MINHA ETIQUETA DE IDENTIFICAÇÃO APAGA COM ÁLCOOL?
Sua etiqueta de identificação já foi especificada desde o início da operação e atende perfeitamente ao ambiente em que é exposta.
Entretanto, em tempos de pandemia, onde a orientação é higienizar os produtos com álcool antes do armazenamento, tem sido comum vermos clientes “dando banho” em pacote de batata palha, não é mesmo?
Todo cuidado é pouco diante de um cenário de incertezas sanitárias e a tendência é que o consumidor se preocupe cada vez mais com a higienização dos seus produtos.
Por isso, vale a pena repensar a especificação da sua etiqueta, e se o seu produto se enquadra nesse “novo normal”.
Do que falaremos?
Neste artigo, vamos explicar sobre alguns tipos de materiais, colas e seu comportamento ao entrarem em contato com o álcool e também submersos em água.
Além disso, vamos propor algumas alternativas para aumentar a resistência, caso você não queira mudanças significativas na sua especificação nesse momento.
Então, continue lendo e saiba mais sobre o assunto!
Etiqueta de identificação de Couchê X Bopp X Papel Térmico
Inicialmente, é preciso saber a diferença entre cada um desses materiais.
Papel Couchê
O Couchê, considerado um papel comum, é indicado para ambientes secos, por se desfazer com facilidade, apesar de poder ser refrigerado por poucos dias. O ribbon indicado para utilização no Couchê é o Ribbon Cera.
Para o Ribbon Cera, a orientação do principal fabricante, IImak, é “estocar em local seco, longe de fontes de calor ou raios solares e manter o rolo dentro de sua embalagem original até a hora de usar, principalmente em ambientes mais úmidos”.
Filme Bopp
Já o Filme Bopp, que é um filme plástico, é indicado para ambientes secos e molhados e resiste bem a imersão em líquidos. O Ribbon ideal para utilização no Bopp é o Ribbon Misto e isso deve ser observado na aquisição.
O Ribbon Misto é resistente a manuseio intenso, abrasão e elementos externos. Ele resiste a um percentual de umidade relativo de 20 – 85%.
Papel Térmico
O Papel Térmico pode ser imerso em água, pois tem tripla proteção química contra água, porém não resiste bem a todos os solventes. Em testes onde esfregamos um pano embebido em álcool é nítido que as informações ficam borradas e até apagadas.
Como você já sabe, o Papel Térmico não utiliza Ribbon, mas como estamos analisando a resistência a álcool, definitivamente essa não é uma opção.
E as tintas utilizadas nas etiquetas de identificação pré impressas na flexografia?
Primeiramente, você sabe como funciona a flexografia? Bom, ela é uma forma de impressão em relevo rotativo, que utiliza um clichê de borracha (ou foto polímero), com a imagem que aparecerá na sua etiqueta.
Então, a impressão é feita de forma similar a um carimbo, de forma que o clichê passa pela tinta em estado líquido, encosta no papel branco e as partes do clichê que estão em alto relevo, preenchem o papel com a tinta, que seca instantaneamente.

Sobre essas tintas flexográficas, existem aquelas que são a base de água, solvente e outras a base UV, verniz UV.
Se formos classificar essas tintas quanto à sua resistência à agua e álcool, em uma escala de 1 a 10, onde 1 é pouco resistente e 10 é muito resistente, ficaria assim:

E existe solução para aumentar a resistência da minha etiqueta de identificação?
Embora cada papel e filme seja indicado para um tipo de ambiente e aplicação, existem algumas manobras que podemos fazer para aumentar a resistência da sua etiqueta de identificação que poderá, temporariamente, solucionar o problema.
A primeira alternativa é a aplicação de verniz no processo de pré-impressão. Existem vários tipos de verniz que aumentam a resistência de aplicação.
A atenção especial sobre o verniz é a homologação quanto a capacidade de impressão com Ribbon sobre ele, quanto mais proteção, menor a possibilidade de suportarem impressão.
Uma segunda alternativa plausível é a laminação da etiqueta. O processo de laminação consiste na aplicação de uma fina película em filme em seu processo produtivo.
Dessa forma, sua etiqueta ficará resistente, porém também com uma gramatura maior, por isso sempre recomendamos que seja feita a homologação prévia de qualquer nova especificação.
Afinal, sua etiqueta de identificação apaga ou não com álcool?
Depois dessa explicação detalhada sobre sua etiqueta, conseguiu chegar a uma conclusão?
Se você precisar aumentar a resistência da sua etiqueta, nosso time é formado por especialistas com anos de experiência na especificação e homologação de insumos para os mais diversos mercados e podemos ajudar você!
Fale com um de nossos especialistas!

