Desvende alguns mitos envolvendo o RFID x a Privacidade
A tecnologia é uma necessidade absoluta, não podemos escapar disso. Ela tem um papel importante em grande parte dos aspectos de nossas vidas. Em outras palavras, a tecnologia responde a maioria dos problemas da humanidade.
Porém, muitas vezes é uma faca de dois gumes, e com o RFID não é diferente. De acordo com o Centro de Auto-ID na Universidade de Cambridge, o que mais preocupa os consumidores em relação ao RFID é a questão de privacidade. Para derrubar esse e alguns outros mitos, enumeramos algumas crenças derrubadas ao longo do tempo em relação à ela. Confira:
RFID é imperceptível e pode ser utilizada como invasão de privacidade
Um dos aspectos que mais preocupa as pessoas sobre a utilização do RFID é a ideia de que empresas ou até mesmo governos, insiram tags (chips rfid) em suas roupas, tênis, documentos ou qualquer outro item com o intuito de controlarem suas movimentações sem o seu conhecimento.
Os avessos a esta tecnologia dizem que as tags poderiam ser escondidas nessas mercadorias, se tornando imperceptíveis. De fato, os fabricantes poderiam até esconder as tags em seus produtos, mas isso não quer dizer que o RFID possa ser escondido.
Como vimos no post sobre dados e informações perdidos em um Sistema RFID, é necessário toda uma estrutura (física e lógica) para um sistema RFID completo. Os leitores enviam por meio de uma ou mais antenas, sinais de radiofrequência em busca de objetos a serem identificados.
No momento em que um dos objetos é atingido pela radiação, ocorre um acoplamento entre ele e a antena. Isso possibilita que os dados armazenados no objeto sejam recebidos pelo leitor. Dessa maneira, o leitor trata a informação recebida e a envia ao computador.
Ou seja, além das tags, são necessários outros componentes para captação dos dados.
Digamos então, que uma empresa incorpore tags em camisas, em um esforço para identificar e acompanhar os clientes em suas lojas de varejo. O sistema necessita de uma infraestrutura para que todo o ciclo de informações seja captado, ou seja além de esconder a tag, a empresa deveria também esconder toda a infraestrutura (leitores, portais, antenas) o que torna o processo muito complexo e até mesmo inviável.
Além do que, o varejista pego usando RFID sem informar os clientes pode enfrentar um enorme pesadelo judicial. Na história, não há registro de algum fato dessa natureza.
A leitura de um tag é equivalente a violação de privacidade
Este é outro clássico engano que precisa ser abordado. Via de regra, não é possível identificar uma pessoa apenas pela leitura de um tag RFID. Isso porque uma tag possui um número de série, que por sua vez, é associado a uma identidade.
Essa identidade encontra-se em um banco de dados seguro, o que inviabiliza que o simples fato de ler a tag forneça as informações ali contidas. Hoje, por exemplo, provavelmente 30 a 40 milhões de pessoas nos Estados Unidos carregam transponders de RFID em suas carteiras ou em seus carros e jamais tiveram sua privacidade violada
Todo RFID é igual
É fundamental entendermos que existem grandes diferenças no desempenho e no uso de:
- Tags HF
- Tags UHF
- Tags semi-ativas (ou semi-passivas)
- Tags ativas com baterias
- Entre outras
A classificação das etiquetas depende da sua fonte de energia, da frequência e da sua funcionalidade.
É importante entendermos que em meio à tantas possibilidades de violação da segurança, a tecnologia RFID pode e deve ser implantada sem causar danos aos seus usuários. Isso faz com que o seu uso em larga escala seja viável e que a vida das pessoas e das empresas seja facilitada sem nenhum transtorno.
Algumas ferramentas nos permitem deixar o sistema RFID seguro e confiável, como, por exemplo, soluções de criptografia, (assim como já utilizada em e-mails), permitindo que somente o emissor e receptor possam ter acesso às informações contida nas tags.
Assim, qualquer pessoa que tentar captar esses dados ilicitamente terá que decifrar um algoritmo já comprovadamente confiável. Outra maneira é utilizar códigos, ou seja, o conteúdo da etiqueta só poderia ser usado mediante o uso de uma senha.
Enfim, as possibilidades são diversas e a tecnologia RFID vem sendo adotada cada vez mais pelas empresas e corporações ao redor do mundo. Isso mostra que sua confiabilidade e seguridade é cada vez mais crescente.
Quer saber como nossas soluções podem ajudar sua empresa a manter os dados seguros, em tempo real, sem erros? Fale com um de nossos consultores.
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PROCESSO DE RECEBIMENTO NO ARMAZÉM: DICAS VALIOSAS
Processo de Recebimento no Armazém é uma das etapas mais importantes de toda a logística interna desse departamento, que inclui:
- Recebimento
- Conferência e Endereçamento
- Identificação dos Itens
- Estocagem ou Armazenamento
- Separação dos Itens
- Embalagem
- Expedição
Ou seja, tudo começa com o Processo de Recebimento e se ele não for tratado com a sua devida importância, o item entra errado no Armazém e consequentemente todas as outras etapas seguirão essa incoerência.
Por isso, neste artigo, vamos falar desse assunto que faz parte da rotina de muitos armazéns e explicar o porquê o Recebimento no Armazém é tão importante.
Continue lendo e saiba mais sobre o assunto!
Processo de Recebimento no Armazém: Uma das etapas mais importantes em um armazém
Antes de mais nada, o que é o Processo de Recebimento no Armazém? Ele é a etapa que ocorre assim que os itens adquiridos chegam em seu galpão.
Nesse sentido, a grande importância dessa fase é que, se não bem realizada, pode ocasionar incoerências, falhas e perdas em todo o processo de armazenagem e controle de estoque.
