Conheça as causas de erros de leitura em código de barras
Erros de leitura de código de barras acontecem mais frequentemente do que se imagina. Esse erro pode levar a atrasos significativos e perdas financeiras para empresas de todos os portes.
Da logística ao ponto de venda, a eficiência da leitura do código de barras é crucial para a agilidade das operações. Quando um scanner falha ao identificar um código, o processo é interrompido, gerando retrabalho e frustração.
Mas quais são os fatores que realmente impactam a qualidade da etiqueta do código de barras e como podemos evitá-los para garantir uma leitura precisa e eficiente? Neste texto respondemos essas perguntas.
Então, para acabar com suas dúvidas, continue lendo este conteúdo até o final.
Erros de leitura: fatores cruciais que afetam a qualidade da etiqueta
A qualidade da etiqueta de código de barras tem grande impacto na leitura. Entender esse elemento é o primeiro passo para mitigar os erros de leitura e otimizar a operação.
Nos tópicos abaixo, falamos sobre fatores que vão desde o processo de impressão até as condições ambientais, que afetam a qualidade e, consequentemente, a leitura. Confira.
Contraste insuficiente
O contraste, ou a falta dele, é um dos principais fatores que causam problemas na leitura dos códigos de barras. Impressões em superfícies escuras ou a laser sobre metal podem dificultar a distinção das barras pelo leitor.
Por isso, o ideal é utilizar etiquetas de fundo branco, com a impressão das barras feita com tinta preta bem pigmentada.
Conversão inadequada de arquivos
O recomendado é sempre criar os códigos de barras em arquivos diretamente para a impressão. Dessa forma, a resolução já fica exata para a saída da impressora. Quando é feita a conversão para formatos de imagem digital como TIFF, PNG ou JPG, a qualidade da imagem pode ser comprometida.
Distorção na impressão
É preciso tomar cuidado com as dimensões do código de barras. Quando elas não estão proporcionais às especificações originais, ocorre a distorção. As causas desse problema podem ser as configurações incorretas da impressora ou problemas na linha de montagem.
Danos físicos e efeitos externos
Etiquetas danificadas, sujas ou obstruídas por elementos externos são uma causa óbvia de erros de leitura. Como, por exemplo, alta umidade, exposição a produtos químicos ou objetos pontiagudos.
Equipamentos inadequados
Utilizar leitores de código de barras que não são compatíveis com a tecnologia ou o tipo de código impresso pode levar a falhas de leitura.
Como evitar erros de leitura no código de barras
Existem algumas práticas recomendadas para minimizar os erros de leitura. Como, por exemplo, a escolha correta da impressora.
Impressoras térmicas de alta qualidade são desenvolvidas para produzir etiquetas nítidas e claras, com alta qualidade, facilitando assim a leitura dos scanners e leitores de código de barras.
Também é de extrema importância fazer manutenção regularmente nos equipamentos. Cabeças de impressão sujas podem causar impressões esbatidas e ilegíveis. Manter o equipamento limpo ajuda a garantir a longevidade da impressora e a qualidade das impressões.
Os ribbons usados também devem ser de qualidade, robustos e duradouros, para garantir eficiência.
Soluções Cabtec para evitar erros de leitura e ter código de barras de qualidade
A Cabtec by Kyubi se destaca no mercado por oferecer soluções completas e personalizadas para identificação, rastreabilidade e mobilidade corporativa.
Com mais de três décadas de experiência, a Cabtec entende a importância de um código de barras de qualidade para a eficiência operacional.
Isso fica claro quando pensamos na fábrica convertedora de etiquetas da Cabtec, especializada na produção de etiquetas de código de barras e ribbons que atendem aos mais altos padrões de qualidade.
A Cabtec ainda oferece uma linha de impressoras térmicas das melhores marcas, projetadas para garantir impressões nítidas e consistentes.
Além das impressoras térmicas, a Cabtec também oferece leitores de código de barras com capacidade de reconstruir os códigos, mesmo quando danificados por situações extremas. Como, por exemplo, o leitor de código de barras Xenon XP 1952 da Honeywell ou o DS3678 da Zebra.
Ambos os modelos citados possuem desempenho de leitura superior, o que garante que a leitura seja feita sem maiores problemas. Com eles, também é possível ler código de barras impressos em etiquetas e também diretamente da tela de smartphones.
Por isso, a Cabtec se posiciona como uma parceira estratégica, oferecendo produtos e serviços que asseguram a excelência na identificação e rastreabilidade, permitindo que seus clientes foquem no sucesso de seus negócios.
Converse com nossa equipe para saber mais sobre os serviços e produtos oferecidos.
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Conheça os tipos de impressoras térmicas
No universo da identificação e rastreabilidade, a escolha do equipamento certo é crucial para a eficiência operacional. Um dos equipamentos essenciais para isso é a impressora. No entanto, o que algumas pessoas desconhecem é o fato de existir dois principais tipos de impressoras térmicas.
Sendo elas a impressora térmica direta e a de transferência térmica. Entender suas diferenças, vantagens, desvantagens e aplicações é fundamental para saber qual é a opção ideal para cada tipo de negócio.
Pensando nisso, elaboramos esse texto em que falamos sobre as diferenças entre a impressora térmica direta e a de transferência térmica. Dessa forma, nossos leitores se informam e ficam aptos para fazer escolhas adequadas.
Então, para não restar mais dúvidas quanto ao tipo de equipamento escolher, continue lendo este conteúdo até o final!
