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maio 26, 2026

Prevenção e controle de perdas na prática para sua empresa

terça-feira, 11 agosto 2020 by Abilio Ramos


Prevenção e controle de perda é um assunto que temos escutado muito e surge a impressão de ser mais um tema do momento, mas não é bem assim.

Mas afinal, você sabe o que é prevenção e controle de perdas ou só ouviu falar?

Bom, a prevenção e controle de perdas é uma técnica de gestão organizacional que envolve vários processos e ferramentas, com objetivo de prevenir, combater e eliminar perdas potenciais – como o próprio nome sugere -, além de ser uma ferramenta poderosa de proteção do patrimônio da organização, agindo diretamente no combate ao desperdício, às fraudes e furtos.

Bonito de se ler não é? Mas como colocar em prática?

Primeiramente, é interessante que você saiba o porquê da importância do controle e prevenção de perdas aí na sua gestão.

Com as técnicas de prevenção e controle de perdas, você age diretamente na causa do problema e não fica “enxugando gelo”, se preocupando com a consequência, que na maioria das vezes é a perda de lucro.

Você combate as falhas que ocasionam as perdas, e esse controle atua diretamente no desperdício, reduzindo gastos desnecessários e consequentemente trazendo seu lucro de volta.

Resumindo, é uma forma que você tem de manter o controle em suas mãos, melhorando a saúde financeira do seu negócio.

Neste artigo traremos dicas práticas que você pode aplicar já em sua organização e sentir os resultados rapidamente. Vamos lá?

01 – Se preocupe com a tríade: Pessoas, Processos e Tecnologia

Ao se pensar na implantação das técnicas de prevenção e controle de perdas, não tem como descartar a necessidade de revisão dos seus processos internos, treinamento e adesão do seu time e uma ótima ferramenta tecnológica para apoiar a gestão.

Não adianta comprar a mais alta tecnologia, se a tríade não estiver bem coesa. É fundamental que você adeque o uso da ferramenta aos processos estabelecidos e mais importante ainda é desenvolver esse trabalho de forma muito alinhada com as pessoas envolvidas.

02 – Pensando em processos

Implantação de um controle eficaz do seu estoque

Pare tudo se você está pensando em prevenção e controle de perdas, se faz o controle do seu estoque com prancheta e planilha de Excel. Esqueça isso.

A automatização dos processos internos do seu estoque gera visibilidade online do andamento do Recebimento, Armazenamento, Separação e Expedição, o que permite que você possa atuar imediatamente em gaps que surgirem.

Sendo assim, não siga em frente sem pesquisar mais profundamente sobre as melhores práticas para implantação de coletores de dados, impressoras de código de barras e etiquetas de código de barras. Mais para frente falaremos ainda sobre o WMS.

Criação e divulgação do processo/ política interna

Conforme falamos, tecnologia sem um processo bem definido e pessoas engajadas, é custo.

Sendo assim, entenda seus processos internos, envolva as pessoas que considera formadoras de opinião dentro do seu negócio e desenvolva um processo totalmente voltado para prevenção de controle de perdas, mas que esteja alinhado com a sua realidade.

Um fato que você deve ter em mente: processo descrito só para burocratizar o dia a dia do usuário, será burlado.

03 – Cuidando de pessoas

Criação de um núcleo focado em prevenção e controle de perdas

Toda empresa possui em cada setor um líder nato, formador de opinião e que influencia as pessoas ao seu redor. Traga esses influenciadores para perto.

Crie um núcleo de prevenção e controle de perdas e o mantenha na linha de frente na implantação da nova cultura.  Faça com que esse núcleo participe, desde a descrição do processo até a escolha do software e implantação das técnicas.

Implantação de indicadores de desempenho

Você quer que a sua cultura de prevenção e controle de perdas cresça dentro da sua empresa, e, para isso, é preciso avaliar constantemente o desempenho, saber se está alcançando as metas que foram traçadas no planejamento do projeto.

Esses indicadores o ajudarão a ter o máximo de visibilidade possível do andamento e resultado da prevenção e controle de perdas.

Assim, com esses indicadores você conseguirá melhorar ou modificar a estratégia de acordo com esses dados.

Treinamento e monitoramento contínuo do time

Comunicação é fundamental. Aposte no apoio do seu núcleo de prevenção e controle de perdas, para criar um cronograma de treinamento contínuo sobre o tema.

É preciso convencer a todo o time sobre o uso consciente dos recursos e como as perdas impactam os resultados do negócio de forma negativa.

Se a empresa cresce, eles crescem também. É importante que seus usuários se sintam pertencentes ao processo e também cuidem para que ele seja um sucesso crescente.

04 – Aposte em tecnologia

Como eu disse, não considere implantar um processo muito bem elaborado de prevenção e controle de perdas sem a automatização dos seus processos internos e, para isso, você precisará também de um bom WMS e um ERP.

Inclusive, escrevi esse artigo aqui que explica a diferença entre eles, vale a pena ler.

Resumindo, o ERP e o WMS se completam como ferramentas estratégicas de apoio na gestão do controle de armazenagem e expedição de produtos da sua empresa e saber como eles podem ser seus aliados no dia a dia é fundamental.

Ou seja, você pode e definitivamente é uma boa ideia colocá-los para trabalhar juntos: o seu ERP e o WMS. Use a tecnologia para entregar a assertividade e a resposta rápida que você precisa na prevenção e controle de perdas.

E como a Cabtec pode lhe ajudar nisso?

A Cabtec é uma empresa especialista em outsourcing de rastreabilidade, identificação de captura automática de dados.

Como poucas, é uma empresa que atua no processo de automatização por completo, desde no outsourcing de hardware, etiquetas de código de barras e ribbons  além de toda sustentação da operação dos clientes, atuando fortemente na entrega de resultados positivos que são facilmente medidos através dos indicadores que você implantou na prevenção e controle de perdas.

Além disso tudo, a Cabtec possui o GTI Plug, que é um WMS que foi projetado para ser simples. Por isso, ele é online, de fácil implementação, integra com os mais robustos ERPs do mercado.

Ele é preparado tanto para o código de barras quanto RFID, tem uma interface amigável e responsiva além de possuir seu formato de cobrança por mensalidade, com planos mensais e anuais.

Então, se podemos simplificar, para quê complicar, não é mesmo? 

Entre em contato agora com um de nossos especialistas e vamos conversar sobre seu projeto de prevenção e controle de perdas.

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CAPEX ou OPEX: qual a melhor modalidade para investir em coletores de dados e impressoras térmicas?

terça-feira, 02 junho 2020 by Abilio Ramos

CAPEX ou OPEX ? Aquisição ou Serviços? Qual estratégia adotar? Você é uma indústria, que já automatizou seu processo de identificação e rastreabilidade de dados ou está em fase de desenho de escopo do seu projeto e surgiu aquela dúvida?

Nesse sentido, escrevemos este artigo que detalha cada uma das modalidades de contratação e esclarece as principais dúvidas.

CAPEX E OPEX: Conceituando

A sigla CAPEX vem do inglês Capital Expenditure e significa Despesas de Capitais ou Investimentos em Bens de Capitais.

Portanto, o CAPEX envolve todos os custos relacionados à aquisição de equipamentos e instalações que visam a melhoria de um produto, serviço ou da empresa em si (pode ser desde uma impressora até melhorias em bens como o terreno da empresa, por exemplo).


Por outro lado, OPEX ou Operational Expenditure significa despesas operacionais.

Diferentemente do CAPEX, o OPEX relaciona todos os custos operacionais: manutenção, salários dos funcionários, contratação de serviços, despesas de consumo, etc.

Mas o que isso significa?