Do mesmo modo que controlar o estoque e realizar a compra dos itens com uma boa margem de rentabilidade para a sua empresa, garantir que o Processo de Recebimento no Armazém seja bem feito aumenta a produtividade e elimina desperdícios.
Mas como fazer isso alinhado com as melhores práticas de mercado?
Entenda as etapas do Processo de Recebimento no Armazém
1. Avaliação quantitativa
Imediatamente em que os itens são entregues pelo fornecedor, deve se iniciar o Processo de Recebimento no Armazém.
Nessa etapa quantitativa o usuário irá checar quantidade de itens, separar em um espaço adequado para realizar o Recebimento e garantir que a entrada desses produtos será feita de forma correta no estoque.
2. Avaliação qualitativa
Logo depois, se inicia o processo de conferência mais minuciosa, onde serão avaliadas as especificações dos itens entregues, comparadas ao que foi adquirido pelo comprador.
Nesse interim, deve ser feita a checagem de dimensões, modelo, marca, cor, partnumber dos itens que estão sendo recebidos.
Nesse momento, os itens em desacordo com o pedido de compra devem ser separados para serem substituídos pelo fornecedor.
3. Conferência da nota
Anteriormente a entrada da nota no sistema, o usuário deve garantir que ela esteja de acordo com o que foi pedido.
Afinal, por mais que o valor da compra esteja em conformidade, os itens adquiridos devem estar em 100% de conformidade.
Essa fase de checagem entre nota entregue com o que foi comprado, pode ser feita antes das avaliações quantitativas e qualitativas, porém é importante você entender que, sendo feita posteriormente, as chances de acerto no lançamento são maiores.
4. Identificação dos Itens e Estocagem ou Armazenamento
Posteriormente ao Recebimento e Conferência o usuário irá identificar os itens, seguido as regras de endereçamento do seu Armazém, dar entrada no sistema e estocar no seu devido lugar.
Por que você deve apostar na Conferência Cega?
Quando o usuário está de posse da nota fiscal do fornecedor ou do pedido de compras, o processo de Conferência de mercadorias poderá se tornar mais tendencioso a seguir o que está informado na documentação.
Assim, promover ao usuário um ambiente onde ele vai realizar a conferência das mercadorias, informando o que encontrou no meio físico sem ter noção do que se encontra no pedido ou na nota fiscal, tende a ser um processo mais confiável para o Gestor de Operações.
Posteriormente, sistêmica ou manualmente é feita uma comparação entre o que se esperava ter recebido e o que realmente chegou ao Armazém para sim poder dar entrada e finalizar o Recebimento.
Posso automatizar o Processo de Recebimento no Armazém?
Não só pode como deve! Utilizar a tecnologia a seu favor é mais um aliado junto da conferência cega pois, além de agilizar o processo de Recebimento no Armazém, reduz substancialmente a possibilidade de erros de apontamentos manuais realizados por usuários.
Se o processo de Controle de Armazém aí na sua empresa ainda não é automatizado ou integrado, a CABTEC tem uma solução completa para você.
Em nosso amplo portfólio, conseguimos auxiliar na atualização tecnológica dos hardwares. Somos parceiros estratégicos dos principais players de mercado: Zebra e Honeywell, no fornecimento do que há de mais moderno em coletores de código de barras, impressoras térmicas, access points, leitores de código de barras, etc.
Temos também uma Fábrica própria de Etiquetas de Código de Barras, onde produzimos hoje os insumos utilizados pelas diversas potências nacionais e entregamos em todo Brasil.
Complementando a solução, temos um WMS próprio, o GTI Plug que além de integrar com os melhores ERPs de mercado e operar 100% online, está preparado para trabalhar tanto com o código de barras quanto com a RFID.
Nosso time técnico é altamente capacitado para suportar toda a sua operação, garantindo que ela esteja 100% disponível.
Entre em contato conosco e tenha ao seu lado um parceiro preparado e especialista em outsourcing de mobilidade, identificação e captura automática de dados!

7 sinais de que você precisa pensar em uma estratégia de gestão dos seus coletores de dados e impressoras térmicas.
Você possui coletores de dados e impressoras térmicas operando a pleno vapor em sua operação, porém a gestão deles tem se tornado a cada dia mais conflituosa e distante do que realmente planejou?!
Decerto, seu parque de coletores de dados e impressoras térmicas cresceu nos últimos anos ou, com o passar do tempo, os mesmos se encontram mais desgastados e necessitando de mais cuidados.
A menos que você esteja satisfeito com a sua gestão atual e ela não seja uma preocupação no seu dia a dia, sugiro que você leia esse artigo até o fim.
Listamos aqui, as principais situações de clientes que precisam urgentemente de uma estratégia de sustentação.
1 – Seus equipamentos estão distribuídos em mais e um Estado no Brasil
A quantidade de coletores de dados e impressoras térmicas do seu parque pode não ser muito grande, porém eles não estão concentrados em uma mesma localização.
Isso é um problema, quando pensamos que se tratam de dispositivos móveis ou de fácil movimentação.
Seus usuários tendem a “emprestar” esses dispositivos entre eles sem o seu conhecimento e, é nesse momento, que você perde o controle da situação.
Se identificou? Vamos para a próxima.
2 – Seus equipamentos possuem mais de 5 anos de uso
Embora seu parque de coletores de dados e impressoras térmicas, seja considerado robusto, com o passar dos anos as peças começam a se desgastar, necessitam de algum ajuste para se manterem em pleno funcionamento.
No início da operação, você quase não precisou fazer manutenções, porém com o passar dos anos, a realidade começou a mudar.
Sendo assim, entenda que, quanto mais tempo de uso, mais cuidado você precisará ter com seu parque de coletores de dados e impressoras térmicas.