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Prevenção e controle de perdas na prática para sua empresa
Prevenção e controle de perda é um assunto que temos escutado muito e surge a impressão de ser mais um tema do momento, mas não é bem assim.
Mas afinal, você sabe o que é prevenção e controle de perdas ou só ouviu falar?
Bom, a prevenção e controle de perdas é uma técnica de gestão organizacional que envolve vários processos e ferramentas, com objetivo de prevenir, combater e eliminar perdas potenciais – como o próprio nome sugere -, além de ser uma ferramenta poderosa de proteção do patrimônio da organização, agindo diretamente no combate ao desperdício, às fraudes e furtos.
Bonito de se ler não é? Mas como colocar em prática?
Primeiramente, é interessante que você saiba o porquê da importância do controle e prevenção de perdas aí na sua gestão.
Com as técnicas de prevenção e controle de perdas, você age diretamente na causa do problema e não fica “enxugando gelo”, se preocupando com a consequência, que na maioria das vezes é a perda de lucro.
Você combate as falhas que ocasionam as perdas, e esse controle atua diretamente no desperdício, reduzindo gastos desnecessários e consequentemente trazendo seu lucro de volta.
Resumindo, é uma forma que você tem de manter o controle em suas mãos, melhorando a saúde financeira do seu negócio.
Neste artigo traremos dicas práticas que você pode aplicar já em sua organização e sentir os resultados rapidamente. Vamos lá?
01 – Se preocupe com a tríade: Pessoas, Processos e Tecnologia

Ao se pensar na implantação das técnicas de prevenção e controle de perdas, não tem como descartar a necessidade de revisão dos seus processos internos, treinamento e adesão do seu time e uma ótima ferramenta tecnológica para apoiar a gestão.
Não adianta comprar a mais alta tecnologia, se a tríade não estiver bem coesa. É fundamental que você adeque o uso da ferramenta aos processos estabelecidos e mais importante ainda é desenvolver esse trabalho de forma muito alinhada com as pessoas envolvidas.
02 – Pensando em processos
Implantação de um controle eficaz do seu estoque
Pare tudo se você está pensando em prevenção e controle de perdas, se faz o controle do seu estoque com prancheta e planilha de Excel. Esqueça isso.
A automatização dos processos internos do seu estoque gera visibilidade online do andamento do Recebimento, Armazenamento, Separação e Expedição, o que permite que você possa atuar imediatamente em gaps que surgirem.
Sendo assim, não siga em frente sem pesquisar mais profundamente sobre as melhores práticas para implantação de coletores de dados, impressoras de código de barras e etiquetas de código de barras. Mais para frente falaremos ainda sobre o WMS.
Criação e divulgação do processo/ política interna
Conforme falamos, tecnologia sem um processo bem definido e pessoas engajadas, é custo.
Sendo assim, entenda seus processos internos, envolva as pessoas que considera formadoras de opinião dentro do seu negócio e desenvolva um processo totalmente voltado para prevenção de controle de perdas, mas que esteja alinhado com a sua realidade.
Um fato que você deve ter em mente: processo descrito só para burocratizar o dia a dia do usuário, será burlado.
03 – Cuidando de pessoas
Criação de um núcleo focado em prevenção e controle de perdas
Toda empresa possui em cada setor um líder nato, formador de opinião e que influencia as pessoas ao seu redor. Traga esses influenciadores para perto.
Crie um núcleo de prevenção e controle de perdas e o mantenha na linha de frente na implantação da nova cultura. Faça com que esse núcleo participe, desde a descrição do processo até a escolha do software e implantação das técnicas.
Implantação de indicadores de desempenho
Você quer que a sua cultura de prevenção e controle de perdas cresça dentro da sua empresa, e, para isso, é preciso avaliar constantemente o desempenho, saber se está alcançando as metas que foram traçadas no planejamento do projeto.
Esses indicadores o ajudarão a ter o máximo de visibilidade possível do andamento e resultado da prevenção e controle de perdas.
Assim, com esses indicadores você conseguirá melhorar ou modificar a estratégia de acordo com esses dados.
Treinamento e monitoramento contínuo do time
Comunicação é fundamental. Aposte no apoio do seu núcleo de prevenção e controle de perdas, para criar um cronograma de treinamento contínuo sobre o tema.
É preciso convencer a todo o time sobre o uso consciente dos recursos e como as perdas impactam os resultados do negócio de forma negativa.
Se a empresa cresce, eles crescem também. É importante que seus usuários se sintam pertencentes ao processo e também cuidem para que ele seja um sucesso crescente.