Primeiramente, vamos trazer os termos CAPEX e OPEX para a nossa realidade de implantação de coletores de dados e impressoras térmicas.

Na modalidade CAPEX você compra os equipamentos, ou seja, realiza o investimento inicial e pode optar pela contratação de um parceiro para realizar a sustentação ou assumir o risco de fazê-la através de orçamentos avulsos e pontuais.

Já na modalidade OPEX, você pode optar por três opções disponíveis no mercado:

  • Locação pura
  • Leasing operacional
  • Outsourcing

A diferença entre Locação, Leasing Operacional e Outsourcing

Na Locação pura e no Leasing operacional, você aluga ou contrata os coletores de dados e impressoras térmicas e assume a responsabilidade da sustentação, ou seja, toda a manutenção e gestão do parque ao longo do contrato é de sua responsabilidade.

Já no caso do Outsourcing, você contrata não apenas os coletores de dados e impressoras térmicas, mas também um pacote de serviços integrados e desenhados de acordo com a criticidade da sua operação: manutenção, gestão, atendimento em campo, leva e traz, disponibilidade, entre outros.      

A tecnologia mostra, a cada dia mais, uma grande velocidade das inovações e com elas a obsolescência/ descontinuidade desses equipamentos.


Além disso, observa-se que as indústrias, usuárias de AIDC (Coleta de Dados e Identificação), apresentam uma tendência a migrar gradativamente do CAPEX para o OPEX e focar no seu Core Business.

Ou seja, o OPEX proporciona atualização tecnológica e possibilidade de adaptação às nova
Nesse ínterim s descobertas.

Mas quais são as vantagens e desvantagens?

Nesse ínterim, diante de tudo que dissemos até agora, é importante você ter em mente que ambas as modalidades dizem respeito a despesas.

CAPEX está relacionado com Despesas de Capitais. OPEX com Despesas Operacionais. 

Dessa forma, em geral, CAPEX e OPEX complementam-se como forma de impulsionar o desempenho do seu negócio para manter ou melhorar os seus ativos.

Mas vamos falar primeiro das vantagens de cada um:

CAPEX OPEX
Investimento em Ativos Imobilizados.Aumento do valor de mercado da empresa. Aumento do fluxo de caixa dos ativos.Retorno a longo prazo.  Dedução na tributação do ano corrente.Facilidade de aprovação dos gastos.Maior flexibilização dos custos, sem a necessidade de descapitalização.Adaptação a mudanças do mercado.Maior previsibilidade.

E as desvantagens:

CAPEX OPEX
Depreciação dos bens adquiridos.Dificuldade na aprovação dos gastos.Altos custos a curto prazo.Maior inconstância.Encargos financeiros.Custo de oportunidade do capital investido. ROI de longo prazo.  São compreendidos como despesas, não investimentos.Possibilidades de altos custos a longo prazo. 

3 dicas antes da sua decisão

1) Calcule o Payback

Anteriormente, descrevemos as modalidades, comparamos na prática e contamos as vantagens e desvantagens.

Agora, você precisa saber que uma ferramenta que é essencial no seu momento de comparação é a planilha de payback.

Afinal, é de extrema relevância conhecer o tempo de retorno do seu investimento de cada uma das opções. Com essa informação em mãos, temos um bom caminho percorrido para a sua análise.

2) Conheça o custo de oportunidade

O custo de oportunidade é o valor do que você renuncia ao tomar uma decisão. Como diria o ditado: para cada escolha, uma renúncia. E essa é a base do conceito de custo de oportunidade.

Resumindo, você precisa entender, através de números, o benefício que você perdeu por conta de uma determinada decisão.

E aqui é importante dizer que, não existe certo ou errado, mas apenas o que você considerar melhor para o seu negócio: simples assim.

3) Compare banana com banana

E aqui a dica é você não tentar se iludir comparando cenários diferentes e tomar uma decisão errada por isso.

Sendo assim, compare cenários similares, simule custos ao longo dos anos, desgastes, tempo de parada da operação, tempo de espera para uma correção.

Todos esses acima, são pontos fundamentais para uma análise de cenários realista e não tendenciosa.

Enfim, CAPEX ou OPEX?

Finalizando, não existe receita de bolo pronta, cada caso é um caso, cada operação difere da outra com suas características peculiares.

Entretanto, temos um fato: escolher entre CAPEX e OPEX deve ser unicamente com intuito de geração de resultados concretos e com o menor risco possível para o seu negócio.

Aqui na CABTEC, desenvolvemos um Diagnóstico Online para que você tenha acesso a uma avaliação gratuita da sua gestão do parque de coletores de dados e impressoras térmicas.

Esse Diagnóstico Online é analisado por um especialista que fará uma apresentação online detalhada da sua percepção em relação a Situação atual, Disponibilidade, Gestão/ Visão Estratégica do parque de coletores de dados e impressoras térmicas.

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Gestão de Coletores de Dados e Impressoras Térmicas: análise do ROI

quarta-feira, 27 maio 2020 by Abilio Ramos

Um dos grandes desafios de um Gerente de TI é o cálculo do tempo necessário para que o dinheiro investido na aquisição e gestão de coletores de dados e impressoras térmicas retorne para sua empresa e seus impactos financeiros ao longo do tempo.

E essa necessidade de avaliação sempre vai surgir sobretudo quando houver demanda de aumento do parque de equipamentos ou a atualização tecnológica do mesmo.

Entenda o ROI

ROI do inglês return on investment (retorno sobre investimento) é uma medida muito utilizada para comparar a eficácia dos investimentos em aquisição e sustentação do parque de coletores de dados e impressoras térmicas.

Essa métrica de avaliação, todavia, pode medir retornos de projetos em qualquer fase e ser utilizada para avaliar o desempenho de um parceiro e outros indicadores relevantes.

A Fórmula do ROI

É possível calcular o ROI ao se dividir o retorno líquido de um investimento (receita) pelo custo do investimento, expressando isso como uma porcentagem. A saber, a fórmula ROI é:

ROI % = (Receita – custo de investimento) / custo de investimento x 100

Saber como calcular o ROI, antes de mais nada, tem como vantagem a capacidade de provar internamente (sejam para seus diretores técnicos ou gestores executivos) que optar por um determinado formato de investimento em coletores de dados e impressoras térmicas (CAPEX ou OPEX) pode realmente trazer benefícios para o seu negócio. Então, esteja preparado.

Dicas práticas para aplicar o cálculo do ROI

Você sabe a fórmula de como calcular o ROI, mas não tem ideia de como começar a colocar esses dados em prática. Confira, a seguir, alguns passos que podem orientar você nessa fase inicial:

1) Qual o número de chamados (que param a sua operação) você tem por ano?

Primeiramente, vou te dar um incentivo a mais para você buscar essa informação: antes de saber quantos chamados param a sua operação, procure saber quanto custa uma hora da sua operação parada em horário comercial.

Essa é uma métrica muito importante, pois parece simples consertar um coletor quebrado, mas calcular quanto custa sua operação parada e multiplicar pela quantidade de chamados que você tem por ano, dá uma visão ampla da necessidade de disponibilidade da sua operação e o quanto você pode chegar a gastar (ou não) com isso.

2) Qual o tempo médio para resolvê-los?

Igualmente, considere nessa conta o tempo entre o momento que o usuário acionou seu time a respeito de um equipamento danificado até esse voltar para a sua operação em pleno funcionamento.

Aqui, acima de tudo, estamos falando de equipamento parado, aguardando manutenção.

Entretanto, a ótica deve ser voltada para o custo do equipamento em desuso, diferentemente do prejuízo da operação parada que você calculou anteriormente.

Desafiante, não? Vamos lá, porque não acabou.