Logo, pensar em uma sustentação começa a fazer sentido para você, já que peças avulsas não são baratas e o tempo de resposta para atendimento avulso não é correspondente à necessidade de retorno 100% da sua operação.
3 – Seu parque é despadronizado
A medida que as demandas foram surgindo, as características dos dispositivos foram enviadas para Compras e sua empresa imobilizou os coletores de dados e impressoras térmicas com custo benefício mais atraente da situação.
Momentaneamente, faz todo sentido esse raciocínio. Porém, quando se pensa no crescimento desse parque e na gestão do mesmo, não é bem assim.
Acessórios despadronizados, treinamentos mais longos, diversas peças e insumos diferentes, tornam a gestão mais complexa e trabalhosa no dia a dia.
4 – Faz tempo que você não realiza manutenções preventivas
Desde que seus equipamentos entraram em operação as manutenções que são realizadas são as corretivas, ou seja, aquelas que corrigem um defeito eminente.
Diferentemente disso, o ideal e mais correto a se pensar quando se planeja uma gestão de coletores de dados e impressoras térmicas é montar um calendário de manutenções preventivas para esses equipamentos.
Sim, eles são robustos, porém a sua operação também é.
Logo, é inevitável que haja acúmulo de cola, poeira, sujeira e necessidade de pequenos ajustes que podem gerar um sinistro mais grave e um gasto muito maior para o seu centro de custo.
5 – Você está acostumado a esperar mais de 15 dias por um orçamento de manutenção dos seus coletores de dados e impressoras térmicas
Aqui em Minas falamos que “trem bom é coisa boa”, é fácil se acostumar com coisas boas, não é mesmo?
Entretanto, acostumamos com situações ruins também e, se para você é “normal” esperar mais de 15 dias por um orçamento avulso de equipamento, você está mal-acostumado no mau sentido.
Sim, sinto em lhe informar, não tem nada de normal nisso, é bizarro e sua operação não pode mais esperar.
6 – Será um problema se te pedirem um inventário agora, dos seus coletores de dados e impressoras térmicas
Além de você estar mal-acostumado com uma espera que não deveria acontecer, pensar em inventário online dos seus coletores de dados e impressoras térmicas é impossível agora.
Você sabe quantos tem, mas pedir a localização atual, nível de bateria e utilização seria pedir demais?
Sim, essa já é uma realidade de muitos gestores que são responsáveis pela gestão de coletores de dados e impressoras térmicas: ter visibilidade em tempo real da sua operação e emitir relatórios online.
Calma, eu vou contar como.
7 – Você se vê mais na operação do que na gestão dos seus coletores de dados e impressoras térmicas
Se até agora você concordou com a grande maioria dos pontos que eu coloquei, você vai concordar comigo que, seu cargo é de gestor, porém a verdade é que você está mais na operação desses equipamentos do que gerindo.
Por isso, você não consegue analisar indicadores, gerar gráficos, propor melhorias de utilização e alocação.
Pois você fica o tempo todo preocupado com o retorno sobre a manutenção, localização dos dispositivos, alocação desses entre setores e garantia de que sua operação esteja 100%.
Fez sentido para você tudo que escrevi até agora?
Por isso, listei esses sete principais sinais que temos visto na grande maioria dos clientes que nos procuram.
Porém, além desses, existem outros sinais.
Para isso, elaboramos uma ferramenta GRATUITA, que realiza um diagnóstico completo da sua operação a partir de informações que são fornecidas por você.
Quer conhecer?
Clique aqui e vamos fazer o diagnóstico.

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RFID em Hospitais: como a tecnologia pode transformar o setor?
Você já teve a experiência em ver a utilização do RFID em hospitais aqui no Brasil? Seja no controle de medicamentos, pessoas, materiais…
Inegavelmente há no Brasil uma procura por melhorias e por avanços no setor.
Principalmente na adoção de novas tecnologias destinadas a melhorar a segurança, rapidez e a qualidade dos atendimentos nos hospitais.
Mas nem sempre vemos acertos nessas estratégias.
Embora haja forte dedicação e envolvimento, a falta de conhecimento sobre novas tecnologias ainda coloca alguns desses projetos e instituições em caminhos tortuosos.
Entretanto, olhando através de uma ótica positiva, vemos que o Brasil está investindo em sistemas para auxiliar na marcação de consultas, digitalização de formulários e prontuários.
Da mesma forma, ainda há investimento na compra de equipamentos mais modernos.
O RFID em hospitais privados x públicos
Surpreendentemente, o RFID em hospitais privados já é realidade no país, como é o caso do Albert Einsten que utiliza o RFID no rastreamento de ativos e controle de pacientes.
Em contrapartida, a adoção dessa tecnologia no setor público ainda é rara ou inexistente.
Um levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União sobre a saúde pública no Brasil, apontou que falta de medicamentos e insumos hospitalares, ausência de aparelhos ou equipamentos obsoletos, não instalados ou parados por falta de manutenção, além de insuficiência de recursos de tecnologia da informação são as grandes causas para os problemas no setor.
De tal forma que cerca de 77% dos hospitais bloqueiam leitos, (inclusive em unidades de terapia intensiva), por falta de equipamentos mínimos nos quartos ou nas enfermarias.
Assim sendo, ainda há a ausência de sistemas ou tecnologias que auxiliem para um trabalho mais eficiente e seguro.
Ao passo que esse retrato preocupante do sistema de saúde brasileiro vai diretamente ao encontro e necessidade de utilizar tecnologias como o RFID.
Seja para potencializar seus processos, seja para melhorar a qualidade no atendimento aos pacientes.
Como a tecnologia ajuda?