Entenda os tipos de impressoras térmicas
Como o próprio nome indica, os dois tipos de impressora térmica utilizam o calor para realizar as impressões. No entanto, o método utilizado para isso, e os materiais, são diferentes.
Nos tópicos a seguir explicamos melhor como elas funcionam, suas vantagens, desvantagens e mais. Confira.
Impressoras térmicas direta
A principal característica da impressora térmica direta é o fato dela precisar de um papel especial, sensível ao calor, para fazer as impressões. Ela funciona ao aquecer seletivamente esse papel, as partes aquecidas são as que formam as imagens ou textos.
No entanto, esse tipo de impressora não necessita de fita de tinta, o que reduz o custo operacional e a manutenção. A própria cabeça da impressora é responsável por aquecer o papel, garantindo mais simplicidade.
O custo reduzido, principalmente a curto prazo, a manutenção simplificada pela menor quantidade de peças móveis e o custo inicial baixo são vantagens que atraem pessoas para escolher esse tipo de impressora.
Dentre as desvantagens, podemos destacar a baixa durabilidade. Principalmente pelo fato das impressões serem sensíveis ao calor, luz UV, atrito e produtos químicos, desbotando com o tempo.
Por isso, o uso desse tipo de impressão é recomendado apenas para etiquetas de envio e transporte, recibos de pontos de venda, pulseiras de identificação (como as usadas em hospitais) e ingressos de cinema.
Impressora de transferência térmica
Já a impressora de transferência térmica necessita de fitas de tinta para funcionar. A cabeça da impressora aquece a fita, que quando derretida se transfere para o papel, causando assim a impressão.
As imagens e textos impressos por esse método são duráveis e de alta qualidade. Além de poder ser impressas em diversos tipos de superfícies, como papel, BOPP (filme plástico produzido a partir da biorientação do polipropileno), poliéster e vinil.
Além de ser aplicável em diferentes superfícies, outras vantagens desse tipo de impressão incluem a resistência a calor, luz, umidade, abrasão e produtos químicos, permanecendo legível por anos. Os textos, gráficos e códigos de barras são nítidos e de alta definição.
É possível fazer impressões coloridas. E o ribbon protege a cabeça de impressão, o que ajuda a prolongar a vida útil do aparelho. No entanto, o custo para essa impressora é mais alto.
Ela é indicada para a impressão de etiquetas de produtos industriais e ativos, para alimentos congelados e refrigerados, para a identificação de amostras de laboratório e produtos químicos e para etiquetas de certificação e uso externo.
Comparando e escolhendo o tipo de impressora ideal
Na tabela abaixo fica mais fácil comparar os diferenciais e características de cada tipo de impressora.
| Característica | Térmica Direta | Transferência Térmica |
|---|---|---|
| Método de Impressão | Calor direto sobre papel térmico sensível | Calor transfere tinta de um ribbon para o material |
| Consumíveis | Apenas papel térmico | Etiquetas e ribbon |
| Durabilidade | Baixa; sensível a calor, luz e atrito | Alta; resistente a calor, luz, umidade e abrasão |
| Custo Operacional | Menor a curto prazo | Maior, mas justifica-se pela durabilidade |
| Manutenção | Simplificada, mas cabeça de impressão mais suscetível a desgaste | Mais envolvida, mas cabeça de impressão mais protegida |
| Variedade de Materiais | Limitada a papel térmico | Ampla (papel, sintéticos como BOPP, poliéster, vinil) |
| Aplicações Típicas | Curto prazo (envio, recibos, bilhetes) | Longo prazo (produtos, ativos, congelados, químicos) |
Sabendo desses fatores, a decisão de qual tipo de impressora é a adequada para o seu negócio deve ser feita baseada em uma análise cuidadosa das necessidades que precisam ser atendidas.
A Cabtec: sua parceira em soluções de impressão térmica
Na Cabtec você encontra os dois tipos de impressoras térmicas, a direta e de transferência térmica, de marcas renomadas como a Zebra. Nos destacamos por oferecer soluções personalizadas, experiência, inovação e compromisso com nossos clientes.
Ao escolher a Cabtec, você garante uma parceria estratégica que entrega visibilidade das informações com tecnologia de ponta. Chame nossa equipe e saiba como ter uma gama completa de tipos de impressoras térmicas e suporte especializado.
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Saiba para que serve as impressoras RFID e sua importância
A tecnologia RFID (Radio Frequency Identification), tem sido cada vez mais usada em diversos setores. Isso porque essa tecnologia tem revolucionado a forma como o gerenciamento e o rastreamento de ativos são feitos. No entanto, para que isso seja possível, é necessário contar com as impressoras RFID.
Afinal, essas impressoras são os aparelhos responsáveis pela impressão de tags com microchips, que contêm todas as informações vitais para rastreabilidade, controle de lote, validade, entre outras.
Neste texto explicamos melhor o que são esses tipos de impressoras, como elas e a tecnologia em si funcionam, e mais. Então, se você quer entender mais sobre esse assunto, continue com a leitura deste conteúdo até o final.
O que são impressoras RFID?
Como mencionado anteriormente, na introdução deste conteúdo, as impressoras RFID são equipamentos capazes de imprimir e codificar simultaneamente etiquetas com identificação por radiofrequência.