3) Qual o seu custo médio com gestão de coletores de dados e impressoras térmicas?

Assim sendo, pense na estrutura interna que você montou para gerenciar os chamados, acrescente nesse custo todo o tempo gasto desse time anualmente exclusivamente com a gestão interna dos coletores de dados e impressoras de código de barras.

Sabemos que seu time não é focado somente nesse tipo de gestão, por isso, o interessante aqui é você tentar extrair da lista de atividades diárias deles, aquelas que foram dedicadas a esse tema em específico.

Da mesma forma, inclua nessa investigação, o custo de todos os funcionários envolvidos na resolução de um problema:

  • O tempo de quem recebeu o problema e precisou interpretá-lo;
  • O tempo que o profissional de compras precisou fazer orçamentos avulsos;
  • O tempo de quem cuidou da expedição e recebimento do equipamento;
  • O custo daquele técnico que acompanhou junto ao parceiro o status do orçamento;
  • E não se esqueça do seu tempo para aprovar o orçamento ou não e acompanhar o retorno da sua operação estabilizada.

4) Quais os custos com outros recursos gastos com gestão de coletores de dados e impressoras térmicas nesse período?  

Cada operação tem a sua especificidade, sabemos. Então, agora você vai pensar no que a sua operação tem em especial, que deva ser incluído nesses custos.

E aí? Preparado para começar?

A partir do cálculo do ROI, baseado nessas métricas estratégicas, você poderá comparar, baseado em dados e não em achismos, se:

  • Deve optar pelo formato de Aquisição ou Outsoucing;
  • Se deve fazer a gestão própria ou buscar um parceiro estratégico de sustentação que cuide dos seus coletores de dados e impressoras térmicas.

Não existe uma resposta exata para essas questões, sua operação dirá. E por isso é tão importante colocar na ponta do lápis e avaliar a fundo como é o seu cenário.

Nós queremos ajudar a sua empresa a calcular o ROI da sua gestão de coletores de dados e impressoras térmicas.

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Controle do Armazém e Estoque: troque a prancheta por um WMS.

segunda-feira, 13 abril 2020 by Abilio Ramos

Você é o responsável pelo Controle do Armazém e Estoque da sua empresa e usa a prancheta para controlar e registrar tudo que entra, sai, e até mesmo no inventário.

Primeiramente, sabemos que fazer o controle de um armazém não é tarefa fácil e pensar na mudança quando se tem a sensação de que o time está ganhando é mais difícil ainda.

Mas também sabemos que o intuito de todo negócio é crescer e com o crescimento vem o aumento de demandas e controles.

Assim sendo, é importante que você esteja em busca do crescimento do seu negócio e melhor: preparado para ele.

Logo, listamos argumentos que certamente ajudarão você a defender a automatização do seu armazém dentro da sua empresa com a implantação de um Sistema WMS e Coletores de Dados.

Argumento 1 – Erros e demora na atualização do cadastro do controle do armazém e estoque

Errar é humano, já dizia tal pensador. Mas quando o erro é no controle do SEU armazém perde a graça.

Dessa forma, a partir do momento que o apontamento do controle do armazém e estoque, além das conferências, são realizadas manualmente, alguém terá que imputar esses dados em uma planilha e pronto!

Vem o errinho de digitação que costuma justificar toda falta de controle.

Esse é um argumento infalível para quem quer automatizar o controle do armazém e estoque: a leitura de código de barras não falha e é em tempo real.

Assim sendo, automatização do seu armazém com um bom Sistema WMS e coletores de dados, além de eliminar erro humano, permite que você compare o tempo de atualização de um cadastro manualmente com o tempo do controle automatizado.

Como resultado, temos uma atualização de cadastro sem intervenção humana e em tempo real. Precisa de argumentos mais fortes?

Ok, você venceu.

Argumento 2 – Informação atualizada onde quer que você esteja

Depois que o país passa por uma pandemia como o Covid-19, os gestores de armazém, em home office, valorizaram mais a importância de se ter dados sistêmicos atualizados online.

Dessa maneira, se o seu armazém ainda é atualizado com pranchetas e planilhas, esqueça, você precisará estar in loco para obter qualquer informação.

Ao passo que, um armazém automatizado, com um Sistema WMS na nuvem, entrega informações onde quer que você esteja, basta estar conectado à internet.

Sabe aquele relatório de inventário que exige que você fique até mais tarde na empresa, perdendo seu precioso tempo em família? Ele estará na palma da sua mão, quando precisar.

Em outras palavras, entenda que a implantação de um Sistema WMS aliado à automatização do armazém te trará informações quando precisar no celular, computador, notebook ou tablet.

Sinto que você está ficando interessado e quer mais argumentos…

Argumento 3 – Integração com outros sistemas da empresa

Em resumo, chega de ficar buscando informações em várias planilhas e sistemas para entregar a informação que você precisa.

Logo após a automatização do seu armazém, suas informações já estarão online e você ainda poderá integrar o Sistema WMS com o Software de Gestão que já possui internamente.

Dessa forma, além de online, sua informação será mais confiável e completa.

Ok, vamos para mais um argumento.

Argumento 4 – Compartilhamento de informação

Logo após afirmar que você minimiza o erro humano, agiliza a informação, acessa em tempo real e integra com outros sistemas, é válido acrescentar que você deixa de ser “refém” daquele operador que “sabe tudo” do estoque.

Por mais que saibamos que é legal ter funcionários de confiança e dedicados, é importante ressaltar que a informação é um dos ativos da sua empresa e compartilhar com quem é de interesse é fundamental.

Sendo assim, compartilhe, e permita que seu chefe acesse a informação em tempo real também e tenha certeza do quanto o armazém está bem controlado por você.

Argumento 5 – Use os dados a seu favor no controle do armazém e estoque

A gestão do armazém envolve gastos e custos diretamente, você sabe.

Só que, a partir do momento que você passa a analisar relatório gerados pelo seu sistema online, você passa a ter dados mensuráveis em mãos e deixa de usar a intuição para a tomada de decisão.

Dessa forma, a sua gestão se torna mais assertiva e direta, baseada em fatos o que gera mais resultados a curto e longo prazo.

Argumento 6 – Otimize sua equipe e seu tempo

Só para ilustrar, quando chega uma carga no seu armazém e você precisa fazer a conferência no recebimento, parar várias pessoaS do seu time para conferir e receber essa carga pode te custar caro.

Ou até mesmo durante uma expedição em que você precisa localizar um produto no seu estoque: Quantas pessoas você precisa envolver nisso? Fazer o inventário então?

Pois bem, com um sistema WMS você pode otimizar o seu time, ou seja, fazer mais com menos.

Assim, você precisará de poucas pessoas para realizar esses processos de conferência e movimentação de produtos, e poderá usar as outras pessoas do seu time para realizar tarefas mais nobres, como inventários rotativos, e organização e otimização do espaço além de ações mais estratégicas e menos operacionais.

Sem falar no tempo que você ganhará com isso…

Gostou dos argumentos?

Pois de posse desses poderosos argumentos para a automação do seu armazém, deixe nosso time de especialistas te apresentar o nosso GTI Plug: o WMS da Cabtec.

O GTI Plug é um sistema 100% online e preparado para integrar com os mais diversos sistemas de gestão.

Além disso, sua plataforma é responsiva e pode ser acessada em tempo real pelo computador, celular, tablet e notebook.

Os relatórios gerenciais do GTI Plug são configuráveis e ajustáveis à realidade do seu negócio e melhor: você mesmo pode fazer isso!

E aí gostou? Fale agora com um de nossos especialistas!