Nesses casos, a aplicação da tecnologia RFID certamente ajuda os hospitais a melhorarem
seus processos e serviços.
Por exemplo, o Gador Laboratories, um dos maiores fornecedores de remédios da Argentina, está rastreando com RFID produtos farmacêuticos individuais, além dos paletes em que são transportados, com intuito de reduzir a falsificação.
A Agência Nacional para Controle e Administração de Alimentos e Medicamentos da Nigéria, está usando o RFID para autenticar produtos farmacêuticos, combater falsificadores e melhorar a qualidade dos medicamentos vendidos no país.
Ou seja, o RFID pode ser aplicado no setor de saúde e nos hospitais, ainda, com as seguintes processos:
- No controle de recém-nascidos;
- Controle e rastreabilidade de bolsas de sangue;
- Auxilio ao Sistema de Manchester de Classificação de Risco (otimizar e organiza a chegada e fluxo de pacientes); etc
Todos esses, são pontos em que o RFID potencializa e melhora a qualidade dos serviços prestados no setor de saúde.
O ideal é que os profissionais dessa área pensem em seus projetos identificando parceiros tecnológicos que possam auxiliar para que o objetivo seja alcançado.
A adoção de novas tecnologias e ferramentas trazem oportunidades!
É apenas questão de se antecipar e aproveitar as chances!
Quer saber como a CABTEC BY KYUBI pode te ajudar?
Estamos aqui para conversar com você!
- Published in Sobre o RFID
Coletore de dados: 7 boas razões para adquiri-lo com a Cabtec by Kyubi
Coletores de dados: no mercado, é possível encontrar inúmeras empresas que os vendem.
Mas a Cabtec by Kyubi faz muito mais do que simplesmente vender coletores.
Isso porque temos ciência de que, para uma empresa obter ótimos resultados com esses e outros equipamentos, não basta apenas comprá-los.
É por isso que buscamos entender as necessidades de cada empresa, para que possamos de forma personalizada, criar um projeto que atenda seus desafios e otimize seus resultados.
E se você está em busca de um coletor de dados, veja a seguir:
7 bons motivos para adquiri-lo com a Cabtec by Kyubi
#1. Oferecemos coletores por meio de um serviço de Outsourcing
A Cabtec oferece coletores de dados por meio de um serviço de Outsourcing, que engloba:
- O planejamento e a implementação dos equipamentos no ambiente de trabalho;
- O fornecimento de equipamentos, softwares e suprimentos;
- O treinamento da equipe para o uso adequado dos equipamentos;
- A realização de manutenções corretivas e preventivas;
- O gerenciamento dos equipamentos em tempo real por meio de softwares.
É por isso que dizemos que a Cabtec by Kyubi faz muito mais do que simplesmente vender equipamentos.
Com isso, conseguimos garantir que eles gerarão os benefícios e o ROI esperado e os processos da empresa serão melhorados.
Com o serviço de Outsourcing, também permitimos que nossos clientes deixem de lado a tarefa de gerenciar os dispositivos e foquem no que realmente importa: o negócio.
#2. Trabalhamos com as melhores marcas de coletores de dados do mercado
Nosso portfólio de coletores de dados é constituído apenas por equipamentos confiáveis e de alta qualidade, das melhores marcas do mercado.
Assim, oferecemos aos nossos clientes a garantia de que os coletores não apresentarão problemas e terão um ótimo custo-benefício.
E com o serviço de Outsourcing, os coletores passam por manutenções preventivas e corretivas e são rapidamente substituídos caso apresentem alguma falha, para as operações da empresa não serem afetadas.
#3. Desenvolvemos projetos de forma personalizada
Também temos ciência de que cada empresa possui necessidades diferentes.
E se não atendermos suas necessidades específicas, não geraremos ótimos resultados.
É por isso que a Cabtec by Kyubi analisa cada negócio profundamente antes de iniciar um projeto.
Todas as etapas (planejamento, implantação, suporte e gestão) são realizadas de forma personalizada, por profissionais que realmente entendem as necessidades do negócio.
#4. Agimos de forma estratégica
Empresas que não agem de forma estratégia, buscando melhorar seus processos para obterem melhores resultados, acabam sendo jogadas para fora do mercado.
É por isso que a Cabtec atua de forma estratégia juntamente com seus clientes.
Além de oferecermos coletores de dados, também mostramos como usá-los de maneira eficiente para os processos se tornarem mais ágeis e menos custosos.
Dessa forma, custos são reduzidos, a produtividade é aumentada e os resultados da empresa são alavancados.
#5. Prestamos um atendimento personalizado e consultivo
A Cabtec by Kyubi presta um atendimento de qualidade, de forma personalizada e consultiva, tanto no pré como no pós-venda.
Temos uma grande infraestrutura de atendimento, com consultores que buscam entender as necessidades de cada cliente e oferecer as melhores soluções para ele.
#6. Somos focados em seu sucesso
Trabalhamos por meio de contratos de performance e compartilhamento de riscos. Isso dá aos nossos clientes a garantia de que sempre estamos:
- Buscando melhorias nos processos;
- Agindo de forma estratégica;
- Buscando formas de alavancar seus resultados.
#7. Atuamos há mais de 30 anos no mercado
A Cabtec by Kyubi está presente no mercado brasileiro desde 1992. Ao longo desse tempo, fizemos diversas parcerias estratégicas, ganhamos vários prêmios, obtivemos reconhecimento a nível nacional e geramos vários cases de sucesso.
Não é à toa que a Cabtec é líder no mercado de mobilidade, identificação e rastreabilidade de dados.
Hoje, temos centenas de clientes e gerenciamos mais de 21 mil dispositivos em operações críticas em todo o Brasil.
