissional, traz o sentimento de pertencimento, aumentando a vontade de devolver o resultado de toda aquela aposta.
Portanto, alimente esse sentimento no seu time, é preciso que eles entendam que, quanto mais perda, menos lucro e quanto menos dinheiro, menor a capacidade de todos crescerem juntos.
5. Melhoria do clima organizacional
Finalmente, uma empresa que possui um clima saudável e sem ruídos melhora a comunicação e integração entre os colaboradores.
Profissionais treinados e integrados, que sente o alinhamento de conhecimento dos processos e objetivos na empresa como um todo, além de se sentirem pertencentes, temos o aumento do engajamento e atingimento das metas estabelecidas para seu projeto de Prevenção e Controle de Perdas, tornando-o uma vantagem competitiva para o seu negócio.
A Tríade é importante e Pessoas fazem a engrenagem do Controle de Perdas girar!
Percebeu como é importante manter seus colaboradores treinados, motivados e engajados? Sem eles, a melhor tecnologia não irá funcionar e o mais redondo dos processos não sairá do papel.
Portanto, o convite aqui é que, ao pensar em Prevenção e Controle de Perdas, não deixe de fora o seu departamento de Recursos Humanos, que por aí também poderá ser Gestão de Pessoas, Desenvolvimento Organizacional, Gestão de Talentos, Capital Humano, Administração de Pessoal, Departamento de Pessoal, Relações Industriais, Setor de Gente…
O importante é ter quem cuida dos seus colaboradores pertencente ao seu Núcleo de Prevenção e Controle de Perdas com intuito de manter a tração engrenagem ativa e a tríade sempre em funcionamento.
E como a Cabtec pode ajudar a sua empresa a implantação do seu Projeto de Controle de Perdas?
Aqui na Cabtec nós prezamos pelo treinamento contínuo, em função da conhecida rotatividade de usuários em nossos clientes e também pela certeza que temos que, com treinamentos dos usuários criamos os nossos cases de sucesso que perduram por quinze, vinte anos.
Um dos serviços que prestamos em nosso GO – Garantia de Operação é o treinamento inicial dos usuários em toda solução que estamos entregando, seja na utilização do hardware, software ou utilização dos ribbons e etiquetas.
E além do treinamento inicial, nosso time ministra treinamentos periódicos alinhados com o Recursos Humanos dos nossos clientes para manter o conhecimento e a sua propagação.
Quer saber mais como podemos ajudar a sua empresa? Entre em contato!

- Published in Gestão de Inventário, Gestão de Operações
Sistema WMS: 5 fatores significativos na hora de escolher
Se você possui um estoque em sua empresa, certamente precisará de um Sistema WMS como aliado no controle e visibilidade de toda movimentação.
WMS, o que é?
O WMS é um sistema de baixa complexidade de implantação e utilização, garantindo total rastreabilidade das mercadorias em todas as suas movimentações, desde o recebimento até a expedição.
Dessa forma, o WMS garante que você tenha, em tempo real, o total controle de armazenagem e expedição de produtos nas suas mãos.
Portanto, nesse artigo, listamos 5 fatores estratégicos que você deve levar em consideração ao escolher seu Sistema WMS, com intuito de facilitar a sua adaptabilidade à nova forma de controle.
1 – Busque uma plataforma de fácil utilização
Primeiramente, vamos lembrar que seu time trabalhou por anos, até agora, com pranchetas e planilhas e Excel, alguns nem com isso.
O novo quase sempre assusta e gera desconforto em um primeiro momento, sendo que depois, se a experiência é boa, a adaptabilidade flui.
Assim, ao implantar um Sistema WMS, você precisa avaliar a maturidade técnica da sua equipe e se a plataforma que você está contratando é intuitiva o suficiente para garantir que seu time irá se adaptar com facilidade. Valide se ele está preparado para as integrações que você precisará
2 – Do mesmo modo que a plataforma deve ser intuitiva, ela deve mostrar todas as informações que seu time necessita em uma mesma tela.
Isso você garante com a integração entre sistemas. Afinal, você não vai querer que seu usuário busque entre vários sistemas, seja ERP e WMS uma informação que poderia estar unificada.
A propósito, diferenciei WMS do ERP nesse artigo e ficou bem esclarecedor.
Sendo assim, valide
todas as possibilidades de integração entre seus sistemas e o custo disso para
o seu projeto.