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Etiqueta adesiva de identificação de tubos: a escolha certa em 5 passos

sexta-feira, 03 abril 2020 by Abilio Ramos

Assertividade na escolha da etiqueta adesiva de identificação de tubos do seu laboratório é o que você precisa agora mais que nunca.

Pois bem, quando se trata da saúde de pacientes não há espaço para perda de dados com etiquetas adesivas que:

  • Soltam do tubo;
  • Rasgam;
  • Se apagam.

Portanto, ao escolher uma etiqueta adesiva para identificação de tubos, você deve pensar em 5 passos importantes:

  • Tipo de papel,
  • Cola ideal,
  • Comprimento do rolo,
  • Tamanho ideal da etiqueta
  • Ribbon certo para a aplicação.

Vamos lá?

1 – Qual o papel ideal para uma etiqueta adesiva de identificação de tubos?

Principalmente em tempos de pandemia é desejável que a coleta seja domiciliar, entretanto ela já é bem comum em diversos laboratórios de análises clínicas.

Principalmente, esse tipo de coleta, gera a necessidade de transporte do material coletado, geralmente em ambiente com temperaturas baixas e úmido.

Além disso, existem uma infinidade de laboratórios de análises clínicas que realizam a análise dos materiais coletados em Núcleo Técnico Operacional (NTO) de parceiros, geralmente localizados em outras cidades ou até Estados.

Além do mais, por legislação, este material tem que ficar armazenado em quarentena por alguns períodos mesmo após a emissão do laudo.

Mas e aí?

Principalmente pelo transporte e armazenagem desses tubos de coleta, é fundamental que pensemos em um material que não rasgue ou esfarele para que a etiqueta se mantenha intacta e você não perca seus dados.

Como resultado, sugerimos, para sua total segurança, o Bopp, que é um filme plástico resistente a água, resistente a rasgo e baixas temperaturas.

Afinal, falamos do papel, e a cola? Ela também é de fundamental importância, imagina uma etiqueta que solta do tubo? Nem pensar, não é?

2 – Qual a cola ideal para que minha etiqueta adesiva de identificação de tubos não solte?

Acima de tudo, quando se trata de material humano, é inaceitável o erro. Imagina você despachando um tubo de coleta em um isopor com gelo de um Estado a outro e ele chega no NTO com a etiqueta solta?

Ainda que você possa ou não ter a possibilidade de chamar novamente o paciente para a coleta, nesse momento a sua credibilidade foi a zero.

Além disso, existe o cenário onde não é possível essa nova coleta, por exemplo em casos de biópsia.

Em contrapartida, imagine que seu material é uma única pinta para biópsia?! Não, esqueça, seu laboratório definitivamente não pode perder a identificação do tubo de coleta.

Certamente, há controvérsias em relação ao resíduo deixado pela cola e a possibilidade de submissão a baixas temperaturas sem que haja o congelamento.

Assim, a cola a base acrílica é a ideal quando se busca por um material e não deixa resíduos ao ser removido. Nesse caso, é ideal para os laboratórios que esterilizam os tubos de coleta para reutilização.

Por outro lado, a cola a base acrílica não resiste a baixíssimas temperaturas pois ela congela e solta do tubo, nesse caso, a cola ideal será a base borracha.

Portanto, a cola ideal depende do seu cenário de aplicação. Detalhamos ou pouco mais sobre os tipos de materiais, nesse artigo.

Mas será que existe um comprimento ideal para essas etiquetas? Ideal eu não digo, mas há uma tendência no mercado…

3 – Então existe comprimento ideal para uma etiqueta adesiva de identificação de tubos?

Anteriormente, contamos para você a nossa sugestão de utilização com base na aplicação da etiqueta adesivas com suas consequências e benefícios.

Em contrapartida, quando se pensa no comprimento desse modelo de etiqueta adesiva, existe uma tendência que observamos no mercado que quero compartilhar com você.

Com toda a certeza, os laboratórios de análises clínicas, em sua grande maioria, utilizam impressora de mesa para impressão das etiquetas adesivas, que irão identificar os tubos de coleta.

Com efeito de exemplificação, na Zebra Techologies a impressora de mesa é o modelo ZD220 (antigas GC420/TLP2844) e na Honeywell é o modelo PC42, já da Argox é a OS214 plus.

Sendo assim, essas impressoras, possuem uma capacidade interna máxima de 55 metros no rolo de  etiquetas.

Dessa maneira, nossa sugestão de tamanho ideal para esse modelo de etiqueta adesiva são 51 metros, tendo o rolo 1.500 etiquetas.

De tal forma que, o tamanho do rolo de etiquetas não sobrecarrega a impressora de mesa e não compromete seu desempenho.

É provável que você esteja gostando das nossas dicas até agora. Vamos continuar?

Em seguida, vamos falar um pouquinho sobre o tamanho da etiqueta e aí entramos em uma prerrogativa em função do protagonista da coleta…

4 – Qual o tamanho ideal da etiqueta adesiva de identificação de tubos?

Em primeiro lugar, a resposta é: depende do tamanho do tubo de coleta que você utiliza.

Como resultado, aqui na Cabtec, as etiquetas adesivas para identificação de tubos são padronizadas no tamanho 50 x 30 x 01.

Assim sendo, 50 mm de largura, 30 mm de altura e uma carreira.

Da mesma forma como a etiqueta deverá ser de um tamanho ideal para ser colada no tubo, ela deve comportar todas as informações de códigos de barras que você deseja imprimir.

Desse modo, verifique o tamanho do seu tubo e peça uma amostra da etiqueta para homologação, antes de tomar uma decisão pelo tamanho.

Nesse caso, somente testando você terá certeza da decisão mais acertada!

Inegavelmente quem imprime quer Ribbon, correto? Nem sempre…

5 – Qual o ribbon devo usar para imprimir na minha etiqueta adesiva de identificação de tubos?

Ao passo que sugeri que você deve utilizar o Bopp para fabricação da sua etiqueta adesiva de identificação de tubos, eu posso afirmar que você precisará de um ribbon.

Mas, por outro lado, materiais térmicos não precisam de ribbon. (Sim, existem laboratórios que utilizam esse material, mas não recomendo).

Desde que o material que você esteja usando seja o Bopp, conforme minha sugestão, o ribbon misto é ideal porque resiste à abrasão e produtos químicos de contato ocasional, bem como ao sangue.

Não apenas ele é resistente a arranhões e manchas, como também produz códigos de barras e textos em configurações de baixa energia de impressão, diminuindo o desgaste do cabeçote da sua impressora de mesa.

Concluindo, não existe um ribbon ideal para tubo de coleta, o ribbon ideal depende do material da etiqueta adesiva.

E aí? Gostou das dicas?

Aqui na Cabtec somos especialistas na produção de etiquetas adesivas de identificação de tubos.

Nossa fábrica de etiquetas de código de barras produz mais de 20.000 rolos de etiquetas de tubos de coleta mensalmente e abastecemos a grande maioria dos laboratórios de análises clínicas do país.

Além disso, nosso material é homologado e certificado pelas maiores e mais reconhecidas instituições. 

Peça uma amostra!

Fale agora com um de nossos especialistas!

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O caminho perfeito para escolha das etiquetas de código de barras em 7 passos!

terça-feira, 03 dezembro 2019 by Abilio Ramos

Na hora de especificar as etiquetas de código de barras certas para a sua operação você fica cheio de dúvidas, não é mesmo?

Entendemos você, pois esse tipo de insumo requer atenção para alguns detalhes que podem ser cruciais na efetividade da aplicação, se não forem bem analisados.

Pensando nisso, desenhamos aqui o caminho que você deve percorrer para chegar no modelo de etiquetas de código de barras exato para a sua operação. 