Enquanto as impressoras tradicionais apenas “transferem” tinta para um papel, as impressoras com tecnologia RFID usam uma cabeça térmica para transferir informações para a etiqueta e gravar dados em um chip integrado.
Dessa forma, as informações contidas no chip podem ser lidas e rastreadas através da radiofrequência. Isso permite a leitura mesmo de longe, ao contrário dos códigos de barras tradicionais.
Tecnologia RFID: como funciona?
A tecnologia RFID (Radio Frequency Identification), que em português é conhecida como Identificação por Radiofrequência, possibilita a comunicação sem fio entre etiquetas, muitas vezes chamadas de tags, e dispositivos de leitura. Como, por exemplo, os leitores ou scanners.
Os microchips presentes nas tags RFID possuem uma espécie de antena que permite a comunicação e o envio das informações do chip para os leitores, através das ondas de rádio.
Existem dois tipos principais de tags RFID. Sendo eles:
- Tags passivas: são mais econômicas e recomendadas para ambientes internos, principalmente para aplicações de curto prazo. No entanto, não possuem bateria própria, ficando dependentes da energia do leitor;
- Tags ativas: contem com energia própria e por isso conseguem armazenar mais dados e enviá-los à distâncias maiores.
Como funciona as impressoras RFID
Podemos separar o funcionamento das impressoras RFID em duas etapas. A primeira delas é a impressão em si. Nessa etapa não existe segredo, uma cabeça térmica é usada para realizar a aplicação de texto, gráficos ou códigos de barras na etiqueta.
Em seguida, entra a tecnologia RFID. É nesse momento que a impressora codifica o chip RFID embutido na etiqueta com informações como identificador único, dados do produto, lote e validade.
Tipos de impressoras RFID
Os tipos de impressoras RFID têm mais relação com as necessidades específicas de cada negócio e com o volume de impressão do que com outros fatores técnicos.
Por exemplo, as impressoras de mesa são mais compactas. E por isso são recomendadas para pequenas e médias produções em escritórios e lojas.
Já as impressoras industriais, como o próprio nome indica, são ideais para locais de alta demanda em fábricas e centros de distribuição. São robustas e aguentam grandes volumes de impressões.
Também existem as impressoras portáteis. Essas são ideias para operações móveis e impressão sob demanda. Por fim, existem as impressoras de alta velocidade, ideais para grandes quantidades de etiquetas em pouco tempo.
Outros equipamentos do sistema RFID
Para usufruir de todo o potencial da tecnologia RFID, é preciso conhecer os outros equipamentos que fazem parte do sistema.
Como, por exemplo, os leitores RFID, que podem ser fixos ou móveis, responsáveis por receber e transmitir ondas de rádio para se comunicar com as etiquetas. As antenas também são cruciais para essa comunicação.
Coletores de dados que fazem parte dos leitores RFID servem para a coleta e processamento de dados das tags. Os portais de leitura RFID, estruturas com múltiplas antenas e leitores, são desenvolvidos para a leitura automática de grandes volumes de itens. Principalmente em pontos de passagem.
Importância das impressoras RFID no comércio e outros setores
As impressoras RFID são vitais na automação e otimização de processos. A possibilidade de etiquetas inteligentes com informações rastreáveis oferece diversos benefícios para os negócios.
Como, por exemplo, o controle eficiente de estoque. Com a identificação rápida de produtos, o processo é otimizado e ainda garante a redução de erros e melhora a precisão do inventário.
Etiquetas com a tecnologia RFID podem ser integradas a sistemas de segurança que acionam alarmes em caso de saída não autorizada de produtos.
Contribuem para a gestão de qualidade através do fornecimento de dados detalhados sobre origem, lote e validade.
Impressoras RFID na Cabtec
A Cabtec oferece uma gama de impressoras RFID de alta qualidade, ideais para diversas aplicações. Destacam-se modelos das marcas Zebra e Sato, parceiras da Cabtec.
Dentre as impressoras Zebra disponíveis, a Cabtec oferece os modelos: Zebra ZD621R / ZD611R, Zebra ZD600 R, Zebra ZT4XXR e Zebra ZQ630R.
Já as Sato temos: Sato CL4-NX (RFID), Sato CL6-NX (RFID) e Sato CT4-LX (RFID).
Esses equipamentos garantem precisão, durabilidade e compatibilidade com diversas tags RFID, permitindo a criação eficiente e confiável de etiquetas inteligentes.
A Cabtec também oferece outros hardwares RFID, como coletores de dados, leitores e portais de leitura, para otimizar o sistema RFID de seus clientes. Converse com a nossa equipe e conheça mais sobre esses produtos!
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Suporte N1 e N2: a estratégia para o melhor atendimento
A gestão eficiente do suporte N1 e N2 é o pilar de qualquer operação de TI que busca excelência e agilidade. Em um cenário empresarial cada vez mais dependente de tecnologia, a interrupção de um sistema ou a falha de um equipamento pode gerar prejuízos significativos.
Por isso, a organização do atendimento técnico em níveis é um diferencial competitivo crucial. Um sistema de suporte escalonado otimiza recursos internos e garante a satisfação do cliente, direcionando cada demanda para o profissional mais capacitado.
Neste texto, vamos detalhar o que são o Suporte Nível 1 e Nível 2, suas diferenças, como implementá-los de forma eficaz. E apresentamos uma solução completa e ágil. Então, continue com a leitura deste conteúdo até o final!
O que define o suporte N1 e N2?