3 – Um bom sistema WMS tem que te apoiar na medição de indicadores
Frequentemente, acompanhamos profissionais que possuem um alto grau e qualidade de controle, entretanto não dão visibilidade ao trabalho para o time através de indicadores KPIs.
KPI é a sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou os famosos Indicadores-Chave de Desempenho.
Medir o que importa ao seu negócio é fundamental para nortear o time e dar visibilidade do seu trabalho como gestor.
Por isso, é fundamental que seu Sistema WMS tenha ferramentas de medição, controle e visibilidade do que está sendo controlado.
4 – Visibilidade online(na nuvem)
Este artigo está sendo escrito em 2020, ano em que vivemos a pandemia do Covid-19 e todos nós sabemos como foi assustador de um dia para o outro migrar todo trabalho presencial para o remoto e ainda entregar resultado.
Definitivamente, após essa experiência tornou-se fundamental que as ferramentas de trabalho sejam na nuvem, garantindo mobilidade e entrega de resultado remoto.
Esse movimento já estava acontecendo há anos, porém a partir de 2020 é obrigatório que seu Sistema WMS seja online e garanta visibilidade para a sua gestão de onde quer que esteja.
5 – Garanta que você tenha total suporte na implantação
Por último, pense na sua tranquilidade na implantação. Tenha um parceiro estratégico que entenda de fato a sua operação e o apoie na implantação do Sistema WMS.
Esse parceiro deverá ter em seu escopo de implantação e sustentação, treinamentos do time, redesenho de processos, se necessário e total transparência e cumprimento de prazo na execução das integrações e ativação do novo processo.
Você já conhece o Sistema WMS da Cabtec?
O WMS da Cabtec foi projetado para ser simples. Por isso, ele é online, de fácil implementação, integra com os mais robustos ERPs do mercado, é preparado tanto para o código de barras quanto RFID, tem uma interface amigável e responsiva além de possuir seu formato de cobrança por mensalidade, com planos mensais e anuais.
Então, se podemos simplificar, para quê complicar, não é mesmo?
Entre em contato agora com um de nossos especialistas e descubra agora o GTI Plug.
- Published in Gestão de Inventário, Gestão de Operações
Como fazer gestão de coletores de dados e impressoras térmicas em 7 passos
Você está planejando automatizar algum processo interno da sua empresa e surgiram muitas dúvidas sobre as melhores práticas de como fazer gestão de coletores de dados e impressoras térmicas.
Nós listamos aqui, 7 passos que acreditamos que você deve levar em consideração se tem um parque de coletores de dados e impressoras térmicas e quer ter bons resultados.
Vamos lá?
1º Esqueça os Ribbons de má qualidade
Certamente você já se assustou com a diferença de valores entre os Ribbons disponíveis no mercado e isso se dá pela qualidade de impressão que esses filmes oferecem para a sua operação.
Quanto menor a qualidade do Ribbon mais o seu usuário terá que aumentar a temperatura da cabeça de impressão para que a tinta saia na tonalidade ideal.
E isso é um perigo, levando em consideração que uma cabeça de impressão custa em média 70% do valor de uma impressora nova.
Ou seja, um barato que pode sair muito caro! Nós usamos em nossas impressoras térmicas os Ribbons da IImak e Inkanto.
2º Se a sua operação é 24h tenha baterias sobressalentes para os coletores de dados
Embora nós saibamos que você irá escolher um coletor de dados com uma capacidade de bateria proporcional ao tempo de trabalho da sua operação, aconselhamos que você tenha em turnos intercalados, baterias sobressalentes em carregamento.
Dessa forma, na virada do turno, os operadores que estão iniciando a sua rotina, não correrão o risco de terem o seu trabalho interrompido por falta de carga.
Uma opção a ser levada em consideração também é a inclusão de baterias estendidas, que possuem um tempo de uso superior às comuns.
3º Tenha um cronograma de manutenções preventivas
O resultado de uma ótima execução do cronograma de manutenções preventivas é a redução a quase zero da necessidade de manutenções corretivas em coletores de dados e impressoras térmicas.
Todavia, existem aqueles que acreditam que, se estão investindo em dispositivos robustos em sua operação, esses não precisam de preventiva pois “aguentam o tranco”. Não é bem assim.
Apesar dos coletores de dados e as impressoras térmicas serem equipamentos robustos, você deve lembrar que a sua operação também é “nervosa” e com o tempo os desgastes, acúmulo de resíduos e falta de calibragem são inevitáveis.
Sendo assim, não abra mão das preventivas e evite manutenções corretivas que podem gerar um custo inesperado para a sua gestão, caso não tenha um contrato de sustentação.