Aqui estamos citando as etiquetas de código de barras mas esse guia servirá para você especificar etiqueta onde serão impressos códigos de barras ou não. 

Não necessariamente na ordem em que traçamos, mas passando por todos esses passos, certamente você estará munido de informações relevantes e fundamentais para fazer a escolha certa!

Bora lá, percorrer o caminho do sucesso das etiquetas de código de barras?

Step 01 – Qual a aplicação da sua etiqueta de código de barras?

Parece óbvio, mas não é: para cada tipo de aplicação teremos uma cola ou adesivo diferente a ser utilizados. 

Vamos pensar juntos, você vai utilizar sua etiqueta de código de barras colada em caixas de papelão? Pallets? Embalagem plástica? Diretamente colada em um produto metálico? Em um produto congelado?

Tudo isso indicará a você o tipo de cola (acrílica ou borracha) a ser utilizada. 

Mas qual a diferença entre a cola acrílica e a cola borracha?

Se a sua operação exige pouca aderência e um ambiente de seco a úmido, você deverá pensar na cola acrílica que poderá ter diferentes gramaturas para sua etiqueta de código de barras. 

Entretanto, se você precisa de etiquetas de código de barras com muita aderência e que serão aplicadas em um ambiente seco, a escolha certa, sem dúvidas, é a cola borracha.  

Step 02 – Que tipo de exposição as suas etiquetas de código de barras irão sofrer?

Continuando nosso pensamento em sua operação, onde as suas etiquetas de código de barras estarão expostas? 

Sol, chuva, ar condicionado, congelador, altas temperaturas, por exemplo, acima de 250º? (Sim, é possível). Respondeu a pergunta?

Agora, vamos as respostas.

Essas perguntas responderão que tipo de papel você irá utilizar na sua aplicação. 

E para isso, nós podemos pensar no papel auto adesivo, papel não adesivo, filme auto adesivo, no filme não adesivo e nos materiais sintéticos. 

Aqui no nosso site, descrevemos cada um desse tipo de papel, suas características e aplicações. Você certamente encontrará o seu. 

Step 03 – Essas etiquetas irão ser utilizadas em um ambiente seco ou molhado?

Eu já dei a dica lá no Step 01, que  para o ambiente seco a úmido, a cola é acrílica e já no ambiente extremamente seco, a cola é borracha. 

Agora, nós vamos juntar as informações de cola e papel. 

Ora, se o papel se desfaz, ele não deverá ser utilizado no ambiente molhado. E é sério isso, não adianta economizar aqui, pois não vai funcionar. 

Ele vai esfarelar, a informação vai se perder e o prejuízo que você vai ter não compensará a “economia” inicial. Vai por mim, um filme auto adesivo ou não adesivo é o material ideal para ambientes molhados.

Já se você utilizará em ambiente seco, escolha um papel auto adesivo ou não adesivo, com a gramatura ideal para a sua aplicação e não tem segredo.  

Pensando assim parece tão simples, não é mesmo? Mas acredite, você tem em mãos um material valioso que servirá de consulta para suas próximas compras de etiquetas de código de barras. 

Guarde isso a sete chaves!

Step 04 – Qual será o tamanho da sua etiqueta?

A dica aqui é pedir amostra. Se a etiqueta que você está especificando será produzida através do processo de flexografia, a fábrica que irá produzir deverá ter a faca exata que atende à sua operação. 

Aqui na Cabtec nós temos mais de 1.500 facas diferentes o que gera um volume de modelos diferentes de etiquetas muito alto, isso é bom.

Mas ainda assim existem casos em que o tamanho que o cliente precisa é muito específico e é preciso desenvolver/produzir uma faca nova. 

Sendo assim, peça uma amostra e homologue o tamanho da etiqueta que você irá utilizar na sua operação. 

Esse é um processo comum e fundamental para você adequar os dados variáveis que serão impressos ao modelo de etiqueta ideal. 

Dica extra: peça sempre um tamanho um pouco maior de etiqueta, caso você precise acrescentar informações a serem impressas nela no futuro!

Step 05 – Qual será o tamanho do tubete da sua etiqueta?

Anteriormente, falamos de cola, papel, aplicação, ambiente, tamanho da etiqueta de código de barras… Mas e o tubete?

Tubete é aquele suporte que mantém a etiqueta enrolada. Ele poderá ser de 1 polegada, 3 polegadas, meia polegada… 

Isso depende muito da impressora que você utilizará a etiqueta. Para impressoras de mesa, rolos de até 40 metros, o comum é usarmos tubete de 1 polegada.

Já nas impressoras industriais, com rolos acima de 40 metros, o tubete mais comumente usado é o de 3 polegadas. 

Por outro lado, já em etiquetadoras, a especificidade é muito grande e o tamanho do tubete dependerá de cada modelo de equipamento, para isso, peça amostras e teste antes de adquirir a etiqueta. 

Step 06 – Qual o sentido de saída do rolo de etiqueta de código de barras?

Embora pareça ter muitos detalhes a especificação de uma etiqueta nova, faz todo sentido quando você pensa em sua operação. 

Aqui, estamos falando do sentido em que os dados variáveis serão impressos em sua etiqueta e isso está relacionado com o software de impressão.

Ou seja, se sua etiqueta é personalizada você precisa se atentar à orientação da impressão para que a sua etiqueta de código de barras seja rebobinada no sentido correto a receber a impressão. 

Step 07 – Sua etiqueta será pré-impressa ou branca? 

Finalmente, o último passo do nosso caminho para o sucesso e esse é bem importante!

Se sua etiqueta possui a identidade da sua empresa, não hesite em pedir ao departamento de marketing aprovação para o layout e o manual da sua marca.

Nem sempre a cor que vemos no computador é a mesma da impressa em pantone, temos grandes variações nesses tons. 

Para isso, nesse manual, temos todas as definições de pantones, regras para aplicação da sua marca e tudo que se refere a sua identidade.

Gostou do nosso caminho? Ficou expert em etiquetas de código de barras? Esperamos que sim!

Mas você ainda precisa de ajuda para especificar sua etiqueta nova?

Nossa equipe de especialistas está 100% preparada e pronta para atender você!

etiquetasdecodigodebarras ribbons tags flexografia
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Ribbon de boa qualidade: 10 testes para você descobrir se está usando

quinta-feira, 28 novembro 2019 by Abilio Ramos

Você sabia que a utilização de um ribbon de boa qualidade interfere diretamente na vida útil da sua cabeça de impressão e ao longo do tempo, na disponibildiade da sua impressora térmica?

Pensando nisso, listamos aqui 10 dicas para você descobrir se está usando um ribbon de boa qualidade e se ele está com o seu desempenho máximo. 

Sugerimos que você gere etiquetas para serem comparadas e teste mais de um modelo de ribbon para que tenha parâmetros. 

Além disso, brinque com as diversas possibilidades de configurações da sua impressora, até encontrar aquela que mais se adapta à sua operação. Vamos lá?

Teste 01 – Imprima códigos de barras na horizontal e vertical

Primeiramente, gere um modelo de etiqueta que contenha códigos de barras em diversos ângulos.

Além disso, observe que o código que for impresso no sentido da impressora terá maior qualidade do que o da transversal e o modelo da sua impressora impacta diretamente nesse resultado. 

Teste 02 – Teste de abrasão para verificar a durabilidade da impressão

Embora você já saiba que cada ribbon possui  suas características de durabilidade e resistência, é importante frizar que o resultado desse teste pode ser diferente de acordo com cada tipo de ribbon.

Com a finalidade de validar se o ribbon não vai soltar a tinta facilmente (mesmo que você utilize o ribbon de cera), vamos começar esfregando um tecido seco sobre a etiqueta.