A organização do suporte técnico em níveis é uma estratégia de escalonamento de chamados que visa acelerar os fluxos de atendimento. Essa hierarquia garante que o cliente receba a assistência mais rápida e eficaz possível.
Nos tópicos abaixo explicamos melhor o que é cada tipo de suporte. Confira.
Suporte N1 (Nível 1): a linha de frente do atendimento
O Suporte Nível 1, ou N1, é o primeiro ponto de contato. Sendo assim, é o responsável pelo acolhimento, diagnóstico inicial e resolução de problemas. No entanto, esses problemas devem ser de baixa complexidade.
A principal função do N1 é atuar como um filtro. Os profissionais deste nível são generalistas, focados em comunicação e triagem. Eles utilizam uma base de conhecimento e scripts predefinidos para solucionar dúvidas comuns. Como problemas de login, por exemplo.
O objetivo primordial é a resolução no primeiro contato, garantindo agilidade e desafogando os níveis mais especializados. Quando o problema não pode ser resolvido imediatamente, o agente N1 registra o ticket, qualifica a demanda e coleta o máximo de informações, para só então fazer o encaminhamento para uma área mais especializada.
Suporte N2 (Nível 2): a especialização tática
O Suporte Nível 2, ou N2, lida com as demandas de complexidade moderada que foram escalonadas pelo N1. Este nível exige um conhecimento técnico mais aprofundado. A capacidade de fazer análises mais detalhadas também é exigida nesse nível.
Os profissionais do N2 são especialistas nos assuntos que resolvem. Eles reúnem os dados coletados pelo N1, fazem uma análise profunda do incidente e buscam a solução mais adequada, frequentemente utilizando ferramentas de acesso remoto.
O N2 atua como uma ponte tática: ele resolve a maioria dos problemas que o N1 não consegue, evitando que a demanda chegue ao Nível 3 (N3), que é reservado para problemas de alta complexidade.
De certo modo, a eficiência do N2 depende diretamente da qualidade da triagem e da coleta de dados realizada pelo N1.
Diferenças cruciais e importância do escalonamento
A diferença fundamental entre o suporte N1 e N2 reside na complexidade dos problemas que cada um é capaz de resolver e no perfil dos profissionais envolvidos.
O N1 é rápido, de baixo custo e focado no volume de atendimentos, enquanto o N2 é mais lento, mais caro e focado na profundidade da análise e na solução.
O escalonamento eficaz entre esses níveis é o que define a qualidade do serviço. Se o N1 falha na triagem, o N2 pode ficar sobrecarregado com problemas simples. Por outro lado, se o N2 não é acionado rapidamente, o cliente sofre com a demora.
A organização do suporte N1 e N2 em um fluxo bem definido aumenta a agilidade do atendimento e a satisfação do cliente. Visto que ele percebe que sua demanda está sendo tratada pelo nível de especialização adequado.
Como implementar um suporte N1 e N2 eficaz
A implementação de um sistema de suporte N1 e N2 exige um planejamento estratégico que envolva tecnologia, processos e pessoas.
Para o N1, é crucial ter uma base de conhecimento robusta, com procedimentos padronizados e respostas para perguntas frequentes. Já o N2 deve contar com treinamento contínuo para aprofundamento técnico em soluções complexas.
Ambos os níveis dependem de ferramentas de gestão de tickets eficientes para rastrear, priorizar e garantir a transição suave dos chamados. O monitoramento de métricas como o tempo médio de primeira resposta (N1) e o tempo médio de resolução (N2) é fundamental para otimizar o fluxo e garantir a agilidade.
Cabtec Go Flexx: a solução completa com suporte N1 e N2
A implementação de um suporte N1 e N2 robusto e integrado exige um parceiro de tecnologia que entenda a criticidade da sua operação. É aqui que o Go Flexx da Cabtec se apresenta como a solução ideal.
O Go Flexx é um serviço completo de sustentação de operações que elimina a incerteza e a possibilidade de paradas não programadas. A Cabtec integra de forma nativa os dois níveis de suporte, garantindo um atendimento ágil e especializado.
Com o Go Flexx, a Cabtec oferece não apenas o suporte N1 e N2, mas uma gestão completa e proativa da sua infraestrutura.
O serviço inclui uma plataforma web de chamados, monitoramento com Inteligência Artificial para intervenções preditivas e, o mais importante, a inclusão do Atendimento em Campo para os casos de alta complexidade que exigem a presença física de um técnico.
Além disso, o Go Flexx oferece cobertura total de peças e um percentual de backup de equipamentos, garantindo que a sua operação não pague o preço da incerteza.
Ao contratar o Go Flexx, sua empresa garante um fluxo de suporte otimizado, onde o N1 faz a triagem rápida, o N2 aplica a solução técnica especializada e o N3 entra em ação quando necessário, tudo sob a gestão de um único parceiro.
Conclusão
O suporte N1 e N2 é mais do que uma divisão de tarefas. É uma estratégia de continuidade de negócios. A capacidade de resolver problemas de forma rápida e eficiente, escalonando-os corretamente, é o que mantém a produtividade e a satisfação do cliente em alta.
Não deixe a sustentação da sua operação ao acaso. Conheça o Go Flexx da Cabtec e descubra como ter um suporte técnico completo, ágil e proativo, garantindo que a sua empresa esteja sempre no controle.
Agende uma conversa com nossos especialistas e tenha o melhor suporte!