04 – Aposte em tecnologia
Como eu disse, não considere implantar um processo muito bem elaborado de prevenção e controle de perdas sem a automatização dos seus processos internos e, para isso, você precisará também de um bom WMS e um ERP.
Inclusive, escrevi esse artigo aqui que explica a diferença entre eles, vale a pena ler.
Resumindo, o ERP e o WMS se completam como ferramentas estratégicas de apoio na gestão do controle de armazenagem e expedição de produtos da sua empresa e saber como eles podem ser seus aliados no dia a dia é fundamental.
Ou seja, você pode e definitivamente é uma boa ideia colocá-los para trabalhar juntos: o seu ERP e o WMS. Use a tecnologia para entregar a assertividade e a resposta rápida que você precisa na prevenção e controle de perdas.
E como a Cabtec pode lhe ajudar nisso?
A Cabtec é uma empresa especialista em outsourcing de rastreabilidade, identificação de captura automática de dados.
Como poucas, é uma empresa que atua no processo de automatização por completo, desde no outsourcing de hardware, etiquetas de código de barras e ribbons além de toda sustentação da operação dos clientes, atuando fortemente na entrega de resultados positivos que são facilmente medidos através dos indicadores que você implantou na prevenção e controle de perdas.
Além disso tudo, a Cabtec possui o GTI Plug, que é um WMS que foi projetado para ser simples. Por isso, ele é online, de fácil implementação, integra com os mais robustos ERPs do mercado.
Ele é preparado tanto para o código de barras quanto RFID, tem uma interface amigável e responsiva além de possuir seu formato de cobrança por mensalidade, com planos mensais e anuais.
Então, se podemos simplificar, para quê complicar, não é mesmo?
Entre em contato agora com um de nossos especialistas e vamos conversar sobre seu projeto de prevenção e controle de perdas.

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CAPEX ou OPEX: qual a melhor modalidade para investir em coletores de dados e impressoras térmicas?
CAPEX ou OPEX ? Aquisição ou Serviços? Qual estratégia adotar? Você é uma indústria, que já automatizou seu processo de identificação e rastreabilidade de dados ou está em fase de desenho de escopo do seu projeto e surgiu aquela dúvida?
Nesse sentido, escrevemos este artigo que detalha cada uma das modalidades de contratação e esclarece as principais dúvidas.
CAPEX E OPEX: Conceituando
A sigla CAPEX vem do inglês Capital Expenditure e significa Despesas de Capitais ou Investimentos em Bens de Capitais.
Portanto, o CAPEX envolve todos os custos relacionados à aquisição de equipamentos e instalações que visam a melhoria de um produto, serviço ou da empresa em si (pode ser desde uma impressora até melhorias em bens como o terreno da empresa, por exemplo).
Por outro lado, OPEX ou Operational Expenditure significa despesas operacionais.
Diferentemente do CAPEX, o OPEX relaciona todos os custos operacionais: manutenção, salários dos funcionários, contratação de serviços, despesas de consumo, etc.
Mas o que isso significa?
Primeiramente, vamos trazer os termos CAPEX e OPEX para a nossa realidade de implantação de coletores de dados e impressoras térmicas.
Na modalidade CAPEX você compra os equipamentos, ou seja, realiza o investimento inicial e pode optar pela contratação de um parceiro para realizar a sustentação ou assumir o risco de fazê-la através de orçamentos avulsos e pontuais.
Já na modalidade OPEX, você pode optar por três opções disponíveis no mercado:
- Locação pura
- Leasing operacional
- Outsourcing
A diferença entre Locação, Leasing Operacional e Outsourcing
Na Locação pura e no Leasing operacional, você aluga ou contrata os coletores de dados e impressoras térmicas e assume a responsabilidade da sustentação, ou seja, toda a manutenção e gestão do parque ao longo do contrato é de sua responsabilidade.
Já no caso do Outsourcing, você contrata não apenas os coletores de dados e impressoras térmicas, mas também um pacote de serviços integrados e desenhados de acordo com a criticidade da sua operação: manutenção, gestão, atendimento em campo, leva e traz, disponibilidade, entre outros.
A tecnologia mostra, a cada dia mais, uma grande velocidade das inovações e com elas a obsolescência/ descontinuidade desses equipamentos.
Além disso, observa-se que as indústrias, usuárias de AIDC (Coleta de Dados e Identificação), apresentam uma tendência a migrar gradativamente do CAPEX para o OPEX e focar no seu Core Business.
Ou seja, o OPEX proporciona atualização tecnológica e possibilidade de adaptação às nova
Nesse ínterim s descobertas.
Mas quais são as vantagens e desvantagens?
Nesse ínterim, diante de tudo que dissemos até agora, é importante você ter em mente que ambas as modalidades dizem respeito a despesas.