Entretanto, se sua impressão é feita em ribbon de resina, troque o tecido por uma lixa dágua para obter melhores resultados. 

Teste 03  – Imprima diferentes tipos de linhas em sentidos diversos

Da mesma forma, será que a nitidez da sua impressão é constante? Será que sua cabeça de impressão está alinhada? É isso que iremos testar agora. 

Dessa maneira, vamos descobrir isso imprimindo linhas no sentido da impressão afim de verificar a constância da sua qualidade de impressão.

Por outro lado, as linhas na vertical validam o alinhamento da cabeça de impressão e a qualidade do ribbon que você está usando. 

Teste 04 – Imprima textos em diferentes tamanhos

Agora vamos testar a legibilidade e a qualidade do acabamento de impressão.

Para isso, gere um modelo de etiqueta com diferentes tamanhos de fontes e observe como ficou a impressão. 

Teste 05 – Teste do calor

Considerando que cada ribbon tem uma temperatura máxima de impressão, você pode testar a resistência ao calor das etiquetas em um forno doméstico, desde que tenha um termômetro culinário.

Nunca ultrapasse o limite de resistência do próprio material da etiqueta.

Gostou dos testes até agora? Conseguiu fazer todos? Então vamos para os próximos.

Teste 06 – Imprima áreas com o preto chapado

Crie um layout de impressão que tenha uma caixa preta e o texto em branco dentro dela. 

Com isso, você irá verificar se as faixas de impressão estão perfeitas. Se estiverem com manchas ou falhas algo está errado. 

Teste 07 – O famoso teste do entintamento para saber se está usando ribbon de boa qualidade

Nós fazemos o teste do entintamento quando estamos com dúvidas se o ribbon é interno ou externo. 

O que você não sabe é que ele pode ser usado também para testar a qualidade da impressão. 

Para isso, basta colar uma fita adesiva sobre a etiqueta e remover. Você perceberá que os ribbons mais resistentes não irão soltar tinta.

Teste 08 – Teste de umidade

Passe um pano levemente úmido suavemente sobre a impressão. Logo após isso, utilize uma bucha molhada para esfregar o lado amarelo dela e verificar se as impressão realizada com aquele ribbon se modifica.

Teste 09 – Imprima algumas imagens 

Selecione alguns logos e símbolos e imprima. Dessa forma, iremos validar a qualidade de impressão do seu ribbon.

Teste 10 – Lave, lave, lave

Se você utiliza ribbon de super resina, aqueles que são resistentes a produtos químicos, o teste deve ser feito na indústria, garantindo que a impressão resiste aos solventes utilizados na operação.

Já se você utiliza ribbons têxteis, o teste deve ser feito através da realização de um ciclo de lavagem na máquina de lavar nas etiquetas de composição. 

Nem sempre você precisará realizar todos os testes acima, listamos todos para que nosso conteúdo fique completo. 

Se quiser saber um pouco mais sobre os tipos de ribbons, suas características e aplicações, consulte o nosso site, disponibilizamos informações completas para você!

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Qual é a diferença entre ERP e WMS no controle de armazenagem e expedição de produtos?

segunda-feira, 09 setembro 2019 by Abilio Ramos

Você sabe a diferença entre ERP e WMS no controle de armazenagem e expedição de produtos, ou também se vê totalmente perdido em meio a uma sopa de letrinhas?

A fim de solucionar a sua dúvida e a de muitos clientes nossos, neste artigo tentaremos detalhar para você a diferença entre esses dois softwares de gestão.

A princípio, lhe explicaremos como eles poderão se transformar em uma poderosa ferramenta de controle de armazenagem e expedição de produtos na sua empresa.

Como eu trabalhei sem eles até hoje?

Certamente, se você faz parte da geração X, sabe que em um tempo não muito distante, processos, hoje considerados extremante complexos, eram conduzidos em sua totalidade com a utilização de pranchetas e extensas tabelas preenchidas e analisadas à mão.

Ao passo que hoje, se você cogita gerir o controle de armazenagem e expedição de produtos dessa forma, além de tornar o trabalho extremamente moroso, as probabilidades de erro humano no apontamento não lhe deixariam dormir.

Para isso, o ERP e o WMS se completam como ferramentas estratégicas de apoio na gestão do controle de armazenagem e expedição de produtos da sua empresa e saber como eles podem ser seus aliados no dia a dia é fundamental.

Mas afinal, o que é o ERP?

Embora o ERP e o WMS sejam ferramentas distintas, podemos afirmar que elas são complementares e cada uma tem seu protagonismo no seu controle de armazenagem e expedição de produtos.

ERP (Enterprise Resource Planning), traduzido para o português como Sistema de Gestão Empresarial, é uma ferramenta mais ampla e global e tem como objetivo apoiar a sua empresa a automatizar e gerir seus diversos processos, seja financeiro, comercial, operação, expedição, entre outros.

Uma vez implementado, o ERP se torna uma espécie de “coluna vertebral” da sua empresa, conectando os seus diversos fluxos e processos em um único sistema.

Sendo assim, se você busca um crescimento sustentado e sustentável, avaliar uma implementação bem-feita de um ERP é fundamental.

E uma dica: o quanto antes sua implantação for feita, no que se refere ao tamanho da sua organização, mais fácil assertiva ela será.

E o famoso WMS, o que é?

Diferentemente do ERP, o WMS (Warehouse Management System) ou Sistema de Gerenciamento de Armazém é focado especificamente no controle de armazenagem e expedição de produtos da sua empresa.

Embora atue com foco no controle de armazenagem e expedição de produtos, uma vez implementado, os resultados obtidos com essa gestão certamente serão sentidos nos outros setores e processos da sua empresa.

O WMS é um sistema de baixa complexidade de implantação e utilização, garantindo total rastreabilidade das mercadorias em todas as suas movimentações, desde o recebimento até a expedição.

Desta forma, o WMS garante que você tenha, em tempo real, o total controle de armazenagem e expedição de produtos nas suas mãos.

Quais os benefícios da implementação de um WMS?

Com um papel de destaque na gestão do armazém, WMS permite que o Gerente de Logística faça a gestão dos inúmeros processos dentro do supply chain.

Entre seus principais benefícios, estão:

  • Contribuir
    com a eficiência dos processos de picking e cross docking.
  • Controlar
    as movimentações dentro do armazém: do recebimento à expedição.
  • Melhorar
    o endereçamento de armazenagem dos produtos.
  • Reduzir
    custos de armazenagem e mão de obra.
  • Reduzir
    tempo de espera.

Esse software automatiza os processos de controle, armazenagem e expedição de produtos, e ter um desses é ponto chave para a implementação de uma boa estratégia logística, já que sem gestão a informação não flui.

Como o ERP e o WMS podem trabalhar juntos?

Conforme dito, se tratam de duas ferramentas complementares, embora alguns ERPs possuam o seu módulo de WMS, que em sua maioria não é implementado em função dos altos custos de customização e treinamento.

Diferentemente dos WMS de mercado, que são um módulo do armazém dentro do ERP, a Cabtec possui o GTI Plug, uma plataforma 100% online que integra com a grande maioria dos ERPs e possui um sistema de cobrança simplificado através de assinatura mensal.

Saiba mais sobre ele aqui.

Ou seja, você pode e definitivamente é uma boa ideia colocá-los para trabalhar juntos: o seu ERP e o GTI Plug.

Imagine que na sua empresa você possui um ERP implementado e receba através do módulo Faturamento os pedidos colocados pelo time Comercial.

Dessa forma, existindo um ERP e um WMS trabalhando de forma complementar, esse pedido e a ordem de produção serão diretamente encaminhados para o seu armazém, garantindo rastreabilidade e agilidade no processo de separação ou produção.