4º Use capas de couro ecológico
Do mesmo modo que você pode acreditar que, por serem robustos, os coletores de dados não precisam de preventivas (que não é uma verdade), isso pode lhe levar a crer também que eles não precisam de proteção.
Além de aumentar o IP (índice de proteção) dos coletores de dados, as capas ecológicas o protegem contra possíveis quedas e aumentam a sua durabilidade, pois o contato do usuário diretamente com a superfície do coletor de dados ficará protegida.
Opte pelo couro ecológico, pois além de ser mais atrativo financeiramente, é ecologicamente correto.
5º Fuja das manutenções avulsas
Inegavelmente quando você possui equipamentos novos em sua operação não tende a ser uma opção ter um contrato de manutenção para esses coletores de dados e impressoras térmicas.
Entretanto, no momento crítico da sua operação, quando existe um pico de produção e os dispositivos, por algum motivo, param é hora de você sofrer o famoso “trauma da manutenção avulsa”! Quem nunca? Esperamos que você nunca!
Se existem os contratos de sustentação, os atendimentos a esses chamados serão fatalmente prioritários e se você optou pelo atendimento avulso, se prepare, serão em média pelo menos 15 dias úteis para receber o orçamento dos serviços a serem prestados e depois uns 60 dias para realização dos serviços.
Além disso, para que sua operação não pare em função da espera pelo atendimento avulso, você deveria ter adquirido uma quantidade superior de coletores de dados e impressoras térmicas aos que estão em operação.
Portanto, sugerimos que você comece a avaliar possíveis parceiros de sustentação do seu parque, mesmo que novo, e saia da armadilha da manutenção avulsa.
6º Mantenha seus usuários treinados
Aqui na Cabtec, recebemos uma vez, um cliente em busca de ajuda, pois seus usuários, que trabalhavam em campo, quando queriam ir para casa em dias de chuva, colocavam os coletores de dados debaixo da goteira de água até deixarem de funcionar e alegavam que o mesmo não estava funcionando.
É de chorar, não é? Sabe qual foi a solução que demos para esse caso? Sim, treinamento, conscientização para incentivar o cuidado com o instrumento de trabalho dele.
Com toda certeza o exemplo acima é o extremo do mau uso, mas por falta de conhecimento, principalmente em relação ao uso das impressoras térmicas, já tivemos muitos chamados abertos em nossa plataforma online, que poderiam ser evitados com um simples treinamento.
Sendo assim, avalie seu turnover junto à Gestão de Gente da sua empresa e elabore um calendário de treinamentos anual para o seu time.
7º Tenha um bom parceiro de sustentação
Ao mesmo tempo que é importante você pensar em todos os pontos que listamos acima, você deve se lembrar que o core do seu negócio está longe de fazer a gestão de coletores de dados e impressoras térmicas, para isso existem as empresas especializadas nesse mercado.
Mas tenha muito critério ao escolher o parceiro, pois esse é um mercado extremamente específico e não é tão simples quanto parece. Busque referências na sua vertical de atuação, visite a operação do possível parceiro, peça a opinião de quem já tem relacionamento com ele.
Gostou das nossas dicas sobre como fazer gestão de coletores de dados e impressoras térmicas?
Aqui na CABTEC nós temos escopos de prestação de serviços de sustentação de coletores de dados e impressoras térmicas adequados à sua operação. São ao todo mais de 19.000 dispositivos sustentados no Brasil todo!
Através de um Diagnóstico, analisamos o seu cenário, entendemos os gaps e as reais necessidades, para ofertar um escopo de prestação de serviços que de fato funcione e deixe você livre para pensar apenas no seu core business.
Se você quer saber mais sobre como fazer gestão de coletores de dados e impressoras térmicas, fale com um dos nossos especialistas!

Problema de manutenção em coletores de dados e/ou impressoras térmicas na sua empresa: como nós resolvemos.
Você possui um problema de manutenção em coletores de dados e/ou impressoras térmicas na sua empresa e provavelmente já implantou a rastreabilidade e identificação de dados e já que se interessou por este artigo.
Bom, sejamos sinceros, não há uma fórmula mágica que resolverá todos os seus problemas.
Entretanto, com a experiência de cases de sucesso já implementados, listamos aqui um “caminho das pedras” que teremos que percorrer.
Afinal, como eu posso resolver meu problema com manutenção de coletores de dados e/ou impressoras térmicas?
