A verdade que ninguém contou a você sobre gestão de coletores de dados e impressoras térmicas
É quase impossível pensar em gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados sem lembrar das burocracias que os gestores de operações sofrem, não é mesmo?
Pensando nisso, nós da Cabtec, fizemos uma pesquisa com os principais gestores de operações que possuem a incumbência de realizar a gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados de grandes empresas no Brasil.
Listamos aqui os principais gaps citados por eles.
Afinal, quais são as principais dores ao se pensar em gestão de coletores de dados e gestão de impressoras térmicas?
1 – Imobilização dos hardwares
Quando as grandes indústrias optam por adquirir e apontar como ativo os coletores de dados e as impressoras térmicas não lembram que com o tempo esses equipamentos irão depreciar.
Primeiramente, você sabe que equipamento eletrônicos possuem um ciclo de vida curto no que se refere a atualização tecnológica.
Sendo assim, quando você imobiliza coletores de dados e impressoras de código de barras, você assume o risco do equipamento ficar obsoleto antes do ROI calculado para a aquisição.
2 – Custos com manutenção avulsa e envolvimento da área de compras
Fazer três orçamentos para qualquer aquisição é uma realidade em organizações que possuem uma área de controladoria.
Com razão, pois na maioria das vezes os orçamentos avulsos possuem discrepâncias consideráveis.
No entanto, quando se trata de manutenção de coletores de dados e impressoras térmicas, o prazo que você aguardará de retorno de orçamento não é condizente com a urgência de disponibilidade daquele item na sua operação.
Sendo assim, aguardar, sem o equipamento em operação, o prazo de compras para a realização da manutenção avulsa é algo quase impossível.
Tudo isso, fatalmente atrapalha o dia a dia da gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados.
3 – Manutenção preventiva avulsa cara e sem gestão de qualidade
Você sabe que a cabeça de impressão de uma impressora térmica custa algo em torno de 70% do valor de um equipamento novo.
Pensando nisso, deixar de realizar a manutenção preventiva no mínimo trimestral e pedir para pagar muito caro em uma manutenção corretiva avulsa, já que os custos das peças são individualizados.
Quando você pensar em assumir a gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados, não deixe de considerar com muita cautela a periodicidade das manutenções preventivas.
Além do planejamento das preventivas, escolha a dedo um parceiro capacitado e com processos padronizados.
4 – Deslocamento dos equipamentos para manutenção
Movimentar esse equipamentos não é uma tarefa tão fácil assim.
Por mais que sejam considerados robustos, as peças e componentes e não armazenados com o devido cuidado, podem sofrer danos no trajeto.
Danos esses que não foram calculados na sua previsão com custos de gestão, caso algo dê errado.
Por isso, pense em quem fará esse leva e traz dos seus equipamentos, isso não deveria ficar sob responsabilidade do seu time.
Além desses pontos, temos outras dicas para você que está à frente da gestão de impressoras térmicas e gestão de coletores de dados.
Quer saber mais?
A Cabtec possui um escopo de serviços criteriosamente priorizado considerando as principais demandas dos clientes que atendemos a nível nacional: o GO Essential.
O GO Essential é um pacote de serviços elaborado para garantir a operação e sustentação dos seus coletores de dados e impressoras térmicas já instalados, independente do tempo de uso.
Ficou interessado? Quer saber mais sobre nosso GO Essential?
Entre em contato e fale com um de nossos especialistas, estamos certos de que nosso expertise e cases de sucesso implantados poderão ser replicados em sua operação.

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Diferenças entre Business Process Outsourcing e Terceirização
Em meados da década de 1990, a indústria brasileira, em todos os segmentos, passou a aderir ao movimento de terceirização. Seja de mão de obra especializada ou de equipamentos, esse conceito se desenvolveu e hoje faz parte do dia a dia de praticamente todas as empresas, independentemente do seu tamanho. O que hoje pode ser considerado um caminho natural para muitos empresários passou por algumas mudanças importantes nos últimos anos, resultando no conceito de Business Process Outsourcing (BPO).