CAPEX está relacionado com Despesas de Capitais. OPEX com Despesas Operacionais.
Dessa forma, em geral, CAPEX e OPEX complementam-se como forma de impulsionar o desempenho do seu negócio para manter ou melhorar os seus ativos.
Mas vamos falar primeiro das vantagens de cada um:
CAPEX | OPEX |
Investimento em Ativos Imobilizados.Aumento do valor de mercado da empresa. Aumento do fluxo de caixa dos ativos.Retorno a longo prazo. | Dedução na tributação do ano corrente.Facilidade de aprovação dos gastos.Maior flexibilização dos custos, sem a necessidade de descapitalização.Adaptação a mudanças do mercado.Maior previsibilidade. |
E as desvantagens:
CAPEX | OPEX |
Depreciação dos bens adquiridos.Dificuldade na aprovação dos gastos.Altos custos a curto prazo.Maior inconstância.Encargos financeiros.Custo de oportunidade do capital investido. ROI de longo prazo. | São compreendidos como despesas, não investimentos.Possibilidades de altos custos a longo prazo. |
3 dicas antes da sua decisão
1) Calcule o Payback
Anteriormente, descrevemos as modalidades, comparamos na prática e contamos as vantagens e desvantagens.
Agora, você precisa saber que uma ferramenta que é essencial no seu momento de comparação é a planilha de payback.
Afinal, é de extrema relevância conhecer o tempo de retorno do seu investimento de cada uma das opções. Com essa informação em mãos, temos um bom caminho percorrido para a sua análise.
2) Conheça o custo de oportunidade
O custo de oportunidade é o valor do que você renuncia ao tomar uma decisão. Como diria o ditado: para cada escolha, uma renúncia. E essa é a base do conceito de custo de oportunidade.
Resumindo, você precisa entender, através de números, o benefício que você perdeu por conta de uma determinada decisão.
E aqui é importante dizer que, não existe certo ou errado, mas apenas o que você considerar melhor para o seu negócio: simples assim.
3) Compare banana com banana
E aqui a dica é você não tentar se iludir comparando cenários diferentes e tomar uma decisão errada por isso.
Sendo assim, compare cenários similares, simule custos ao longo dos anos, desgastes, tempo de parada da operação, tempo de espera para uma correção.
Todos esses acima, são pontos fundamentais para uma análise de cenários realista e não tendenciosa.
Enfim, CAPEX ou OPEX?
Finalizando, não existe receita de bolo pronta, cada caso é um caso, cada operação difere da outra com suas características peculiares.
Entretanto, temos um fato: escolher entre CAPEX e OPEX deve ser unicamente com intuito de geração de resultados concretos e com o menor risco possível para o seu negócio.
Aqui na CABTEC, desenvolvemos um Diagnóstico Online para que você tenha acesso a uma avaliação gratuita da sua gestão do parque de coletores de dados e impressoras térmicas.
Esse Diagnóstico Online é analisado por um especialista que fará uma apresentação online detalhada da sua percepção em relação a Situação atual, Disponibilidade, Gestão/ Visão Estratégica do parque de coletores de dados e impressoras térmicas.

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Gestão de Coletores de Dados e Impressoras Térmicas: análise do ROI
Um dos grandes desafios de um Gerente de TI é o cálculo do tempo necessário para que o dinheiro investido na aquisição e gestão de coletores de dados e impressoras térmicas retorne para sua empresa e seus impactos financeiros ao longo do tempo.
E essa necessidade de avaliação sempre vai surgir sobretudo quando houver demanda de aumento do parque de equipamentos ou a atualização tecnológica do mesmo.
Entenda o ROI
ROI do inglês return on investment (retorno sobre investimento) é uma medida muito utilizada para comparar a eficácia dos investimentos em aquisição e sustentação do parque de coletores de dados e impressoras térmicas.
Essa métrica de avaliação, todavia, pode medir retornos de projetos em qualquer fase e ser utilizada para avaliar o desempenho de um parceiro e outros indicadores relevantes.
A Fórmula do ROI
É possível calcular o ROI ao se dividir o retorno líquido de um investimento (receita) pelo custo do investimento, expressando isso como uma porcentagem. A saber, a fórmula ROI é:
ROI % = (Receita – custo de investimento) / custo de investimento x 100
Saber como calcular o ROI, antes de mais nada, tem como vantagem a capacidade de provar internamente (sejam para seus diretores técnicos ou gestores executivos) que optar por um determinado formato de investimento em coletores de dados e impressoras térmicas (CAPEX ou OPEX) pode realmente trazer benefícios para o seu negócio. Então, esteja preparado.