1 – Entender o cenário de operação dos coletores de dados e/ou impressoras térmicas
O seu cenário é único e o que implantamos na empresa Y poderá ou não trazer resultados efetivos na sua empresa.
Por isso, é necessário que seja feito um estudo detalhado da sua operação, listamos alguns pontos aqui:
- Ambiente em que os equipamentos estão instalados,
- Turnos da sua jornada,
- Sua localização geográfica,
- O tempo de uso dos equipamentos em uso,
- O tamanho do parque,
- Etc.
2 – Estude sua operação para definir seu SLA
Será preciso entender, com você, qual o tempo de parada de um equipamento que a sua operação suporta.
Esse tempo se refere ao momento da quebra, até a solução do problema pela empresa parceira ou a substituição do equipamento por outro de backup para envio a laboratório para conserto.
Existem alguns casos que a operação é tão crítica, que não suporta nem uma hora de parada.
Nesses casos, vale a pena pensar em um percentual de backup local ou até em um técnico residente alocado pelo seu parceiro.
3 – Uma boa estratégia de Leva & Traz
Leva & traz é o termo que utilizamos para a retirada dos coletores de dados ou impressoras térmicas da sua operação para envio para conserto em laboratório.
Citamos no artigo anterior,A verdade que ninguém contou a você sobre gestão de coletores de dados e impressoras térmicas, que por mais que sejam considerados robustos, as peças e componentes e não armazenados com o devido cuidado, podem sofrer danos no trajeto.
Sendo assim, você precisará estabelecer com o seu parceiro de quem será a responsabilidade desse deslocamento.
Nossa dica aqui é que você busque ao máximo manter sob responsabilidade do seu parceiro o leva & traz, para garantir não ter problema de manutenção em coletores de dados e/ou impressoras térmicas na sua empresa.
4 – Periodicidade de preventivas
Quando você busca um coletor de dados ou uma impressora térmica, a primeira análise que faz é da sua robustez, como o índice de proteção do coletor de dados.
Mas não acredite que implantar esses equipamentos em sua operação e não cuidar deles ao longo do tempo será sadio.
É como a sua saúde: você provavelmente possui um plano de saúde para as emergências (e vai querer ser bem tratado nelas).
Porém, não é por isso que no dia a dia não cuidará de si, se alimentando bem, cuidando da higiene, praticando atividades físicas e etc.
Assim funcionará com os seus coletores de dados e impressoras térmicas, por mais que tenha um parceiro de sustentação, não significa que eles não precisem de preventiva periódicas.
A periodicidade das preventivas varia de acordo com o tipo de equipamento e o ambiente que ele está instalado, podendo ser mensal, trimestral, semestral ou até anual.
Tudo que falamos até agora faz sentido para você?
Quer saber mais?
A Cabtec possui um escopo de serviços criteriosamente priorizado considerando as principais demandas dos clientes que atendemos a nível nacional: o GO Essential.
O GO Essential é um pacote de serviços elaborado para garantir a operação e sustentação dos seus coletores de dados e impressoras térmicas já instalados, independentemente do tempo de uso.
Ficou interessado? Quer saber mais sobre nosso GO Essential?
Entre em contato e fale com um de nossos especialistas, estamos certos de que nosso expertise e cases de sucesso implantados poderão ser replicados em sua operação.

- Published in Gestão de Operações, Identificação e Captura de Dados
7 estratégias infalíveis para melhorar seus processos de controle, armazenagem e expedição de produtos
Aqui na Cabtec, entendemos que, quanto maior o volume de itens movimentados por uma indústria ou centro de distribuição, mais se espera que o Gerente de Logística assuma uma postura estratégica que repercuta em toda a sua operação.
Frente a isso, temos sido muito procurados por muitos Gerentes de Logística que buscam melhoria dos seus processos de controle, armazenagem e expedição de produtos.
Com uma boa gestão, esse profissional tem em suas mãos a capacidade de redução de custos, já que processos logísticos criteriosamente planejados, garantem que toda a organização se beneficie de seus resultados.
Pensando em você, Gerente de Logística, que está antenado e sabe da importância da sua área, listamos aqui sete valiosas estratégias que os nossos principais clientes estão adotando em seus armazéns:
1 – Mapeie e desenhe os processos de controle, armazenagem e expedição de produtos que são realizados
Antes de implementar qualquer mudança em um setor, é necessário que você domine os processos de controle, armazenagem e expedição de produtos. Afinal, como você poderá propor uma melhoria de algo que não possui 100% de conhecimento?