O BPO nasceu da necessidade cada vez mais latente por estratégias de negócio que se mostrem escaláveis, ou seja, capazes de alcançar resultados expressivos sem a necessidade de aumento proporcional de custos, em especial envolvendo mão de obra.
Diferenças entre Business Process Outsourcing e terceirização
Conceito
É importante entender que a terceirização conhecida no Brasil é muita utilizada para atividades-meio. Exemplos: serviços de portaria, limpeza, jardinagem e outras atividades que não precisam necessariamente ser gerenciadas de perto pela contratante, pois apenas servem de apoio para a operação principal da empresa.
Esta iniciativa é vista com bons olhos por empresários que estão focados em melhorar cada vez mais o seu core business, mas até então estavam ocupando parte do tempo com questões secundárias.
O Business Process Outsourcing também pode ser considerado um tipo de terceirização, mas se difere ao ter como base a atividade-fim, ou seja, ao aderir ao BPO, a empresa está dividindo sua estratégia com um terceiro, que, por sua vez, tem como responsabilidade analisar toda a estrutura organizacional e encontrar soluções para os objetivos em questão.
Pensamento estratégico
Outra diferença importante está na capacidade de uma empresa especializada em Business Process Outsourcing em analisar e indicar possíveis soluções para o ganho de capacidade de produção e entrega de serviços e produtos ao cliente. Isso acontece justamente pelo fato da empresa contratada tornar-se um braço de apoio, direcionando esforços em busca de resultados.
Para o contratante, a vantagem de manter um contrato de BPO está na manutenção no quadro atual de colaboradores, independentemente do aumento da produção; ter acesso a novos recursos humanos e tecnológicos; eliminar custos com recrutamento, seleção e gestão de recursos humanos; e obter melhor controle do cronograma de entregas.
Após uma análise prévia de todos os processos da empresa, dos procedimentos internos e da infraestrutura, a recomendação é que se inicie o desenvolvimento de uma nova estrutura organizacional, tendo como novidade a designação de serviços ao terceiro. Na prática, a empresa de BPO utilizará sua própria estrutura, equipamentos, know-how e mão de obra para operar o acordo.
Sem ociosidade
Trabalhar com Business Process Outsourcing significa também não se preocupar com colaboradores ociosos, fruto muitas vezes de um job description genérico que não se adequou ao novo modelo de condução da empresa. No BPO, a produção é 100% baseada em projetos.
Após a definição dos prazos entre as partes, basta aguardar a conclusão das etapas e aplicar as melhorias internamente. A tranquilidade está justamente no fato de que o serviço contratado será operado por equipes de profissionais qualificados, que são constantemente treinados e capazes de atender a demandas complexas em um espaço de tempo reduzido, se comparado aos funcionários diretos.
Compromisso com resultado
Talvez o item mais importante e que reforça a principal diferença entre Business Process Outsourcing e terceirização é o compromisso com os resultados. Enquanto a terceirização simples atua como parte de uma engrenagem, o BPO assume a responsabilidade pelos projetos e preocupa-se não apenas com a entrega, mas a perfeita execução do que se foi encomendado.
Este compartilhamento de risco engloba também processos e a forma como o mercado está recebendo, por exemplo, novas soluções tecnológicas. Ao assumir-se como parceiro de negócio, a empresa de outsourcing passa a dividir preocupações e vibrar com as vitórias.
Autoanálise é importante
Um bom parceiro de Business Process Outsourcing vai ajudar a sua empresa a fazer uma autoanálise, estabelecendo prioridades, elencando dificuldades e, o mais importante, definir quais são seus principais objetivos.
Ao realizar este verdadeiro raio-x, verifique também se a empresa está comprometida com resultados, possui cases de sucesso e uma boa carteira de clientes importante e, principalmente, que seja capaz de oferecer todos os serviços que você necessita.