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Veja as diferenças entre coletor de dados e leitor de código
Coletor de dados e leitor de código são termos que frequentemente aparecem juntos nos setores comercial, logístico e também quando o assunto é gestão de estoques. Pelo fato de ambos servirem para capturar informações com rapidez e precisão, muitas pessoas os confundem, acreditando que são a mesma coisa.
No entanto, eles não são sinônimos. Cada um deles conta com suas próprias características e indicações de aplicações. Saber onde cada um se encaixa evita compras equivocadas, reduz erros operacionais e melhora a produtividade.
Para acabar com a ideia errônea de que ambos são iguais, elaboramos este texto. Então, para esclarecer as dúvidas sobre esse assunto, continue lendo este conteúdo até o final!
Entenda as diferenças entre coletor de dados e leitor de código de barras
O leitor de código de barras é um equipamento desenvolvido para decodificar códigos 1D e 2D, como QR Codes, por exemplo. Ele lê o código e envia as informações imediatamente a um sistema conectado, podendo ser um computador ou outro dispositivo.
Em geral, o leitor de código não possui memória interna relevante nem recursos de processamento autônomo. Ou seja, ele funciona como um dispositivo externo que depende de outro hardware ou software para registrar e tratar os dados.
Já o coletor de dados é um dispositivo mais completo, que conta com sistema operacional capaz de ler códigos de barras e etiquetas RFID. Além de conseguir armazenar informações, executar aplicativos e realizar validações no próprio dispositivo.
Ou seja, o leitor de código possui leitura rápida e precisa, mas depende de outro dispositivo para fazer a gestão das informações. Possui mobilidade limitada ao alcance da conexão e do posto de trabalho. No entanto, o custo é mais baixo. Esse é um aparelho ideal para tarefas de baixa complexidade.
Enquanto isso, o coletor de dados consegue armazenar grandes volumes de dados, conta com entrada manual de campos adicionais e a conectividade é avançada. E, sua mobilidade é alta, podendo se deslocar em locais grandes, como armazéns, pátios, entre outros.
Onde o leitor de código é mais usado
O leitor de código de barras costuma ser usado nas seguintes situações:
- Leitura de ingressos ou crachás em catracas e portarias de eventos e shows;
- Registro de vendas no caixa do varejo;
- Em situações em que basta “ler e enviar” o código sem precisar armazenar as informações.
No entanto, esse dispositivo pode ser usado em setores além do varejo e das compras. Para saber mais sobre as aplicações do leitor de código de barras, leia este conteúdo sobre o assunto.
Onde o coletor de dados é mais usado
Já o coletor de dados é mais usado nas situações abaixo:
- Em contagens cíclicas e gerais em grandes áreas, sendo ótimo para realizar o inventário de estoque;
- Na gestão de ativos, através do rastreio e atualização de patrimônio em campo;
- Em armazéns, voltados para a logística, para o recebimento, separação, expedição e conferência de pedidos.
Quando usar leitor de código e quando usar coletor de dados
Sabendo a diferença das funcionalidades e de tudo que o coletor de dados e o leitor de código têm a oferecer, fica mais fácil entender qual dos dispositivos deve ser usado em determinada situação.
Mas, para não cometer erros, basta pensar em alguns pontos determinantes. Como, por exemplo, no volume de leitura de códigos, se o dispositivo ficará em um ponto fixo do local ou se precisa de mobilidade e se a tarefa consiste em algo mais simples.
Nesses casos, o ideal é optar pelo leitor de códigos. Além disso, essa opção é ótima para quem está com pouco orçamento no momento.
Agora, se o volume de leitura é alto, as tarefas são mais complexas, exigindo armazenamento interno, o dispositivo será usado em áreas extensas e externas e o sinal da rede da internet é inconstante, o ideal é optar pelo coletor de dados.
Conclusão
Leitor de código de barras e coletor de dados coexistem e se complementam em muitas operações. Enquanto o leitor se destaca na leitura rápida e contínua quando há um sistema pronto para receber os dados em tempo real, o coletor entrega autonomia, mobilidade e inteligência no ponto de captura.
Ao mapear a complexidade do seu fluxo, o nível de mobilidade, a necessidade de campos adicionais e o orçamento, você identifica claramente qual tecnologia gera mais valor para o seu negócio.
Na Cabtec você encontra ambos os dispositivos, além de muitos outros! Confira nossos serviços e produtos!
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Conheça os benefícios do coletor de dados para estoque
O estoque de uma loja ou empresa que comercializa produtos é uma parte vital para o sucesso. Por isso, é fundamental ter um inventário eficiente. Para otimizar essa tarefa, recomendamos o uso do coletor de dados para estoque.
Esse produto não só agiliza o processo de contagem, mas também minimiza erros e proporciona uma visão mais precisa e em tempo real do inventário. Além de proporcionar diversas vantagens.
Neste artigo falamos como essa tecnologia funciona, suas vantagens e como ela pode transformar a eficiência operacional de um negócio. Além de dar dicas de onde encontrar soluções com essa tecnologia.
Então, para saber como otimizar suas operações de forma segura, continue lendo este conteúdo até o final!
Coletor de dados para estoque: o que é?
Um coletor de dados é um dispositivo portátil, semelhante a um smartphone, projetado para ler, armazenar e transmitir informações de códigos de barras, QR codes e etiquetas RFID.
No contexto de um inventário de estoque, ele funciona como uma ferramenta de automação que substitui a contagem manual, propensa a erros e que demanda muito tempo dos colaboradores destinados a esta tarefa.