Dicas práticas para aplicar o cálculo do ROI
Você sabe a fórmula de como calcular o ROI, mas não tem ideia de como começar a colocar esses dados em prática. Confira, a seguir, alguns passos que podem orientar você nessa fase inicial:
1) Qual o número de chamados (que param a sua operação) você tem por ano?
Primeiramente, vou te dar um incentivo a mais para você buscar essa informação: antes de saber quantos chamados param a sua operação, procure saber quanto custa uma hora da sua operação parada em horário comercial.
Essa é uma métrica muito importante, pois parece simples consertar um coletor quebrado, mas calcular quanto custa sua operação parada e multiplicar pela quantidade de chamados que você tem por ano, dá uma visão ampla da necessidade de disponibilidade da sua operação e o quanto você pode chegar a gastar (ou não) com isso.
2) Qual o tempo médio para resolvê-los?
Igualmente, considere nessa conta o tempo entre o momento que o usuário acionou seu time a respeito de um equipamento danificado até esse voltar para a sua operação em pleno funcionamento.
Aqui, acima de tudo, estamos falando de equipamento parado, aguardando manutenção.
Entretanto, a ótica deve ser voltada para o custo do equipamento em desuso, diferentemente do prejuízo da operação parada que você calculou anteriormente.
Desafiante, não? Vamos lá, porque não acabou.
3) Qual o seu custo médio com gestão de coletores de dados e impressoras térmicas?
Assim sendo, pense na estrutura interna que você montou para gerenciar os chamados, acrescente nesse custo todo o tempo gasto desse time anualmente exclusivamente com a gestão interna dos coletores de dados e impressoras de código de barras.
Sabemos que seu time não é focado somente nesse tipo de gestão, por isso, o interessante aqui é você tentar extrair da lista de atividades diárias deles, aquelas que foram dedicadas a esse tema em específico.
Da mesma forma, inclua nessa investigação, o custo de todos os funcionários envolvidos na resolução de um problema:
- O tempo de quem recebeu o problema e precisou interpretá-lo;
- O tempo que o profissional de compras precisou fazer orçamentos avulsos;
- O tempo de quem cuidou da expedição e recebimento do equipamento;
- O custo daquele técnico que acompanhou junto ao parceiro o status do orçamento;
- E não se esqueça do seu tempo para aprovar o orçamento ou não e acompanhar o retorno da sua operação estabilizada.
4) Quais os custos com outros recursos gastos com gestão de coletores de dados e impressoras térmicas nesse período?
Cada operação tem a sua especificidade, sabemos. Então, agora você vai pensar no que a sua operação tem em especial, que deva ser incluído nesses custos.
E aí? Preparado para começar?
A partir do cálculo do ROI, baseado nessas métricas estratégicas, você poderá comparar, baseado em dados e não em achismos, se:
- Deve optar pelo formato de Aquisição ou Outsoucing;
- Se deve fazer a gestão própria ou buscar um parceiro estratégico de sustentação que cuide dos seus coletores de dados e impressoras térmicas.
Não existe uma resposta exata para essas questões, sua operação dirá. E por isso é tão importante colocar na ponta do lápis e avaliar a fundo como é o seu cenário.
Nós queremos ajudar a sua empresa a calcular o ROI da sua gestão de coletores de dados e impressoras térmicas.
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Controle do Armazém e Estoque: troque a prancheta por um WMS.
Você é o responsável pelo Controle do Armazém e Estoque da sua empresa e usa a prancheta para controlar e registrar tudo que entra, sai, e até mesmo no inventário.
Primeiramente, sabemos que fazer o controle de um armazém não é tarefa fácil e pensar na mudança quando se tem a sensação de que o time está ganhando é mais difícil ainda.
Mas também sabemos que o intuito de todo negócio é crescer e com o crescimento vem o aumento de demandas e controles.
Assim sendo, é importante que você esteja em busca do crescimento do seu negócio e melhor: preparado para ele.
Logo, listamos argumentos que certamente ajudarão você a defender a automatização do seu armazém dentro da sua empresa com a implantação de um Sistema WMS e Coletores de Dados.
Argumento 1 – Erros e demora na atualização do cadastro do controle do armazém e estoque
Errar é humano, já dizia tal pensador. Mas quando o erro é no controle do SEU armazém perde a graça.
Dessa forma, a partir do momento que o apontamento do controle do armazém e estoque, além das conferências, são realizadas manualmente, alguém terá que imputar esses dados em uma planilha e pronto!
Vem o errinho de digitação que costuma justificar toda falta de controle.
Esse é um argumento infalível para quem quer automatizar o controle do armazém e estoque: a leitura de código de barras não falha e é em tempo real.