Na Cabtec, quatro são as palavras de ordem quando o assunto é BPO: planejamento, implantação, sustentação e gestão. Fale com um de nossos consultores e descubra por que somos uma das melhores empresas do segmento.
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Gestão de Inventário: a tecnologia ajuda ou atrapalha?
O título deste artigo apresenta uma reflexão importante para todos os gerentes de TI. Ou melhor: esta pergunta de 1 milhão de dólares traz à tona também uma autocrítica sobre o trabalho envolvendo a gestão de inventário: você está sabendo se adaptar às novas tecnologias e usar seu valor a favor do seu parque de coletores?
É fato que a tecnologia quebra paradigmas em todas as indústrias, em especial quando há um cenário econômico adverso e de baixa previsibilidade de resultados. Ainda assim, é comum que gestores mais experientes tenham receio de sair de sua zona de conforto e transformar sua gestão de inventário por meio da tecnologia.
Neste post, você vai entender como driblar a sua própria dificuldade de adaptação à tecnologia, entender como o outsourcing pode apoiar a otimização desse processo e conhecer algumas vantagens de um parque de coletores de dados digitais. Confira!
Gestão de inventário: o caminho do papel ao digital
Fazer sua gestão de inventário usando pranchetas e planilhas não é necessariamente um problema se a sua realidade é um parque pequeno e uma equipe enxuta. Ainda assim, é preciso confiar duplamente nos seus funcionários: em primeiro lugar, a coleta de dados manual pode levar a erros; em segundo, furtos e nos desvios internos são bastante comuns.
Por outro lado, se a sua realidade é um parque de coletores de dados de médio ou grande porte, seus riscos se tornam ainda maiores. Sem o direcionamento de ações mais efetivas, a percepção de que a gestão de inventário automatizada é falha será uma conclusão inevitável — quando o problema, na verdade, está alocado em falhas de processos, conferências e inversões de códigos de produtos.
Entre essas ações mais efetivas, está a aplicação da tecnologia na gestão do inventário. E aqui você deve estar se perguntando novamente em que medida a tecnologia ajuda ou atrapalha nesse processo. Para encontrar essas respostas, é importante analisar as particularidades da sua empresa. Elas que ditam qual a complexidade das atividades — e como uma gestão de inventário automatizada deve atuar.
Seja por experiência ou receio de parar a operação para implementar todo um novo processo de gestão, é normal estranhar as novas tecnologias. Porém, ainda que esse processo de adaptação seja absolutamente natural, como líder, você precisa transmitir segurança e confiança a sua equipe para contribuir com uma implantação eficiente.
Uma boa alternativa para você lidar com suas próprias limitações é dialogar abertamente com outros gestores de TI sobre o uso de ferramentas de automação de processos. Além disso, ouvir as opiniões de especialistas no assunto pode ser vantajoso não apenas para você entender melhor a tecnologia, assim como para ter um ponto de vista externo e sem vícios do diagnóstico de necessidades da sua empresa.
O papel do outsourcing na adaptação à tecnologia
O ponto principal da atuação de um parceiro de outsourcing, portanto, está no entendimento da complexidade das operações e quais os objetivos de curto, médio e longo prazos da companhia. É nesta etapa que gastos envolvendo deslocamento, terceirização e organização de estoque podem sofrer mudanças cruciais para a otimização de ações.
Entendemos que poderá ser incômodo para você ver seu parque sofrer mudanças drásticas, mas acredite: essa fase é temporária e importante para a implantação. Além disso, um bom parceiro fará o possível para oferecer toda uma estrutura de treinamentos regulares tanto para ambientar você quanto sua equipe.
Trata-se da dobradinha perfeita entre uma ferramenta gestão de inventário eficiente e uma nova consciência organizacional baseadas na tecnologia. A identificação e o alinhamento de expectativas define quais variáveis serão aplicadas para se chegar a um resultado satisfatório na gestão de inventário. Com a aplicação dessas diretrizes e a colaboração dos funcionários, a tecnologia torna-se uma grande e indispensável parceira.