Além disso, os colaboradores devem ter completa ciência do propósito da área e da sua importância dentro do processo de controle, armazenagem e expedição de produtos. Os próprios usuários, quando engajados e cientes do seu papel, dirão para você os gaps e gargalos do setor.
De posse dessas informações, você terá como mensurar os custos, tempo despendido em cada tarefa e um mapeamento detalhado dos fluxos do setor para sua tomada de decisão.
2 – Automatize aqueles processos de controle, armazenagem e expedição de produtos, que considerar críticos
Algumas tarefas são tão manuais e rotineiras que não valem a pena serem realizadas por um funcionário.
Não pense que estamos propondo demissão em massa da sua mão de obra, pelo contrário, seus usuários terão mais possibilidade de serem qualificados para atividades mais nobres e que exigem análise e compreensão.
A automatização de processos de controle, armazenagem e expedição de produtos, gera redução de erros de processamentos de informações, agilidade no apontamento de dados e assertividade da captura desses dados.
Essa automatização pode ser feita com um coletor de dados integrado com um sistema de gestão de armazém, também conhecido como WMS (Warehouse Management System), falaremos mais sobre ele à frente.
3 – Faça benchmarking com quem já vê resultados
Uma tendência dos líderes é olhar para dentro da sua organização e, com base nas suas experiências positivas ou negativas, implementar novos processos.
Diferentemente disso, nossa proposição para você é que olhe para fora. Sim, muitos Gerentes de Logística já passaram pela mesma dor que você tem hoje e estão abertos a recebê-lo em suas organizações e colaborar com o seu projeto.
Em função disso, tente fazer dessa troca um hábito em seu dia a dia e veja a mudança fluir com mais agilidade e assertividade.
Para viabilizar, a principal dica é pedir ao seu parceiro de consultoria ou de software que faça a “ponte” entre você e o Gerente de Logística de um case de sucesso já implantado.
4 – Invista em um bom WMS
O software Warehouse Management System, também conhecido como WMS, tem como tradução Sistema de Gerenciamento de Armazém.
Esse software automatiza os processos de controle, armazenagem e expedição de produtos, e ter um desses é ponto chave para a implementação de uma boa estratégia logística, já que sem gestão a informação não flui.
Com um papel de destaque na gestão do armazém, WMS permite que o Gerente de Logística faça a gestão dos inúmeros processos dentro do supply chain.
Entre suas principais funções estão:
- Contribuir com a eficiência dos processos de picking e cross docking.
- Controlar as movimentações dentro do armazém: do recebimento à expedição.
- Melhorar o endereçamento de armazenagem dos produtos.
- Otimizar custos de armazenagem e mão de obra.
- Reduzir tempo de espera.
Geralmente, os WMS de mercado são um módulo dentro do ERP que a organização utiliza, o que torna o processo distante da realidade de implementação de muitos Gerentes de Logística.
Isso ocorre em função do alto custo de implementação, treinamentos, customizações e consultoria.
Infelizmente, esse é o principal desafio na melhoria dos processos de controle, armazenagem e expedição de produtos.
A Cabtec pode ser um elo entre a situação atual do seu armazém e o futuro que vem sendo planejado para a organização e otimização de seus processos desde o armazenamento até a expedição de seus produtos.
5 – Crie KPIs de controle
Processos bem implementados sem indicadores de performance não demonstram seus resultados, por mais que eles estejam acontecendo.
Por isso, é de fundamental importância que você alinhe indicadores de desempenho com o seu time que contribuam e estejam diretamente relacionados com a estratégia do setor e da organização.
Esses indicadores devem ser enxutos, assertivos e objetivos para que não hajam dúvidas e o foco seja compartilhado com toda organização.
6 – Crie relatórios que deem visibilidade dos processos de controle, armazenagem e expedição de produtos
Aprendemos que os Gerentes de Logística ocupam esse cargo de destaque em função da sua capacidade de gerir processos com excelência, liderar e engajar equipes e fazem isso com perfeição.
Porém, você vai concordar conosco, que Gerentes de Logística não são tão bons em Marketing. E, convenhamos, “propaganda é a alma do negócio”.
Em função disso, de que adianta você gerar resultados extraordinários se você não consegue demonstrar isso?
Os relatórios serão seus aliados nisso, invista neles e exija que seu WMS tenha relatórios personalizados de acordo com a sua organização.