Assim sendo, automatização do seu armazém com um bom Sistema WMS e coletores de dados, além de eliminar erro humano, permite que você compare o tempo de atualização de um cadastro manualmente com o tempo do controle automatizado.

Como resultado, temos uma atualização de cadastro sem intervenção humana e em tempo real. Precisa de argumentos mais fortes?
Ok, você venceu.
Argumento 2 – Informação atualizada onde quer que você esteja
Depois que o país passa por uma pandemia como o Covid-19, os gestores de armazém, em home office, valorizaram mais a importância de se ter dados sistêmicos atualizados online.
Dessa maneira, se o seu armazém ainda é atualizado com pranchetas e planilhas, esqueça, você precisará estar in loco para obter qualquer informação.
Ao passo que, um armazém automatizado, com um Sistema WMS na nuvem, entrega informações onde quer que você esteja, basta estar conectado à internet.
Sabe aquele relatório de inventário que exige que você fique até mais tarde na empresa, perdendo seu precioso tempo em família? Ele estará na palma da sua mão, quando precisar.
Em outras palavras, entenda que a implantação de um Sistema WMS aliado à automatização do armazém te trará informações quando precisar no celular, computador, notebook ou tablet.
Sinto que você está ficando interessado e quer mais argumentos…
Argumento 3 – Integração com outros sistemas da empresa
Em resumo, chega de ficar buscando informações em várias planilhas e sistemas para entregar a informação que você precisa.
Logo após a automatização do seu armazém, suas informações já estarão online e você ainda poderá integrar o Sistema WMS com o Software de Gestão que já possui internamente.
Dessa forma, além de online, sua informação será mais confiável e completa.
Ok, vamos para mais um argumento.
Argumento 4 – Compartilhamento de informação
Logo após afirmar que você minimiza o erro humano, agiliza a informação, acessa em tempo real e integra com outros sistemas, é válido acrescentar que você deixa de ser “refém” daquele operador que “sabe tudo” do estoque.
Por mais que saibamos que é legal ter funcionários de confiança e dedicados, é importante ressaltar que a informação é um dos ativos da sua empresa e compartilhar com quem é de interesse é fundamental.
Sendo assim, compartilhe, e permita que seu chefe acesse a informação em tempo real também e tenha certeza do quanto o armazém está bem controlado por você.
Argumento 5 – Use os dados a seu favor no controle do armazém e estoque
A gestão do armazém envolve gastos e custos diretamente, você sabe.
Só que, a partir do momento que você passa a analisar relatório gerados pelo seu sistema online, você passa a ter dados mensuráveis em mãos e deixa de usar a intuição para a tomada de decisão.
Dessa forma, a sua gestão se torna mais assertiva e direta, baseada em fatos o que gera mais resultados a curto e longo prazo.
Argumento 6 – Otimize sua equipe e seu tempo
Só para ilustrar, quando chega uma carga no seu armazém e você precisa fazer a conferência no recebimento, parar várias pessoaS do seu time para conferir e receber essa carga pode te custar caro.
Ou até mesmo durante uma expedição em que você precisa localizar um produto no seu estoque: Quantas pessoas você precisa envolver nisso? Fazer o inventário então?
Pois bem, com um sistema WMS você pode otimizar o seu time, ou seja, fazer mais com menos.
Assim, você precisará de poucas pessoas para realizar esses processos de conferência e movimentação de produtos, e poderá usar as outras pessoas do seu time para realizar tarefas mais nobres, como inventários rotativos, e organização e otimização do espaço além de ações mais estratégicas e menos operacionais.
Sem falar no tempo que você ganhará com isso…
Gostou dos argumentos?
Pois de posse desses poderosos argumentos para a automação do seu armazém, deixe nosso time de especialistas te apresentar o nosso GTI Plug: o WMS da Cabtec.
O GTI Plug é um sistema 100% online e preparado para integrar com os mais diversos sistemas de gestão.
Além disso, sua plataforma é responsiva e pode ser acessada em tempo real pelo computador, celular, tablet e notebook.
Os relatórios gerenciais do GTI Plug são configuráveis e ajustáveis à realidade do seu negócio e melhor: você mesmo pode fazer isso!
E aí gostou? Fale agora com um de nossos especialistas!

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Ribbon de boa qualidade: 10 testes para você descobrir se está usando
Você sabia que a utilização de um ribbon de boa qualidade interfere diretamente na vida útil da sua cabeça de impressão e ao longo do tempo, na disponibildiade da sua impressora térmica?
Pensando nisso, listamos aqui 10 dicas para você descobrir se está usando um ribbon de boa qualidade e se ele está com o seu desempenho máximo.
Sugerimos que você gere etiquetas para serem comparadas e teste mais de um modelo de ribbon para que tenha parâmetros.