Entre outras estratégias, podem ser criados documentos e políticas para a realização de ciclos que visam o controle geral da operação. Com dados precisos e confiáveis, identificar possíveis falhas torna-se mais rápido e menos desgastante para todos os colaboradores — permitindo você focar na sua gestão da operações.
A importância de trabalhar com especialistas
Um programa de gestão de inventário, quando realizado de acordo com as melhores práticas de mercado, pode apresentar não apenas retorno financeiro, como também mais transparência e eficiência na análise de dados para a tomada de decisões, permitindo que você se preocupe exclusivamente com o que seu negócio
Especialista em outsourcing de mobilidade, identificação e rastreabilidade de dados, a Cabtec é a maior empresa do segmento e está entre as três mais premiadas e reconhecidas em nível nacional.
Com o compromisso de garantir a operação dos clientes e torná-los mais competitivos, conhecemos e analisamos profundamente o seu negócio para atendê-lo de forma personalizada e consultiva, buscando melhorias contínuas por meio de contratos de performance e compartilhamento de riscos.
Quer saber como a Cabtec pode ajudar a sua empresa a usar a tecnologia a seu favor? Fale conosco pelo telefone (31) 2125-9000 ou acesse cabtec.com.br.
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7 erros que você deve evitar na sua Gestão de Inventário
A gestão de inventário é o processo que garante a disponibilidade de ativos como insumos, mercadorias, equipamentos etc. Ou seja, todos os materiais que contribuem para que as operações sua empresa funcionem normalmente.
Por isso, o seu estoque deve ser monitorado de forma criteriosa. Caso contrário, você pode perder o controle dos seus ativos. Imagine vender um produto, consultá-lo no sistema e não encontrar sua posição exata.
Para evitar problemas como esse e muitos outros, listamos os 7 principais erros que você deve evitar na gestão do inventário da sua empresa. Confira!
1. Analisar dados coletados manualmente
Analisar dados coletados por meio de caneta e planilhas de papel é um grande risco, sobretudo porque as informações podem ter sido registradas incorretamente. Se o código de um ativo que chegou ao inventário é 300452 e o colaborador o registrou como 300453, você terá dificuldade até identificar o erro.
Lembre-se de que problemas simples como esse são prejudiciais principalmente em inventários volumosos. Uma ótima alternativa é usar um coletor de dados, muito mais ágil e eficiente que o processo de coleta manual.
2. Não controlar dados em tempo real
Justamente por ser realizado manualmente, em muitas empresas o balanço do inventário pode levar dias ou até mesmo semanas. Além do tempo, o esforço que essa atividade demanda poderia ser dedicado a outras atividades.
Quando as canetas e planilhas de papel são substituídas por tecnologias, como o já mencionado coletor de dados e o RFID, que possibilita a identificação de ativos por meio de sinais de rádio, os dados passam a ser analisados em tempo real.
3. Usar sistemas não integrados
Ao utilizar vários sistemas para diferentes atividades, você torna a gestão de inventário lenta e complexa. Além de ter que extrair dados de diversos locais, o cruzamento entre eles pode ser dificultado, já que os critérios podem ser diferentes.
O ideal é que todos os dados sobre seus ativos estejam integrados em um mesmo sistema. Assim, você fará a análise e o cruzamento de dados a partir de uma única plataforma, simplificando sua gestão e aumentando a produtividade dos seus colaboradores.
4. Não cruzar os dados dos sistemas
Digamos que por enquanto você não pretende implantar uma tecnologia que unifique todo o seu inventário. Tudo bem! Ainda assim, você precisa cruzar os dados dos diversos sistemas da forma mais precisa possível para ter uma visão estratégica dos seus ativos.
Sem o cruzamento das informações — que é trabalhoso de realizar manualmente —, você não consegue obter insights mais específicos, aprofundar as suas análises e identificar problemas e oportunidades, como falaremos no próximo tópico.