Toda essa experiência nos permite entender exatamente as necessidades de cada empresa, oferecer as melhores soluções para ela e contribuir para a melhoria de seus processos e para a alavancagem de seus resultados.
E então, ficou convencido? Então conheça os coletores de dados oferecidos pela Cabtec by Kyubi ou marque uma reunião com um de nossos consultores!
Entenda como funciona a Internet das Coisas e qual papel do RFID
Empresas e organizações explicam a Internet das Coisas de várias maneiras. Costumamos dizer que Internet das Coisas, ou IoT, é um ecossistema de tecnologias de monitoramento do estado de objetos físicos, capturando dados significativos, transmitindo estas informações através de redes IP para softwares e aplicações.
Este termo é, de certa forma, fruto do trabalho desenvolvido pelo MIT Auto-ID Laborator e foi criado em 1999 por Kevin Ashton, um britânico que ajudou a desenvolver o conceito. A Internet das Coisas visa estender os benefícios da conectividade da Internet, à capacidade de controle remoto, compartilhamento de dados para bens no mundo físico.
Em outras palavras, quando os objetos podem sentir um ao outro e se comunicar, ele muda a forma como, onde e quem toma as decisões sobre o nosso mundo físico. Isto é especialmente significativo para as empresas privadas e instituições públicas, que podem encontrar mais eficiência operacional, entregar maior valor aos clientes, funcionários e cidadãos em geral, além de permitir novos modelos de negócios.
E como a tecnologia pode mudar nossas vidas?
Objetos eletrônicos, eletrodomésticos, equipamentos diversos, colecionáveis, etc. Tudo isso sendo vinculado a redes locais e globais através de sensores embutidos que são “always on”.
Os defensores dizem que os benefícios para os consumidores são substanciais, embora os críticos mencionem preocupações sobre privacidade e segurança. Não vamos entrar aqui no mérito da questão “privacidade”, inclusive já abordamos este assunto no post RFID e Privacidade? Experiências derrubam alguns mitos.
Ah, e vale pontuar um dado interessante que devemos nos atentar. A ABI Research, uma empresa de pesquisa de mercado, diz que mais de 30 bilhões de dispositivos irão formar uma Internet das coisas em 2020.
E o que isso significa?
Quando um determinado objeto pode representar-se de forma digital, pode ser controlado de qualquer lugar. Esta conectividade significa mais dados coletados a partir de mais lugares, proporcionando, assim, outras maneiras de aumentar a eficiência e melhorar a segurança.
Por exemplo: quando ligamos dispositivos que eram previamente desconectados, podemos alcançar uma mudança dramática no tipo e na quantidade de informações que coletamos, nas formas como acessar e integrar essas informações e também como e onde nós tomaremos decisões com base nessas informações.
Os benefícios decorrentes da coleta, acesso, integração e utilização destas informações incluem:
- Novas eficiências operacionais
- Tomada de decisão mais rápida e melhor
- Inteligência de controle distribuída
- Força de trabalho otimizada
A Philips lançou recentemente o kit Philips Hue, que é basicamente um kit de lâmpadas inteligentes. Todo o controle das lâmpadas é feito por um aplicativo, tanto para escolher cores quanto para ligar e desligar. Personalização, aliás, é algo que não falta para as Hue.
É possível muito através do ap! Renomear cada uma, dar o controle para mais pessoas, mudar o astral do ambiente com cenas prontas para ajudar a concentrar ou relaxar, programar horários para que acendam ou apaguem, etc. Isso é IoT!
E qual o papel do RFID nesta história?
De acordo com RFID Mundial Canadá, uma entidade que acompanha a indústria, em 2011, o mundo gastou cerca de U$6.37 bilhões de dólares em chips RFID e está previsto crescimento para mais de US$ 20 bilhões até 2015.
Com objetos utilizando tags RFID aliados ao conceito da Internet das Coisas, os consumidores podem melhorar o seu bem-estar e até mesmo economizar tempo e dinheiro no longo prazo.
Por exemplo, a lista de compras pode ser preenchida automaticamente quando um determinado produto se aproxima a data de validade ou consumo completo. Uma lista precisa e em tempo real reduz o desperdício, pois o consumidor não precisará comprar itens desnecessários.
Além disso a IoT tem muitas aplicações na área da saúde. Medicamentos podem enviar lembretes para o paciente informando prescrição e horário de ingestão.
Informações precisas, automatizadas e em tempo real são características fundamentais de aplicações da Internet das Coisas. Cada vez mais a adoção do RFID está estimulando a inovação e o desenvolvimento da IoT.
A Indústria e governo estão se mobilizando para que estas tecnologias sejam conduzidas a padrões aceitos em todos os setores que permitam a interoperabilidade entre os dispositivos. Para completar, o custo e o tamanho dos dispositivos diminuem a cada dia. Ou seja, empresas podem incorporar itens menores, comuns com chips RFID e sensores.
Devemos encarar a Internet das Coisas como uma realidade e como algo inevitável. A tendência de mobilidade e a facilidade de acesso às soluções em cloud propiciam um abuso maior da tecnologia.
Quer saber mais como tecnologias como o RFID e a IoT podem ajudar sua empresa? Fale com um de nossos especialistas.
- Published in Internet das Coisas, Sobre o RFID
Como se preparar para a era dos robôs no trabalho
A era dos robôs já é uma realidade o que há muito tempo apenas vislumbramos como uma possibilidade futurística.
Atualmente já podemos contar com uma diversidade de serviços tecnológicos que aumentam gradativamente ano após ano, o que substitui a mão de obra humana por robôs em diversos setores.
Esse assunto tem gerado diversas repercussões, causando receio na classe trabalhadora de perder seus empregos.
No entanto, essa é uma verdade incompleta.