7 – Tenha um parceiro estratégico
Parceiro é aquele que quer jogar um jogo justo, que realmente valha a pena para o seu negócio e para o dele.
Entretanto, o que temos vivenciado em clientes que buscam a implementação da automatização da gestão do seu armazém, são projetos idealizados há anos atrás, porém engavetados em função dos altos custos de implementação.
A Cabtec pode ser um elo entre a situação atual do seu armazém e o futuro que vem sendo planejado para a organização e otimização de seus processos desde o armazenamento até a expedição.
Diagnosticar sua área, seus processos, ouvir seus colaboradores, desenhar os fluxos operacionais garantirá a você, Gestor de Logística, maior autonomia sobre os dados produzidos por sua equipe e clareza para buscar as mudanças impostas pelo mercado.
Vamos conversar um pouco mais? Podemos te ajudar com a automação e rastreabilidade de dados da sua operação.

A verdade que ninguém contou a você sobre gestão de coletores de dados e impressoras térmicas
É quase impossível pensar em gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados sem lembrar das burocracias que os gestores de operações sofrem, não é mesmo?
Pensando nisso, nós da Cabtec, fizemos uma pesquisa com os principais gestores de operações que possuem a incumbência de realizar a gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados de grandes empresas no Brasil.
Listamos aqui os principais gaps citados por eles.
Afinal, quais são as principais dores ao se pensar em gestão de coletores de dados e gestão de impressoras térmicas?
1 – Imobilização dos hardwares
Quando as grandes indústrias optam por adquirir e apontar como ativo os coletores de dados e as impressoras térmicas não lembram que com o tempo esses equipamentos irão depreciar.
Primeiramente, você sabe que equipamento eletrônicos possuem um ciclo de vida curto no que se refere a atualização tecnológica.
Sendo assim, quando você imobiliza coletores de dados e impressoras de código de barras, você assume o risco do equipamento ficar obsoleto antes do ROI calculado para a aquisição.
2 – Custos com manutenção avulsa e envolvimento da área de compras
Fazer três orçamentos para qualquer aquisição é uma realidade em organizações que possuem uma área de controladoria.
Com razão, pois na maioria das vezes os orçamentos avulsos possuem discrepâncias consideráveis.
No entanto, quando se trata de manutenção de coletores de dados e impressoras térmicas, o prazo que você aguardará de retorno de orçamento não é condizente com a urgência de disponibilidade daquele item na sua operação.
Sendo assim, aguardar, sem o equipamento em operação, o prazo de compras para a realização da manutenção avulsa é algo quase impossível.
Tudo isso, fatalmente atrapalha o dia a dia da gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados.
3 – Manutenção preventiva avulsa cara e sem gestão de qualidade
Você sabe que a cabeça de impressão de uma impressora térmica custa algo em torno de 70% do valor de um equipamento novo.
Pensando nisso, deixar de realizar a manutenção preventiva no mínimo trimestral e pedir para pagar muito caro em uma manutenção corretiva avulsa, já que os custos das peças são individualizados.
Quando você pensar em assumir a gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados, não deixe de considerar com muita cautela a periodicidade das manutenções preventivas.
Além do planejamento das preventivas, escolha a dedo um parceiro capacitado e com processos padronizados.
4 – Deslocamento dos equipamentos para manutenção
Movimentar esse equipamentos não é uma tarefa tão fácil assim.
Por mais que sejam considerados robustos, as peças e componentes e não armazenados com o devido cuidado, podem sofrer danos no trajeto.
Danos esses que não foram calculados na sua previsão com custos de gestão, caso algo dê errado.
Por isso, pense em quem fará esse leva e traz dos seus equipamentos, isso não deveria ficar sob responsabilidade do seu time.
Além desses pontos, temos outras dicas para você que está à frente da gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados.
Quer saber mais?
A Cabtec possui um escopo de serviços criteriosamente priorizado considerando as principais demandas dos clientes que atendemos a nível nacional: o GO Essential.
O GO Essential é um pacote de serviços elaborado para garantir a operação e sustentação dos seus coletores de dados e impressoras térmicas já instalados, independente do tempo de uso.
Ficou interessado? Quer saber mais sobre nosso GO Essential?
Entre em contato e fale com um de nossos especialistas, estamos certos de que nosso expertise e cases de sucesso implantados poderão ser replicados em sua operação.