5. Identificar problemas e oportunidades de forma lenta
A identificação lenta de problemas e oportunidades no inventário é resultado, principalmente, da coleta manual de dados e da não integração dos diversos sistemas, dois dos erros cruciais que mencionamos anteriormente.
Tenha em mente que o principal objetivo de uma boa gestão de inventário deve ser otimizar seus processos. Logo, se você não detecta problemas e oportunidades de forma rápida e proativa, talvez seja preciso considerar o uso da tecnologia para agilizar seu trabalho.
6. Não usar gráficos na gestão de inventário
Às vezes, planilhas repletas de colunas e dados não conseguem expressar o status dos seus ativos. Por isso, toda gestão de inventário deve contar com o apoio de gráficos (de barras, de linhas, de pizza etc).
Eles tornam a análise mais visual, simplificam a identificação de problemas e contribuem para a tomada de decisão. Você pode, por exemplo, usar gráficos para comparar dados cruzados de diversos sistemas integrados.
7. Evitar o uso de tecnologias de gestão
As tecnologias de gestão de inventário eliminam todos esses erros. Ainda que você e seus colaboradores tenham o hábito de fazer tudo manualmente, ao conhecer as vantagens do uso da tecnologia, sua produtividade e a motivação serão maiores.
Sem o apoio das tecnologias disponíveis no mercado, como coletores de dados, dispositivos RFID e plataformas de gestão, não é possível coletar dados em tempo real, integrar sistemas e identificar problemas e oportunidades de forma rápida.
Viu só quantos erros podem prejudicar sua gestão de inventário? Se você também tem dificuldades nos seus processos, compartilhe conosco nos comentários!
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Gestão de Inventário: como não perder seus ativos de vista
Quando um ativo do inventário desaparece, muitas operações são afetadas. Se o gestor do inventário de um supermercado perde uma mercadoria de vista, por exemplo, inicia-se um longo processo de busca. Esse processo reduz a produtividade da equipe e desperdiça o tempo do gestor. Até a mercadoria ser encontrada, ela não poderá ser vendida e os resultados do negócio serão afetados.
Os danos são ainda maiores quando bens de alto valor desaparecem de uma fábrica, como veículos, equipamentos, maquinários etc. Com isso, a linha de produção é afetada, a produtividade da equipe é reduzida e o gestor perde muito tempo procurando o ativo — enquanto poderia estar focando em atividades estratégicas.
É por isso que a perda de ativos é considerada um dos principais pesadelos dos gestores, pelo menos daqueles que não utilizam as novas tecnologias. A seguir, conheça os 4 principais fatores que podem levar você a perder seus ativos de vista e o que fazer evitar perdas e otimizar a sua gestão de inventário. Acompanhe!
Os 4 principais fatores para a perda de ativos
Existem basicamente 4 fatores que levam podem levar você a perder seus ativos de vista.
1. A coleta manual dos dados do inventário
Diariamente, são coletados vários tipos de dados, como:
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Informações de cada ativo (como tipo, tamanho, peso etc.);
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Entrada e saída de ativos;
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Movimentações de ativos;
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Informações gerais do inventário (quantidade de ativos, avarias, atividades realizadas pelos colaboradores etc.);
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Entre vários outros.
A atualização constante e a análise criteriosa de todos esses dados são importantes para se fazer uma ótima gestão de inventário. Porém, em muitas empresas, a coleta desses dados é feita manualmente pela equipe, por meio de canetas e planilhas de papel.
Após a coleta, ainda é necessário inserir os dados em diversos sistemas, para só então o gestor ter acesso a eles. Se os dados forem coletados de forma errada, muito retrabalho é gerado. Isso torna a coleta e análise das informações demorada e arriscada.
Logo, o gestor só vai ter conhecimento do desaparecimento de um ativo muito tempo depois disso acontecer — horas, dias ou até mesmo semanas. Em muitos casos, o ativo não é encontrado, e a empresa acaba tendo prejuízos.