Ao fazer o inventário utilizando um coletor de dados para estoque, os funcionários podem escanear os produtos e registrar as informações diretamente em um sistema de gestão (ERP ou WMS), garantindo a precisão e a agilidade do processo.
Como funciona o coletor de dados?
De forma resumida, podemos dizer que um coletor de dados atua como uma “prancheta digital” que está conectada à um ERP ou a um Sistema de Gerenciamento de Armazém (WMS).
Para que seja possível a utilização do coletor de dados no inventário de estoque, é preciso primeiro importar para o aparelho informações como códigos, descrições, localização, e quando possível, o valor de cada item do estoque.
Com base nessas informações, quando for necessário fazer o inventário, os colaboradores passam pelo estoque lendo códigos de barras 1D/2D ou a tags RFID, registrando quantidade, lote e localização.
O envio das leituras pode ocorrer em tempo real, via Wi‑Fi ou 4G. Ou ainda de forma offline, com a sincronização das informações escaneadas sendo feita posteriormente, garantindo continuidade mesmo em áreas com baixa cobertura de conexão com a internet.
Contar com esse dispositivo e tecnologia ajuda a padronizar a coleta. Assim como também reduz o tempo de execução e aumenta a acuracidade, quando comparado a planilhas e formulários manuais.
Além disso, o mesmo dispositivo pode ser usado na separação de pedidos, auditoria de preços em gôndola, expedição e conferência de saída, centralizando processos e dados num único ponto de captura.
Vantagens do coletor de dados para inventário
A adoção de coletores de dados para o inventário de estoque traz uma série de benefícios que impactam diretamente a eficiência e a lucratividade das empresas.
Dentre as principais vantagens podemos destacar as seguintes:
- Agilidade e produtividade: a leitura automatizada dos códigos é significativamente mais rápida do que a contagem manual, permitindo que as equipes realizem o inventário em menos tempo e com maior frequência. Isso, além de aumentar a produtividade geral, deixa os colaboradores livres para tarefas estratégicas;
- Redução de erros humanos: quando o inventário é feito de forma manual, é comum ocorrer erros na digitação dos códigos. Com o uso do coletor de dados, esse erro deixa de existir. Isso minimiza divergências entre o estoque físico e o sistema, evitando perdas financeiras e retrabalho;
- Precisão do estoque: a acuracidade do estoque aumenta consideravelmente quando um coletor é usado. sso significa que a empresa tem uma visão real do que possui em seu armazém, facilitando a tomada de decisões sobre compras, vendas e planejamento de produção;
- Controle em tempo real: alguns coletores de dados permitem a sincronização em tempo real com o sistema de gestão. Isso proporciona uma visão atualizada do estoque a qualquer momento;
- Otimização: os coletores de dados podem ser utilizados em diversas outras etapas da cadeia de suprimentos. Como, por exemplo, no recebimento de mercadorias, separação de pedidos, expedição e auditoria de preços. Isso otimiza os processos internos, reduzindo gargalos e melhorando o fluxo de trabalho;
- Redução de custos operacionais: a combinação de agilidade, redução de erros e otimização de processos resulta em uma significativa redução de custos operacionais;
- Tomada de decisão assertiva: com base nas informações passadas através dos coletores, os gestores podem tomar decisões mais assertivas e estratégicas. Isso inclui desde a definição de políticas de compra e venda até a otimização do layout do armazém, passando ainda pela identificação de produtos com baixa rotatividade.
Essas vantagens mostram como um coletor de dados para estoque é capaz de transformar um processo complexo em uma operação eficiente e estratégica.
Onde conseguir coletor de dados para estoque
Para empresas que buscam otimizar seus processos de inventário e gestão de estoque, a aquisição ou locação de coletores de dados é um passo fundamental. Optar por comprar ou alugar um coletor de dados depende sempre da necessidade de cada negócio.
No entanto, na maioria das vezes, optar pelo aluguel é a melhor opção. Isso porque o custo do investimento inicial no caso de locação é muito mais em conta. Sem contar que as versões do Android estão em constante atualização, e isso pode ser um desafio para quem compra o equipamento.
Nos casos de coletor de dados alugados, é garantido que o equipamento seja de última geração e atualizado. Dessa forma, a empresa não precisa ficar com equipamentos obsoletos ocupando espaço.
Além disso, ao contratar os serviços de outsourcing de mobilidade da Cabtec, a empresa contratante ainda conta com todo o suporte
Empresas especializadas em locar esses equipamentos costumam oferecer além do suporte técnico um pacote de serviços que visam garantir a sua operação. Além de sempre contar com equipamentos atualizados e modernos.
A Cabtec oferece soluções completas de outsourcing de mobilidade, incluindo coletores de dados de alta performance. Com a Cabtec, você não apenas aluga um coletor de dados, mas adquire um parceiro estratégico que entende a importância da mobilidade e da gestão eficiente para o sucesso do seu negócio.
Seja para inventários, recebimento, expedição ou outras operações, a Cabtec oferece a tecnologia e o suporte necessários para otimizar seus processos e garantir a acuracidade dos seus dados. Converse com nossos especialistas para saber mais sobre nossas soluções!
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BOPP ou Couchê: Qual é o Ideal para Congelados?