O papel dos robôs é altamente pensado para gerar mais negócios e obter maiores lucros — os robôs não vão substituir os humanos.
Contudo, o mercado busca profissionais com aptidões particulares.
São esses profissionais que terão maior destaque na era tecnológica. Confira a seguir como você pode se preparar para essa nova realidade.
O que são robôs?
As pessoas geralmente têm uma grande imaginação quando o assunto é robótica. Isso vem da cultura popular.
São uma série de filmes e livros de ficção científica que disseminam as mais variadas ideias na cabeça do povo.
Simplificando, os robôs nada mais são que máquinas planejadas para a execução de determinadas tarefas.
Os robôs podem trabalhar em setores inadequados para o ser humano ou em vertentes produtivas. Você pode conferir exemplos de máquinas inteligentes em:
- Escavação e mineração;
- Localizações isoladas e resgate;
- Pesquisas espaciais e submarinas;
- Manuseio de materiais com alta periculosidade.
No entanto, vale ressaltar que o significado de robô pode ser diferente dependendo da empresa.
Por exemplo, atualmente existem equipamentos que fazem a emissão de notas fiscais.
Basta uma atualização do banco de dados para ter uma tarefa realizada manualmente por um robô.
Qual é a função dos robôs no futuro?
No campo da robótica, tem sido realizadas inovações significativas. Um dos segmentos industriais que mais contam com os robôs são as montadoras de veículos.
Isso não é uma novidade no que tange à produção maciça de produtos. No entanto, a tendência do momento já confirma que os robôs não serão usados apenas para a fabricação de carros.
Isso porque, os veículos, propriamente, serão auto conduzidos.
Essa é uma realidade que com certeza irá revolucionar os segmentos de transportes e a maneira como nos locomovemos.
Esse cenário apesar de parecer algo distante, já há testes a caminho.
Além do mais, é bem capaz de ter uma liberação do produto final mais cedo do que se imagina.
Atualmente, nas empresas, já podemos contar com ferramentas essenciais para que trabalhos repetitivos sejam realizados automaticamente.
Essa categoria de robô foi feita exclusivamente para tomadas de decisões conforme o programado.
Sendo assim, a robótica já é uma atualidade no cenário empresarial como um meio impalpável para o setor da administração.
Estimativa da robótica nas empresas
Além da indústria dos veículos, atualmente a robótica tem também conquistado campos da medicina e da indústria alimentícia.
É nítido que o objetivo principal dos robôs é cobrir atividades que requerem um elevado padrão de qualidade.
É comum pensar que os robôs irão substituir os trabalhos humanos completamente.
No entanto, os robôs, mesmo aqueles com a tecnologia mais avançada, precisarão do manuseio humano para programação e monitoramento.
Mesmo com toda essa tecnologia que já temos disponível atualmente, a criação de um robô que consiga se auto monitorar é algo bastante desafiador.
As vagas de empregos nas fábricas aumentaram muito por causa das aparecimento das produções em séries.
Com isso, o uso de robôs também teve um aumento significativo, para realização de trabalhos mais pesados. Desse modo os profissionais conseguem ter mais foco em outras atividades.
Os setores de engenharia são um bom exemplo disso. Afinal, essa é uma área em que a automação industrial tem ganhado grande notoriedade nos procedimentos de produção.
É necessário, atualmente, que engenheiros habilitados organizem e otimizem as atividades robóticas.
Sendo assim, cargos que envolvem manutenção tecnológicas certamente terão aumentos significativos.
Ajuste da empresa e funcionários
O ponto de maior importância da robótica no mercado de trabalho é a sua capacidade de total precisão e qualidade na realização de tarefas.
Além disso, a robótica tem a capacidade de reduzir gastos nas empresas, e por isso tem muito a oferecer.
Com os robôs, a empresa não precisará ter gastos com a saúde de seus funcionários por estarem expostos a máquinas, por exemplo.
Os robôs não vão roubar o lugar dos humanos, mas certamente irão transformar o mercado de trabalho.
Sendo assim, serão necessárias adaptações por parte da empresa e de funcionários adquirindo novos conhecimentos para se adequar a essa nova realidade.
Criando um plano e obtendo conhecimento sobre a área, a robótica certamente será um ótimo caminho para favorecer as empresas e os seus funcionários.
Como se preparar para a era dos robôs no trabalho?
Com todas essas mudanças geradas pelo impacto da realidade robótica, é imprescindível investir em atualizações.
A preparação para o mercado de trabalho na era robótica exige aprendizado constante.
Com isso, o profissional evita impactos negativos devido às mudanças que o mercado de trabalho tem enfrentado.
Desse modo, o profissional se mantém atraente para as companhias.
Confira a seguir, alguns pontos importantes a serem trabalhados na era dos robôs no trabalho:
- Pensamento crítico;
- Capacidade de análise;
- Técnicas de negociação;
- Habilidade comunicativas;
- Inteligência emocional;
- Criatividade.
Técnicos podem realizar conexão entre os robôs e colaboradores não técnicos
Profissionais com capacidade para entender sistemas altamente técnicos, e que possuam ótimas habilidades de comunicação, são muito procurados para fazer uma ponte entre os sistemas robóticos e os humanos não técnicos.
Da mais alta gerência de uma empresa aos clientes de uma maneira geral, serão necessários colaboradores que consigam analisar as descobertas dos robôs, traduzindo as informações em observações significativas.
Serviços robóticos têm verificado e-mails de colaboradores para encontrar linguagens que indiquem aborrecimentos no trabalho, por exemplo.
Apesar de alguns robôs que já conseguem identificar o sarcasmo, há particularidades da comunicação que os robôs não conseguem captar.
Profissionais criativos podem progredir em áreas que robôs não podem atuar.