É a tecnologia trabalhando para entregar a assertividade e a resposta rápida que você precisa.

Sendo assim, você tem muitos motivos para pensar já em uma integração entre o seu ERP e um WMS com intuito de entregar vantagens competitivas para sua empresa.

A Cabtec pode lhe ajudar nisso?

O WMS da Cabtec foi projetado para ser simples. Por isso, ele é online, de fácil implementação, integra com os mais robustos ERPs do mercado, é preparado tanto para o código de barras quanto RFID, tem uma interface amigável e responsiva além de possuir seu formato de cobrança por mensalidade, com planos mensais e anuais.

Então, se podemos simplificar, para
quê complicar, não é mesmo? Entre em
contato
 agora com um de nossos especialistas e descubra agora
o GTI Plug.

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7 cuidados ao escolher um parceiro na gestão de coletores de dados e impressoras térmicas.

sábado, 31 agosto 2019 by Abilio Ramos

Se você está em busca de um parceiro na gestão de coletores de dados e impressoras de térmicas de uma grande indústria, por ser gestor de operações, logística ou tecnologia, e sabe o quanto essa decisão é importante, já que, se algo der errado, é a sua operação que poderá ser prejudicada.

Ou seja, escolher um parceiro de serviço de sustentação dos seus equipamentos pode parecer trivial, mas é de extrema relevância para a estratégia da sua gestão e operação.

Em função disso, listamos aqui 07 cuidados importantes que você deve levar em consideração no momento de avaliação do seu parceiro de gestão de coletores de dados e impressoras térmicas. Vamos lá?

Primeiro cuidado: mais que fornecedor, ele tem que ser seu parceiro estratégico

Observe se a empresa que você está avaliando quer apenas vender novos equipamentos para você, considerando contratos pré-estabelecidos de mercado ou busca entender a realidade da sua operação e ofertar uma solução que de fato resolva o que você precisa: a gestão de coletores de dados e impressoras térmicas da sua empresa.

O que isso quer dizer? A empresa deve estar atenta a sustentar a sua operação dentro da realidade de budget que você possui, mesmo que isso signifique manter o parque atual, sem novas inclusões imediatas.

Além disso, havendo a necessidade de busca de alternativas e desenho de cenários e escopos que sejam específicos e personalizados para sua organização, isso não deve ser um empecilho para dar continuidade ao negócio.

Segundo cuidado: ele compartilha riscos com você

Além de parceiro estratégico, ele acredita na sua operação e compartilha riscos com você.

Ou seja, se algo der errado, ele assume a responsabilidade de penalização. Para isso, proponha a definição de SLAs (Service Level Agreement), que significa “Acordo de Nível de Serviço”.

Os SLAs medem o nível de serviço que está sendo prestado pelo seu parceiro que propõe que, se ele não for seguido, multas sejam executadas.

Se seu parceiro de serviços não está disposto a definir SLAs específicos para a sua operação, desconfie da sua capacidade de entrega do que está sendo oferecido.

Terceiro cuidado: ele possui cases de sucesso implantados

Anteriormente, falamos que você precisa de um parceiro estratégico, que assume riscos com você e um fator muito importante aqui é, você deve agir igual “São Tomé”, tem que ver para crer.

Certamente, se você é pai ou mãe, já passou ou deverá passar pela árdua indecisão de escolher a escolinha do seu bebê. Dá uma insegurança, não é? Você quer ir lá, conversar com os professores, avaliar a higiene do local, pedir indicações…

Analogamente, sugiro que você faça o mesmo com seu parceiro na gestão de coletores de dados e impressoras térmicas, vá onde ele já faz o que está propondo a você pessoalmente.

Converse com o cliente dele, entenda os pormenores da sua proposta, o dia a dia da operação e tire todas as suas dúvidas. Aproveite para fazer benchmarking, falamos sobre isso nesse artigo.

Quarto cuidado: avalie a capilaridade de atendimento do seu parceiro de gestão de coletores de dados e impressoras térmicas

Com a finalidade de entender a capacidade de atendimento do seu parceiro de gestão de coletores de dados e impressoras térmicas, conheça a sua capilaridade de atendimento.

Existe uma grande diferença entre fazer uma gestão regional ou local e uma gestão nacional ou até em outros países.

Se a sua operação é nacional, o seu parceiro deverá atender você localmente, afinal, você busca pela garantia da sua operação.

Assim sendo, se o parceiro que você está avaliando não possui abrangência de atendimento nacional ou através de parceiros certificados, não caia nessa armadilha. Algo certamente dará errado.

Quinto cuidado: conheça pessoalmente a estrutura de atendimento do seu parceiro de gestão de coletores de dados e impressoras térmicas

Surpreendentemente, de uns anos para cá, pipocaram no mercado empresas que se auto intitulam fornecedoras de outsourcing e sustentação de coletores de dados e impressoras térmicas.

Eu digo surpreendentemente, pois não é do dia da noite que uma empresa adquire know-how e estrutura para sustentar operações críticas e nada homogêneas.

Como resultado, temos vários no mercado vendendo contratos padronizados de fabricantes e dizendo que se trata de sustentação da sua operação, não se engane.

Em primeiro lugar, para realizar a gestão dos seus coletores de dados e impressoras térmicas, mais do que entregar manutenção corretiva desses equipamentos, ele deverá entregar comodidade.

Fique atento a algumas perguntas a serem feitas:

  • O atendimento será local nas dependências da sua empresa?
  • Você terá uma plataforma de atendimento própria do parceiro, onde mais que abrir chamados técnicos, você faz gestão dos coletores de dados e impressoras térmicas?
  • Ele oferta níveis de suporte com o propósito de acelerar o atendimento?
  • Você possuirá equipamentos de backup para garantir que sua operação não pare?
  • Ele assumirá e realizará todo o leva e traz dos seus equipamentos?
  • Ele possui estrutura de Customer Service para realizar uma gestão próxima do seu contrato afim de garantir de todas as tratativas sejam executadas?

Ou seja, foque nessa palavra: comodidade. Se algo na oferta lhe parecer padronizado demais e pouco prático, ligue o alerta.

Sexto cuidado: qual é o portfólio desse parceiro de gestão de coletores de dados e impressoras térmicas ?

Eventualmente, você se pega com uma lista de diversos fornecedores, cada um com seu portfólio, porém todos relacionados à gestão dos seus coletores de dados e impressoras térmicas, não é mesmo?

Estamos falando aqui da manutenção dos coletores de dados e impressoras térmicas, fabricante de etiquetas de código de barras, fornecedor de ribbons de qualidade, software de gestão do seu armazém, entre outros.

Diferentemente disso, a nossa sugestão é que você busque um parceiro que esteja compromissado em entregar para você dentro de uma mesma prestação de serviços todos os itens contemplados na sua gestão coletores de dados e impressoras térmicas.

Por que isso? Porque uma vez responsável por toda a sua operação, tendo níveis de SLAs definidos, ele entregará insumos de qualidade, software que realmente funcione e não haverá aquele “empurra-empurra” que conhecemos, quando nenhum fornecedor quer assumir a responsabilidade se algo porventura der errado.

Sétimo cuidado: ele tem foco total na prestação de serviços

Finalmente, e sim, o mais importante, pois contempla todos os cuidados anteriores, é você escolher um parceiro que tenha foco total na prestação de serviços.  

Conforme dito anteriormente, existem muitos se propondo a fazer a sustentação dos seus coletores de dados e impressoras térmicas, mas a grande maioria, quer trocar seus equipamentos por novos e surfar na garantia do fabricante.