- Published in Automação de Processos, Gestão de Inventário, Gestão de Operações
Diferenças entre Business Process Outsourcing e Terceirização
Em meados da década de 1990, a indústria brasileira, em todos os segmentos, passou a aderir ao movimento de terceirização. Seja de mão de obra especializada ou de equipamentos, esse conceito se desenvolveu e hoje faz parte do dia a dia de praticamente todas as empresas, independentemente do seu tamanho. O que hoje pode ser considerado um caminho natural para muitos empresários passou por algumas mudanças importantes nos últimos anos, resultando no conceito de Business Process Outsourcing (BPO).
O BPO nasceu da necessidade cada vez mais latente por estratégias de negócio que se mostrem escaláveis, ou seja, capazes de alcançar resultados expressivos sem a necessidade de aumento proporcional de custos, em especial envolvendo mão de obra.
Diferenças entre Business Process Outsourcing e terceirização
Conceito
É importante entender que a terceirização conhecida no Brasil é muita utilizada para atividades-meio. Exemplos: serviços de portaria, limpeza, jardinagem e outras atividades que não precisam necessariamente ser gerenciadas de perto pela contratante, pois apenas servem de apoio para a operação principal da empresa.
Esta iniciativa é vista com bons olhos por empresários que estão focados em melhorar cada vez mais o seu core business, mas até então estavam ocupando parte do tempo com questões secundárias.
O Business Process Outsourcing também pode ser considerado um tipo de terceirização, mas se difere ao ter como base a atividade-fim, ou seja, ao aderir ao BPO, a empresa está dividindo sua estratégia com um terceiro, que, por sua vez, tem como responsabilidade analisar toda a estrutura organizacional e encontrar soluções para os objetivos em questão.
Pensamento estratégico
Outra diferença importante está na capacidade de uma empresa especializada em Business Process Outsourcing em analisar e indicar possíveis soluções para o ganho de capacidade de produção e entrega de serviços e produtos ao cliente. Isso acontece justamente pelo fato da empresa contratada tornar-se um braço de apoio, direcionando esforços em busca de resultados.
Para o contratante, a vantagem de manter um contrato de BPO está na manutenção no quadro atual de colaboradores, independentemente do aumento da produção; ter acesso a novos recursos humanos e tecnológicos; eliminar custos com recrutamento, seleção e gestão de recursos humanos; e obter melhor controle do cronograma de entregas.
Após uma análise prévia de todos os processos da empresa, dos procedimentos internos e da infraestrutura, a recomendação é que se inicie o desenvolvimento de uma nova estrutura organizacional, tendo como novidade a designação de serviços ao terceiro. Na prática, a empresa de BPO utilizará sua própria estrutura, equipamentos, know-how e mão de obra para operar o acordo.
Sem ociosidade
Trabalhar com Business Process Outsourcing significa também não se preocupar com colaboradores ociosos, fruto muitas vezes de um job description genérico que não se adequou ao novo modelo de condução da empresa. No BPO, a produção é 100% baseada em projetos.
Após a definição dos prazos entre as partes, basta aguardar a conclusão das etapas e aplicar as melhorias internamente. A tranquilidade está justamente no fato de que o serviço contratado será operado por equipes de profissionais qualificados, que são constantemente treinados e capazes de atender a demandas complexas em um espaço de tempo reduzido, se comparado aos funcionários diretos.
Compromisso com resultado
Talvez o item mais importante e que reforça a principal diferença entre Business Process Outsourcing e terceirização é o compromisso com os resultados. Enquanto a terceirização simples atua como parte de uma engrenagem, o BPO assume a responsabilidade pelos projetos e preocupa-se não apenas com a entrega, mas a perfeita execução do que se foi encomendado.
Este compartilhamento de risco engloba também processos e a forma como o mercado está recebendo, por exemplo, novas soluções tecnológicas. Ao assumir-se como parceiro de negócio, a empresa de outsourcing passa a dividir preocupações e vibrar com as vitórias.
Autoanálise é importante
Um bom parceiro de Business Process Outsourcing vai ajudar a sua empresa a fazer uma autoanálise, estabelecendo prioridades, elencando dificuldades e, o mais importante, definir quais são seus principais objetivos.
Ao realizar este verdadeiro raio-x, verifique também se a empresa está comprometida com resultados, possui cases de sucesso e uma boa carteira de clientes importante e, principalmente, que seja capaz de oferecer todos os serviços que você necessita.
Na Cabtec, quatro são as palavras de ordem quando o assunto é BPO: planejamento, implantação, sustentação e gestão. Fale com um de nossos consultores e descubra por que somos uma das melhores empresas do segmento.