Além disso, brinque com as diversas possibilidades de configurações da sua impressora, até encontrar aquela que mais se adapta à sua operação. Vamos lá?
Teste 01 – Imprima códigos de barras na horizontal e vertical
Primeiramente, gere um modelo de etiqueta que contenha códigos de barras em diversos ângulos.
Além disso, observe que o código que for impresso no sentido da impressora terá maior qualidade do que o da transversal e o modelo da sua impressora impacta diretamente nesse resultado.
Teste 02 – Teste de abrasão para verificar a durabilidade da impressão
Embora você já saiba que cada ribbon possui suas características de durabilidade e resistência, é importante frizar que o resultado desse teste pode ser diferente de acordo com cada tipo de ribbon.
Com a finalidade de validar se o ribbon não vai soltar a tinta facilmente (mesmo que você utilize o ribbon de cera), vamos começar esfregando um tecido seco sobre a etiqueta.
Entretanto, se sua impressão é feita em ribbon de resina, troque o tecido por uma lixa dágua para obter melhores resultados.
Teste 03 – Imprima diferentes tipos de linhas em sentidos diversos
Da mesma forma, será que a nitidez da sua impressão é constante? Será que sua cabeça de impressão está alinhada? É isso que iremos testar agora.
Dessa maneira, vamos descobrir isso imprimindo linhas no sentido da impressão afim de verificar a constância da sua qualidade de impressão.
Por outro lado, as linhas na vertical validam o alinhamento da cabeça de impressão e a qualidade do ribbon que você está usando.
Teste 04 – Imprima textos em diferentes tamanhos
Agora vamos testar a legibilidade e a qualidade do acabamento de impressão.
Para isso, gere um modelo de etiqueta com diferentes tamanhos de fontes e observe como ficou a impressão.
Teste 05 – Teste do calor
Considerando que cada ribbon tem uma temperatura máxima de impressão, você pode testar a resistência ao calor das etiquetas em um forno doméstico, desde que tenha um termômetro culinário.
Nunca ultrapasse o limite de resistência do próprio material da etiqueta.
Gostou dos testes até agora? Conseguiu fazer todos? Então vamos para os próximos.
Teste 06 – Imprima áreas com o preto chapado
Crie um layout de impressão que tenha uma caixa preta e o texto em branco dentro dela.
Com isso, você irá verificar se as faixas de impressão estão perfeitas. Se estiverem com manchas ou falhas algo está errado.
Teste 07 – O famoso teste do entintamento para saber se está usando ribbon de boa qualidade
Nós fazemos o teste do entintamento quando estamos com dúvidas se o ribbon é interno ou externo.
O que você não sabe é que ele pode ser usado também para testar a qualidade da impressão.
Para isso, basta colar uma fita adesiva sobre a etiqueta e remover. Você perceberá que os ribbons mais resistentes não irão soltar tinta.
Teste 08 – Teste de umidade
Passe um pano levemente úmido suavemente sobre a impressão. Logo após isso, utilize uma bucha molhada para esfregar o lado amarelo dela e verificar se as impressão realizada com aquele ribbon se modifica.
Teste 09 – Imprima algumas imagens
Selecione alguns logos e símbolos e imprima. Dessa forma, iremos validar a qualidade de impressão do seu ribbon.
Teste 10 – Lave, lave, lave
Se você utiliza ribbon de super resina, aqueles que são resistentes a produtos químicos, o teste deve ser feito na indústria, garantindo que a impressão resiste aos solventes utilizados na operação.
Já se você utiliza ribbons têxteis, o teste deve ser feito através da realização de um ciclo de lavagem na máquina de lavar nas etiquetas de composição.
Nem sempre você precisará realizar todos os testes acima, listamos todos para que nosso conteúdo fique completo.
Se quiser saber um pouco mais sobre os tipos de ribbons, suas características e aplicações, consulte o nosso site, disponibilizamos informações completas para você!

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Qual é a diferença entre ERP e WMS no controle de armazenagem e expedição de produtos?
Você sabe a diferença entre ERP e WMS no controle de armazenagem e expedição de produtos, ou também se vê totalmente perdido em meio a uma sopa de letrinhas?
A fim de solucionar a sua dúvida e a de muitos clientes nossos, neste artigo tentaremos detalhar para você a diferença entre esses dois softwares de gestão.
A princípio, lhe explicaremos como eles poderão se transformar em uma poderosa ferramenta de controle de armazenagem e expedição de produtos na sua empresa.
Como eu trabalhei sem eles até hoje?
Certamente, se você faz parte da geração X, sabe que em um tempo não muito distante, processos, hoje considerados extremante complexos, eram conduzidos em sua totalidade com a utilização de pranchetas e extensas tabelas preenchidas e analisadas à mão.