Para isso, busque por um parceiro que se proponha a fazer um diagnóstico detalhado do seu negócio, entender a fundo o que se passa e onde estão as suas dores. Defina com esse parceiro um escopo de serviços completo, que resolva a criticidade da sua operação e lhe dê tranquilidade para focar no que realmente importa: o seu core business.

E aí? Gostou até agora?

Nós da Cabtec somos uma empresa focada na gestão de coletores de dados e impressoras térmicas e nosso objetivo é desenhar com os nossos clientes uma história de parceria e continuidade.

Prova disso é que nossos maiores clientes, como Vallourec, Hermes Pardini, Patrus, Jamef, Neoenergia, Iveco, CNH, estão espalhados por todo o Brasil e o nosso atendimento é inloco e personalizado.

Com a finalidade de solucionar os casos dentro dos SLAs definidos, nossa equipe própria de Customer Service é treinada e atualizada para atender aos chamados técnicos com agilidade de competência. Nossa plataforma própria de atendimento é suportada por grandes potências, como TOTVs, Salesforce e Movidesk.

Além disso, nossa fábrica de etiquetas própria garante a entrega de insumos de qualidade que contribuem para a continuidade da operação de identificação em nossos clientes, com contratos de recorrência em toda América do Sul.

Enfim, são 27 anos de know how, sempre focados na prestação de serviços de outsourcing e sustentação de coletores de dados e impressoras térmicas para ser replicado em sua operação.

Fale com um de nossos especialistas!

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Como fazer gestão de coletores de dados e impressoras térmicas em 7 passos

quinta-feira, 08 agosto 2019 by Abilio Ramos

Você está planejando automatizar algum processo interno da sua empresa e surgiram muitas dúvidas sobre as melhores práticas de como fazer gestão de coletores de dados e impressoras térmicas.

Nós listamos aqui, 7 passos que acreditamos que você deve levar em consideração se tem um parque de coletores de dados e impressoras térmicas e quer ter bons resultados.

Vamos lá?

1º Esqueça os Ribbons de má qualidade

Certamente você já se assustou com a diferença de valores entre os Ribbons disponíveis no mercado e isso se dá pela qualidade de impressão que esses filmes oferecem para a sua operação.

Quanto menor a qualidade do Ribbon mais o seu usuário terá que aumentar a temperatura da cabeça de impressão para que a tinta saia na tonalidade ideal.

E isso é um perigo, levando em consideração que uma cabeça de impressão custa em média 70% do valor de uma impressora nova.

Ou seja, um barato que pode sair muito caro! Nós usamos em nossas impressoras térmicas os Ribbons da IImak e Inkanto.

2º Se a sua operação é 24h tenha baterias sobressalentes para os coletores de dados

Embora nós saibamos que você irá escolher um coletor de dados com uma capacidade de bateria proporcional ao tempo de trabalho da sua operação, aconselhamos que você tenha em turnos intercalados, baterias sobressalentes em carregamento.

Dessa forma, na virada do turno, os operadores que estão iniciando a sua rotina, não correrão o risco de terem o seu trabalho interrompido por falta de carga.

Uma opção a ser levada em consideração também é a inclusão de baterias estendidas, que possuem um tempo de uso superior às comuns.

3º Tenha um cronograma de manutenções preventivas

O resultado de uma ótima execução do cronograma de manutenções preventivas é a redução a quase zero da necessidade de manutenções corretivas em coletores de dados e impressoras térmicas.

Todavia, existem aqueles que acreditam que, se estão investindo em dispositivos robustos em sua operação, esses não precisam de preventiva pois “aguentam o tranco”. Não é bem assim.

Apesar dos coletores de dados e as impressoras térmicas serem equipamentos robustos, você deve lembrar que a sua operação também é “nervosa” e com o tempo os desgastes, acúmulo de resíduos e falta de calibragem são inevitáveis.

Sendo assim, não abra mão das preventivas e evite manutenções corretivas que podem gerar um custo inesperado para a sua gestão, caso não tenha um contrato de sustentação.

4º Use capas de couro ecológico

Do mesmo modo que você pode acreditar que, por serem robustos, os coletores de dados não precisam de preventivas (que não é uma verdade), isso pode lhe levar a crer também que eles não precisam de proteção.

Além de aumentar o IP (índice de proteção) dos coletores de dados, as capas ecológicas o protegem contra possíveis quedas e aumentam a sua durabilidade, pois o contato do usuário diretamente com a superfície do coletor de dados ficará protegida.

Opte pelo couro ecológico, pois além de ser mais atrativo financeiramente, é ecologicamente correto.

5º Fuja das manutenções avulsas

Inegavelmente quando você possui equipamentos novos em sua operação não tende a ser uma opção ter um contrato de manutenção para esses coletores de dados e impressoras térmicas.

Entretanto, no momento crítico da sua operação, quando existe um pico de produção e os dispositivos, por algum motivo, param é hora de você sofrer o famoso “trauma da manutenção avulsa”! Quem nunca? Esperamos que você nunca!

Se existem os contratos de sustentação, os atendimentos a esses chamados serão fatalmente prioritários e se você optou pelo atendimento avulso, se prepare, serão em média pelo menos 15 dias úteis para receber o orçamento dos serviços a serem prestados e depois uns 60 dias para realização dos serviços.

Além disso, para que sua operação não pare em função da espera pelo atendimento avulso, você deveria ter adquirido uma quantidade superior de coletores de dados e impressoras térmicas aos que estão em operação.

Portanto, sugerimos que você comece a avaliar possíveis parceiros de sustentação do seu parque, mesmo que novo, e saia da armadilha da manutenção avulsa.

6º Mantenha seus usuários treinados

Aqui na Cabtec, recebemos uma vez, um cliente em busca de ajuda, pois seus usuários, que trabalhavam em campo, quando queriam ir para casa em dias de chuva, colocavam os coletores de dados debaixo da goteira de água até deixarem de funcionar e alegavam que o mesmo não estava funcionando.

É de chorar, não é? Sabe qual foi a solução que demos para esse caso? Sim, treinamento, conscientização para incentivar o cuidado com o instrumento de trabalho dele.

Com toda certeza o exemplo acima é o extremo do mau uso, mas por falta de conhecimento, principalmente em relação ao uso das impressoras térmicas, já tivemos muitos chamados abertos em nossa plataforma online, que poderiam ser evitados com um simples treinamento.

Sendo assim, avalie seu turnover junto à Gestão de Gente da sua empresa e elabore um calendário de treinamentos anual para o seu time.

7º Tenha um bom parceiro de sustentação

Ao mesmo tempo que é importante você pensar em todos os pontos que listamos acima, você deve se lembrar que o core do seu negócio está longe de fazer a gestão de coletores de dados e impressoras térmicas, para isso existem as empresas especializadas nesse mercado.

Mas tenha muito critério ao escolher o parceiro, pois esse é um mercado extremamente específico e não é tão simples quanto parece. Busque referências na sua vertical de atuação, visite a operação do possível parceiro, peça a opinião de quem já tem relacionamento com ele.

Gostou das nossas dicas sobre como fazer gestão de coletores de dados e impressoras térmicas?

Aqui na CABTEC nós temos escopos de prestação de serviços de sustentação de coletores de dados e impressoras térmicas adequados à sua operação. São ao todo mais de 19.000 dispositivos sustentados no Brasil todo!

Através de um Diagnóstico, analisamos o seu cenário, entendemos os gaps e as reais necessidades, para ofertar um escopo de prestação de serviços que de fato funcione e deixe você livre para pensar apenas no seu core business.

Se você quer saber mais sobre como fazer gestão de coletores de dados e impressoras térmicas, fale com um dos nossos especialistas!

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