Outro dia, passando perto de uma geladeira de congelados em um supermercado aqui em Belo Horizonte, presenciei a conversa de dois funcionários da loja, indignados porque uma cliente trocou a etiqueta da picanha por uma carne mais barata.
Na ocasião, a cola da etiqueta havia congelado e ela estava praticamente solta na peça, o que facilitou a ação da infratora.
Se você trabalha com produtos congelados, a escolha da etiqueta certa é crucial para garantir a qualidade, segurança e apresentação do seu item. Mas, com tantas opções no mercado, como saber qual material é o ideal? Neste artigo, vamos desvendar as diferenças entre as etiquetas BOPP e Couchê e te ajudar a tomar a decisão mais assertiva para o seu negócio.
O que é BOPP?
BOPP significa BioOriented PolyPropylene, um filme plástico de alta resistência e durabilidade.
É comumente utilizado na produção de diversos tipos de etiquetas, incluindo as voltadas para produtos congelados.

O BOPP suporta temperaturas extremas sem se romper ou deformar, ideal para produtos que passam por processos de congelamento e descongelamento. Além disso, o material não absorve água, mesmo em ambientes úmidos ou congelados, garantindo a integridade da etiqueta e a legibilidade das informações.
Ele se adere firmemente a diversos tipos de superfícies, mesmo em ambientes úmidos ou com condensação. O BOPP está disponível Bopp fosco, brilhante, branco, transparente ou outras opções, atendendo às necessidades específicas de cada produto.
O que é Couchê?
O Couchê é um tipo de papel com superfície lisa e brilhante, ideal para impressão de alta qualidade. É frequentemente utilizado em rótulos e etiquetas para diversos produtos.
O Couchê proporciona um acabamento premium e sofisticado para as etiquetas, valorizando a aparência do produto. O material permite impressão com alta resolução e cores vibrantes, destacando as informações do produto. O Couchê aceita escrita com canetas esferográficas, permitindo anotações manuais na própria etiqueta.
Afinal, qual material devo escolher?
A escolha entre BOPP e Couchê para produtos congelados depende de alguns fatores:
- Tempo de permanência no produto: Se a resistência à água e umidade é crucial, o BOPP é a melhor opção.
- Aparência: Já se o acabamento premium e a qualidade de impressão são mais importantes, o BOPP pode ser a escolha ideal.
- Custo: O Couchê geralmente é mais acessível que o BOPP.
- Necessidade de anotações: Se a etiqueta precisa ser utilizada para anotações manuais, o Couchê é a melhor escolha. No Bopp, é possível escrever, no entanto, é necessário esperar alguns segundos para a tinta não borrar.
Por sua resistência a umidade a ao congelamento, o BOPP é o mais adequado para produtos congelados. Ou seja, ele não vai encharcar e se deteriorar, o que não é algo positivo para a sua marca, como ou couchê teria, por exemplo.
Em contrapartida, é importante ressaltar a escolha da cola da sua etiqueta também. A cola acrílica, congela, já a cola borracha não. Então, para que seu produto não sofra riscos como o do supermercado que citei no início, opte pelo BOPP com a cola borracha e garanta etiquetas de alta qualidade a aplicabilidade.
Onde encontro etiquetas para meus produtos congelados?
Na Cabtec Suprimentos, já produzimos mais de sete mil modelos de etiquetas diferentes para os mais variados segmentos de mercado.
Nosso time conta com especialistas no assunto que irão sugerir o material mais adequado para a sua operação e você comprovará a qualidade das nossas etiquetas testando as nossas amostras.
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A tecnologia RFID em laboratórios clínicos e farmacêuticos
Inovação e eficiência em laboratórios clínicos e farmacêuticos: o papel transformador da tecnologia RFID
A indústria farmacêutica e os laboratórios clínicos são pilares fundamentais na promoção da saúde e do bem-estar da sociedade. Em um mundo onde a precisão, a segurança e a eficiência são vitais, a tecnologia de Identificação por Radiofrequência (RFID) surgiu como uma ferramenta essencial para a transformação destes setores. Através da implementação de soluções RFID, foram alcançados progressos significativos em áreas chave como rastreabilidade, segurança do paciente, gestão de inventário e otimização de processos, o que por sua vez melhorou a qualidade do serviço e dos cuidados médicos.
Aprimoramento da rastreabilidade e do gerenciamento de estoque

A rastreabilidade de produtos é um aspecto crítico em laboratórios clínicos e na indústria farmacêutica. As soluções RFID permitem o rastreamento detalhado de cada produto desde a origem até a entrega final. Ao atribuir etiquetas RFID a cada item, contendo informações vitais como número de lote, data de fabricação e data de validade, é alcançada uma rastreabilidade precisa e confiável. Estas etiquetas podem suportar condições extremas, como altas temperaturas e produtos químicos, garantindo a integridade das informações mesmo em ambientes desafiadores.

Luta contra medicamentos falsificados
Os medicamentos falsificados são um problema grave que afeta a saúde pública e a segurança dos pacientes. As soluções RFID oferecem um método robusto para combater este problema, pois cada etiqueta possui um número único, dificultando a introdução de produtos falsificados no mercado. Além disso, o rastreamento de produtos em tempo real permite a rápida identificação e retirada de lotes afetados em caso de problemas de qualidade ou segurança. Esta capacidade de resposta ágil ajuda a proteger os pacientes e fortalece a confiança na cadeia de abastecimento farmacêutico.