O campo da criatividade nos negócios, é uma área que será também bastante promissora.
Isso porque, apesar de os computadores saberem de tudo sobre ideias já existentes, eles são impossibilitados de criar uma ideia nova.
Desse modo, essa também é uma ótima alternativa para aqueles que se sentem ameaçados pela era dos robôs no trabalho.
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Como um plano de continuidade de negócios focado na transformação digital beneficia seu armazém
Atualmente muito se fala sobre a transformação digital nos negócios, isto é, o uso das tecnologias para solucionar problemas do dia a dia de uma empresa.
Junto com o Plano de Continuidade de Negócios (PCN), uma empresa não para de trabalhar nunca, mesmo diante de problemas operacionais.
Entenda como a tecnologia aliada a um bom planejamento pode beneficiar o seu armazém.
O que é um Plano de Continuidade de Negócios?
O Plano de Continuidade de Negócios ou simplesmente PCN, é um planejamento para conter possíveis problemas e dar continuidade ao funcionamento da empresa diante de um cenário negativo.
Vamos supor que uma empresa tenha seu sistema hackeado e perca seus dados. O PCN é pensado para minimizar os prejuízos da empresa durante este período, para que ela continue funcionando até a situação se normalizar.
Esse plano conta com ações de contingência para que a empresa continue funcionando na medida do possível e evite mais danos.
Por exemplo, se o sistema do seu armazém foi hackeado, faz parte do Plano de Continuidade de Negócios ter um backup dos dados e conseguir acessá-lo assim que detectar o problema.
Da mesma forma, estabelecer uma forma de continuar as operações, ainda que de forma mais lenta, até a normalização.
Ainda falando sobre um possível vazamento de dados, o PCN também atua na prevenção dos problemas.
Considerando a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), há diretrizes obrigatórias ao coletar, processar e armazenar dados.
O plano de continuidade atuará em conjunto com os preceitos da lei para evitar vazamentos.
Além das ações de contingência e continuidade, o Plano de Continuidade de Negócios busca evitar uma série de problemas.
Processos manuais nas etapas envolvendo o armazém de uma empresa, por exemplo, estão suscetíveis a erros humanos e diversos acidentes de trabalhos.
Estes problemas podem interromper as atividades de uma empresa durante dias.
Ainda hoje, muitas empresas interrompem todas as suas atividades para fazer um balanço de estoque.
Pense em quanto prejuízo a interrupção dos processos pode trazer para um negócio.
Com a transformação digital aplicado ao PCN, a gestão do armazém se torna inteligente e é feita em tempo real, sem precisar interromper as atividades.
Como a transformação digital pode ajudar no PCN e beneficiar o seu armazém?
Para entender como a transformação digital pode beneficiar um negócio, precisamos entender o estado atual de uma empresa.
O seu negócio já conta com tecnologias para agilizar o dia a dia e otimizar processos? Independente da resposta, o que pode ser melhorado no momento?
A transformação digital em um negócio pode trazer melhoria em diversos setores, mas principalmente naquele que é responsável por boa parte do orçamento: o armazém. Contar com a gestão de forma automatizada neste setor é garantir a margem de lucros e manter fluxo de vendas e estoque sempre equilibrado.
Imagine que o armazém da sua empresa se expandiu, tanto em quantidade, quanto em variedade de produtos.
Os processos envolvendo estocagem, embalagem, expedição, entre outros, já não podem ser manuais.
A tecnologia existe para trazer mais agilidade e melhorar a experiência de compra do cliente.
Armazéns com capacidade de operação alta não podem contar com processos manuais, que são suscetíveis aos erros humanos e outros problemas que podem interromper o funcionamento das atividades.
O Plano de Continuidade de Negócios que inclui a transformação digital já está evitando boa parte dos problemas, por agilizar os processos.
A seguir, veja os benefícios para o seu armazém.
Benefícios para o seu armazém
Ao adquirir uma inovação, toda empresa deseja o mesmo objetivo: retorno direto nos lucros.
O objetivo de automatizar o seu armazém ao implementar a transformação digital é trazer eficácia, agilidade, além de deixar os processos mais seguros, pensando no PCN.
Por isso, conheça os benefícios possíveis.
Operações contínuas e ágeis
Com a transformação digital, as operações do armazém não são mais limitadas ao horário do expediente, pois não precisam de atualizações manuais.
Assim, diante de problemas ou outras situações, o armazém continua operando até que seja solucionado. Além de trazer agilidade aos processos, diminuindo o tempo de entrega ao cliente.
Menos acidentes de trabalho
Acidentes de trabalho estão entre as causas comuns que levam à interrupção momentânea das atividades de trabalho de uma empresa.
Ao incluir a automatização do armazém, alguns trabalhos deixam de ser manuais, trazendo condições de trabalho mais seguras aos colaboradores e contendo as interrupções.
Otimização do espaço
A gestão digital do armazém serve para equilibrar o fluxo entre pedidos e estoque. Assim, não há estoque parado ocupando espaço, o que poderia causar uma série de problemas, inclusive financeiros.
O estoque também não fica desabastecido, pois a tecnologia permite avaliar quando e qual quantidade manter no estoque.
Além disso, o espaço é otimizado para empilhar corretamente e manter produtos e insumos dentro do prazo de validade, minimizando as perdas. Assim também há a redução de danos à estrutura ou às mercadorias.
Gostou de conhecer os benefícios da transformação digital para o seu armazém? Então descubra como se preparar para a era dos robôs no trabalho e continue pensando sobre o papel das tecnologias nos negócios.
Cabtec by Kyubi. Juntas para transformar a gestão do seu negócio!