Ao passo que hoje, se você cogita gerir o controle de armazenagem e expedição de produtos dessa forma, além de tornar o trabalho extremamente moroso, as probabilidades de erro humano no apontamento não lhe deixariam dormir.
Para isso, o ERP e o WMS se completam como ferramentas estratégicas de apoio na gestão do controle de armazenagem e expedição de produtos da sua empresa e saber como eles podem ser seus aliados no dia a dia é fundamental.
Mas afinal, o que é o ERP?
Embora o ERP e o WMS sejam ferramentas distintas, podemos afirmar que elas são complementares e cada uma tem seu protagonismo no seu controle de armazenagem e expedição de produtos.
ERP (Enterprise Resource Planning), traduzido para o português como Sistema de Gestão Empresarial, é uma ferramenta mais ampla e global e tem como objetivo apoiar a sua empresa a automatizar e gerir seus diversos processos, seja financeiro, comercial, operação, expedição, entre outros.
Uma vez implementado, o ERP se torna uma espécie de “coluna vertebral” da sua empresa, conectando os seus diversos fluxos e processos em um único sistema.
Sendo assim, se você busca um crescimento sustentado e sustentável, avaliar uma implementação bem-feita de um ERP é fundamental.
E uma dica: o quanto antes sua implantação for feita, no que se refere ao tamanho da sua organização, mais fácil assertiva ela será.
E o famoso WMS, o que é?
Diferentemente do ERP, o WMS (Warehouse Management System) ou Sistema de Gerenciamento de Armazém é focado especificamente no controle de armazenagem e expedição de produtos da sua empresa.
Embora atue com foco no controle de armazenagem e expedição de produtos, uma vez implementado, os resultados obtidos com essa gestão certamente serão sentidos nos outros setores e processos da sua empresa.
O WMS é um sistema de baixa complexidade de implantação e utilização, garantindo total rastreabilidade das mercadorias em todas as suas movimentações, desde o recebimento até a expedição.
Desta forma, o WMS garante que você tenha, em tempo real, o total controle de armazenagem e expedição de produtos nas suas mãos.
Quais os benefícios da implementação de um WMS?
Com um papel de destaque na gestão do armazém, WMS permite que o Gerente de Logística faça a gestão dos inúmeros processos dentro do supply chain.
Entre seus principais benefícios, estão:
- Contribuir com a eficiência dos processos de picking e cross docking.
- Controlar as movimentações dentro do armazém: do recebimento à expedição.
- Melhorar o endereçamento de armazenagem dos produtos.
- Reduzir custos de armazenagem e mão de obra.
- Reduzir tempo de espera.
Esse software automatiza os processos de controle, armazenagem e expedição de produtos, e ter um desses é ponto chave para a implementação de uma boa estratégia logística, já que sem gestão a informação não flui.
Como o ERP e o WMS podem trabalhar juntos?
Conforme dito, se tratam de duas ferramentas complementares, embora alguns ERPs possuam o seu módulo de WMS, que em sua maioria não é implementado em função dos altos custos de customização e treinamento.
Diferentemente dos WMS de mercado, que são um módulo do armazém dentro do ERP, a Cabtec possui o GTI Plug, uma plataforma 100% online que integra com a grande maioria dos ERPs e possui um sistema de cobrança simplificado através de assinatura mensal.
Saiba mais sobre ele aqui.
Ou seja, você pode e definitivamente é uma boa ideia colocá-los para trabalhar juntos: o seu ERP e o GTI Plug.
Imagine que na sua empresa você possui um ERP implementado e receba através do módulo Faturamento os pedidos colocados pelo time Comercial.
Dessa forma, existindo um ERP e um WMS trabalhando de forma complementar, esse pedido e a ordem de produção serão diretamente encaminhados para o seu armazém, garantindo rastreabilidade e agilidade no processo de separação ou produção.
É a tecnologia trabalhando para entregar a assertividade e a resposta rápida que você precisa.
Sendo assim, você tem muitos motivos para pensar já em uma integração entre o seu ERP e um WMS com intuito de entregar vantagens competitivas para sua empresa.
A Cabtec pode lhe ajudar nisso?
O WMS da Cabtec foi projetado para ser simples. Por isso, ele é online, de fácil implementação, integra com os mais robustos ERPs do mercado, é preparado tanto para o código de barras quanto RFID, tem uma interface amigável e responsiva além de possuir seu formato de cobrança por mensalidade, com planos mensais e anuais.
Então, se podemos simplificar, para quê complicar, não é mesmo? Entre em contato agora com um de nossos especialistas e descubra agora o GTI Plug.

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