Otimização de Processos e Personalização de Tratamentos
Na área de laboratórios clínicos, a tecnologia RFID otimiza processos ao permitir a identificação rápida e automatizada de amostras, materiais e equipamentos inter-relacionados. Isso reduz a possibilidade de erro humano e acelera a localização de dados específicos. Na indústria farmacêutica, a personalização do tratamento se beneficia muito do RFID, pois permite a rotulagem precisa dos medicamentos personalizados, facilitando assim o seu armazenamento, transporte e documentação. Esta capacidade de personalização não só melhora a eficiência operacional, mas também pode levar a melhores resultados para os pacientes, adaptando os tratamentos às suas necessidades individuais.
Segurança do Paciente e Controle de Qualidade

A segurança do paciente é de extrema importância em qualquer ambiente médico. As soluções RFID desempenham um papel crucial na garantia da autenticidade e qualidade dos medicamentos. A tecnologia RFID garante que cada produto atenda aos padrões de qualidade e segurança, desde a produção até o ponto de venda. Isto não só melhora a segurança dos pacientes, mas também fortalece a confiança na indústria farmacêutica e nos serviços de laboratórios clínicos.
Transformando a rastreabilidade no setor da saúde com soluções RFID da Kyubi System
A implementação das soluções RFID da Kyubi System em laboratórios clínicos e na indústria farmacêutica representa um salto em direção à modernização e eficiência no setor da saúde. Com a capacidade de melhorar a rastreabilidade, combater a falsificação, otimizar processos e garantir a segurança do paciente, as soluções de tecnologia RFID da Kyubi System posiciona-se como um componente indispensável para o futuro da saúde pública e privada. Estas inovações melhoram continuamente a qualidade dos cuidados de saúde e contribuem para um mundo mais seguro e saudável para todos.

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O Dia Internacional do Rock e o RFID
O dia 13 de julho é amplamente reconhecido no Brasil como o Dia Internacional do Rock. Essa data é celebrada anualmente em todo o país como uma homenagem ao rock e tem suas raízes no histórico evento conhecido como Live Aid, realizado exatamente nesse dia em 1985.
Nesse ínterim, a celebração do Dia Mundial do Rock é uma referência ao desejo expresso por Phil Collins, um dos participantes do evento, que sugeriu que aquela data fosse considerada o “dia mundial do rock”.
O Surgimento do Rock
O surgimento do rock é um marco na história da música, e seu desenvolvimento pode ser traçado até meados do século XX.
O rock nasceu nos Estados Unidos como resultado da mistura de vários estilos musicais, incluindo jazz, folk, country e rhythm and blues.
O rock não é apenas um gênero musical, mas também um estilo de vida que abrange uma ampla gama de atitudes, valores e estéticas.
O rock é associado a uma forma de expressão que transcende a música e se estende para a moda, a arte, o comportamento e até mesmo as questões sociais e políticas.
O uso da tecnologia RFID na organização de Eventos de Rock
Aproveitamos o Dia Internacional do Rock, para trazer um pouco sobre como o uso da tecnologia RFID nesse contexto pode trazer uma série de benefícios para os participantes e organizadores de eventos de rock, aprimorando a experiência geral.
Dessa forma, aqui estão algumas maneiras pelas quais esses dois elementos se relacionam:
- Controle de acesso simplificado: O RFID permite automatizar o processo de entrada nos eventos de rock. Em vez de ingressos em papel ou documentos físicos, os participantes podem ter pulseiras, crachás ou ingressos equipados com tags RFID. Ao passar pela área de leitura, sua identificação é verificada instantaneamente, agilizando o fluxo de entrada e eliminando filas demoradas.
- Pagamento conveniente: Utilização da tecnologia RFID para integrar sistemas de pagamento por aproximação nos eventos de rock. Assim, os participantes podem vincular suas informações financeiras às tags RFID em suas pulseiras ou crachás, permitindo transações rápidas e seguras dentro do evento. Isso elimina a necessidade de carregar dinheiro ou cartões de crédito, tornando a experiência de compra mais prática e conveniente.
- Gerenciamento do staff e segurança: Utilização das tags RFID para controlar a presença e os horários dos funcionários do evento. Os organizadores podem monitorar a localização dos membros da equipe, melhorando o gerenciamento e a coordenação das operações. Além disso, a tecnologia RFID pode contribuir para a segurança do evento, garantindo que apenas pessoas autorizadas tenham acesso a áreas restritas.
Aqui na Cabtec by Kyubi, somos Especialistas na Tecnologia RFID
Nossa Head de RFID, Dra. Renata Rampim, autora do capítulo internacional UHF RFID in a Metallic Harsh Environment, uma das organizadoras e autoras de vários capítulos do primeiro livro sobre RFID, voltado para a realidade brasileira: Implementando RFID na cadeia de negócios e autora do livro: Internet das coisas sem mistérios: uma nova inteligência para os negócios, está à frente de todas as demandas de RFID da companhia, juntamente com profissionais capacitados na entrega de projetos de engenharia que tem como propósito serem precursores para criação de valor para o negócio de nossos clientes.
Além disso, Contamos também com uma fábrica inovadora de etiquetas RFID, com etiquetas autoadesivas, Tag’s e inlays. Atendemos às necessidades de sua empresa, mesmo para otimização de performance de sistemas RFID já implementados. Escolha quem realmente entende das suas necessidades.
Você traz o seu desafio e juntos e desempenhamos o escopo de serviços adequado para sustentar a sua operação.
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