Em janeiro, foi concretizada a incorporação da Cabtec pela Kyubi System umas das muitas empresas do grupo Comercial Arqué da Espanha. Agora, poderemos ampliar o nosso portfólio de produtos e serviços na área de identificação e rastreio de dados, para atender aos nossos clientes de uma forma inovadora, eficiente e com a qualidade que o mercado brasileiro necessita.
No processo de incorporação, as empresas se unem para apresentar ao mercado um portfólio diversificado, inovador e potente e que, possa trazer ganhos administrativos e operacionais ao longo do processo. No caso da Cabtec, o grupo ao qual passa a pertencer, abrange em torno de 30 (trinta) empresas espalhadas pelo mundo. Dentre esse grupo multifacetário de corporações, destacamos três empresas que se assemelham ao core business da Cabtec, a Kyubi System, Trace-ID e Impak. Juntas poderemos ampliar ainda mais os produtos e serviços buscando sempre o que há de mais avançado em tecnologia RFID.
Alinhando toda a expertise dos mais de 30 anos da Cabtec juntamente com a experiência em tecnologia RFID e de modelo de negócios da Kyubi System, poderemos oferecer soluções inovadoras e eficientes aos nossos clientes.
Já iniciamos o processo de reposicionamento de marca e agora, somos Cabtec by Kyubi.
Ao longo dos próximos 12 (doze) meses algumas adaptações e novidades serão anunciadas e compartilhadas com você, nosso cliente de longa data. Esperamos assim podermos ampliar nossa área de atuação, para auxiliar no crescimento dos nossos clientes e no mercado como um todo, pois agora somos globais!
E, seguiremos como … Cabtec by Kyubi. Juntas para transformar a gestão do seu negócio!
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Gestão Logística: como RFID pode ajudar a reduzir custos
Vamos começar este post trazendo um pouco de teoria. Sendo assim, explicamos o porquê: acreditamos que para entender uma determinada conjuntura é necessário poder pensar corretamente. E pensar corretamente significa ordenar e tratar adequadamente os dados que se produzem, em quantidade, sobre a realidade.
Pensar corretamente é a condição indispensável para analisar corretamente o que acontece em determinado contexto. Isso exige instrumentos e esses instrumentos são os conceitos. Sem teoria corre-se o risco de pensar cada problema em particular, isoladamente, a partir de pontos de vista que podem ser diferentes em cada caso.
Ou ainda pior, pensar em base a subjetividades, aparências, palpites, etc. E em linhas gerais, no mundo corporativo, não podemos viver em base de subjetividades.
O conceito de logística
Entendendo então o conceito de Logística segundo o Council of Logistic Management, vemos que:
“Processo de planejar, implementar e controlar a eficiência, o fluxo e armazenagem de mercadorias, serviços e informações correlatas, do ponto de origem ao ponto de consumo, com o objetivo de atender às exigências dos clientes.”
Vamos então começar a análise. Para que todo esse processo seja realizado de forma eficiente, é necessário que exista uma atenção e um foco em ações que garantam o máximo de economia em cada etapa, seja com transportes, custos com a movimentação e armazenagem de materiais (MAM), custos com estoques ou custos com a gestão do pedido e serviço ao cliente.
Esta economia ou esta redução de custos, constitui-se em um dos principais fatores e principais desafios do profissional de logística, além de ser um dos principais (se não o principal) focos de estresse e tensão para CEO´s, gestores e coordenadores atuantes na área.
Podemos dizer que reduzir custos isoladamente parece ser fácil. Mas a obtenção de vantagem competitiva, além de melhores resultados econômico-financeiros para a empresa, paralelamente ao aumento da produtividade operacional e do nível de serviço, é uma tarefa árdua e realmente complexa.
Então, o que fazer para melhor a logística?
Para obter essa vantagem competitiva, as empresas estão recorrendo aos sistemas integrados de informação, buscando automatizar seu processo produtivo e utilizando algumas tecnologias do tipo:
- Warehouse Management System (WMS),
- Electronic Data Interchange (EDI),
- O Vendor Managed Inventor (VMI),
- E, é claro, o RFID.
Sendo assim, para ilustrar, analisamos uma pesquisa realizada pela IDC/Global Retail Insights (European Commission). Ela apresenta os resultados de um relatório final de um estudo de impacto com foco na adoção de sistemas RFID e seu resultado sobre logística. As elaborações são baseadas em uma pesquisa internacional com empresas sob o uso do RFID, suas análises econômicas e estudos de caso.
Veja o gráfico abaixo. Os benefícios estão em percentagem das empresas entrevistas com usuários atuais dos sistemas RFID:

Vemos que 82% dos entrevistados indicaram melhora na qualidade do produto e do serviço, além de melhorias no gerenciamento do inventário como principais benefícios. Os resultados da pesquisa também confirmam melhora na eficiência da produção. Ou seja, os custos de mão de obra foram reduzidos e houve redução de falta de estoque.
No que tange o envio incorreto de mercadorias no momento de uma expedição (seja envio de itens a menos/ itens a mais/ ou itens divergentes), a pesquisa aponta que 75% dos entrevistados afirma que houve uma melhora no controle e eficiência logística, garantindo que os processos de recebimento e expedição ocorram de forma correta.
A adoção de sistemas RFID reflete diretamente em redução de custo e redução no desgaste com o cliente.
Isso mostra que a abordagem para redução de custos, aumento de produtividade e nível de serviço em logística deve ser mais ampla. Sendo assim, não se restringir somente à negociação de fretes por exemplo.
Ainda existe um grande espaço para a redução de custos com base em decisões sólidas e realmente representativas. Neste caso, a utilização do RFID é um forte aliado nessa batalha.
Quer saber como nossas soluções podem ajudar sua empresa a reduzir custos logísticos? Fale com um de nossos consultores.
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