- Published in Gestão de Inventário, Gestão de Operações
Outsourcing x Locação: Confira as Principais Diferenças
O post de hoje tem como proposta esclarecer alguns conceitos e apresentar de forma clara e objetiva as diferenças entre outsourcing x Locação de equipamentos.
Parece simples, mas ao se deparar com inúmeras soluções e modalidades de contratação, os gestores de TI infelizmente ainda cometem erros de percurso, prejudicando a evolução do setor e até da própria empresa.
Sendo assim, vamos esclarecer as dúvidas!
Conceito de locação e outsourcing
Antes de mais nada, vamos ao primeiro tópico: o conceito básico desses dois serviços.
O aluguel de equipamentos, como impressoras, é formatado como modelo de negócio baseado em cobrança por uso, ou seja, pelo tempo que o equipamento ficou à disposição.
Entretanto, trata-se de uma contratação simples e de pouca ou nenhuma análise da real necessidade de uma empresa. É uma modalidade utilizada geralmente por microempreendedores ou negócios que fazem uso da impressão de forma esporádica, sem um controle real da operação.
Em contrapartida, no caso do outsourcing, voltado a parques mais robustos, a atuação começa no planejamento e passa pela implementação e gestão desses equipamentos, melhorando os processos internos e garantindo uma operação controlada. Vale destacar também que esse tipo de fornecedor é caracterizado por oferecer um serviço completo, com um plano de contratação adaptado para o dia a dia do cliente.
Personalização no outsourcing é diferencial
Para você, gestor, que está sempre em busca de formas cada vez mais eficazes de reduzir gastos sem perder qualidade, fazer um estudo das necessidades da sua empresa é essencial.
Comece rastreando o número de impressões e cópias de cada setor, quais tipos de impressão são os mais utilizados e qualidade de impressão exigida pelos usuários. Com esses e outros dados do dia a dia, é possível determinar que tipo de equipamento melhor se adapta à empresa, qual o tempo médio de reposição de suprimentos e a vida útil do maquinário.
Ao cruzar as informações com os serviços oferecidos por uma empresa de outsourcing, fica fácil definir um modelo de contratação e quais itens são primordiais para manter o pleno funcionamento das atividades.
Controle de impressão reduz custos
Em um mundo cada vez mais digital, não se pode desconsiderar também a adaptação dos colaboradores a uma era mais ecológica, inteligente e responsável. Independentemente do modelo de terceirização escolhido (locação ou outsourcing), considere a implementação do gerenciamento de documentos. Hoje é possível contar com soluções que auxiliam no controle de impressão e, claro, na redução de custos.
É importante ressaltar que as determinações de limites de impressão por usuário ou setor devem ser previamente analisadas, tomando como base o histórico de uso e a finalidade das impressões. A proposta aqui não é impedir o trabalho, e sim reduzir desperdícios e gastos desnecessários. Fique atento!
Custo-benefício das modalidades
Vamos às contas. Ao alugar um equipamento, a grande vantagem está na certeza de que a sua empresa não terá de arcar com a desvalorização de um ativo. Em contrapartida, um aluguel simples exige esforços da equipe de TI para manter o equipamento em funcionamento, além da gestão de suprimentos.
No caso do outsourcing, há uma relação de parceria com o setor de tecnologia da empresa, proporcionando ações coordenadas e otimização do tempo com problemas técnicos e trocas. No quesito contabilidade, também há vantagens, já que a gestão de um contrato de outsourcing prevê apenas o custo predeterminado em contrato.
Contrate uma empresa especializada
A consultoria para projetos é fundamental para a criação de um contrato que facilite a operação da empresa. Isso quer dizer que o fornecedor deve se comprometer a entregar um serviço de qualidade, com preço competitivo, qualidade garantida e atendimento exemplar, em especial nos casos envolvendo assistência técnica.
Consulte as principais marcas do segmento e solicite orçamentos e visitas. A coleta de informações segue como item de maior atenção para a assertividade do serviço.
Faça questão também de procurar por fornecedores que tenham know-how no ramo e se apresentem por meio de cases e clientes sólidos. Tenha em mente que atuar de acordo com as melhores práticas do mercado não é mais um diferencial competitivo, e sim uma obrigação. Respeitar regras de compliance e ser flexível com as individualidades do cliente é primordial para esta parceria funcionar.
Na Cabtec, oferecemos uma gama de serviços de outsourcing para o seu negócio. Fale com um dos nossos consultores e bons negócios!
- Published in Gestão de Operações