2. A ocorrência de erros no processo de coleta
No processo de gestão de inventário, quando a coleta é feita manualmente, as chances de os dados serem registrados de forma errada são muito altas. Imagine, por exemplo, que um frasco com amostra de sangue entrou em um laboratório para análise.
Após a chegada do ativo, um colaborador digitou o código contido no frasco no software de gestão do laboratório de forma errada. Em vez de 1532064, ele digitou 1532964. Este único número errado é suficiente para uma grande dor de cabeça ser gerada, fazendo a amostra de sangue ser considerada perdida.
3. O uso de vários sistemas não integrados
Outro fator que leva o gestor a perder ativos de vista é a utilização de vários sistemas (como WMSs, CRMs, ERPs etc.) não integrados. Isso pode:
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Dificultar o trabalho da equipe, que precisa inserir dados em vários sistemas, o que atrasa ainda mais o processo de coleta;
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Dificultar o trabalho do gestor, que precisa analisar os dados de cada sistema de forma isolada;
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Impedir o cruzamento de dados, que é fundamental para a obtenção de informações mais específicas sobre o inventário.
Além disso, a falta de integração impede a centralização dos sistemas e a análise dos dados em uma só plataforma.
4. A análise dificultada das informações
Na gestão de inventário, para se detectar problemas rapidamente, também é necessário simplificar o processo de análise das informações coletadas. Quanto maior for o tempo em que o gestor passa analisando as informações, maior será o prazo que ele levará para identificar o desaparecimento do ativo e iniciar as buscas.
É por isso que a simplificação das análises, por meio de dashboards, gráficos e relatórios enxutos, é tão importante. Com eles, o gestor consegue identificar mais rapidamente o desaparecimento do ativo e tomar uma decisão mais assertiva.
O que fazer para otimizar sua gestão de inventário
Em todo inventário, o ideal é que o desaparecimento do ativo seja identificado pouco tempo depois de ocorrer. Isso aumenta as chances de ele ser encontrado rapidamente e as operações da empresa não serem tão afetadas. Para não perder nenhum ativo de vista e realizar uma boa gestão de inventário, é necessário:
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Fazer a coleta dos dados do inventário de forma rápida e sem erros, por meio de dispositivos modernos;
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Integrar todos os sistemas e centralizá-los para facilitar a análise de dados;
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Usar um software que cruze as informações e as entregue de forma enxuta.
A coleta de informações de forma rápida pode ser realizada por coletores de dados, que permitem a realização do processo sem muito esforço, e dispositivos RFID, que emitem as informações sobre o ativo em tempo real por meio de sinais de rádio).
Com os coletores de dados, sua equipe se livra das canetas e planilhas de papel, ganha uma maior mobilidade, evita erros e agiliza o processo de coleta. Já os dispositivos RFID coletam dados automaticamente por meio de sinais de rádio emitidos pelas tags fixadas nos ativos. Caso algum deles desapareça, é possível rastreá-lo e identificar a sua localização.
Além de agilizar a coleta, essas e outras tecnologias também evitam erros humanos — sejam eles causados acidentalmente ou propositalmente. Hoje, existem softwares que, além de integrar vários sistemas (inclusive obsoletos), também cruzam os dados gerados por eles e os entregam por meio de gráficos, relatórios e dashboards enxutos.
Tudo isso permite que você jamais perca seus ativos de vista e realize uma ótima gestão de inventário, que sem dúvida impactará positivamente nos resultados da sua empresa.
E você, o que está fazendo para não perder ativos de vista? Entre em contato conosco e descubra como otimizar sua gestão de inventário!
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As 5 vantagens definitivas da utilização do coletor de dados em sua operação
Coletar dados usando caneta, prancheta e planilhas de papel é uma forma arcaica de realizar um processo.
A coleta feita dessa forma, além de reduzir a produtividade da equipe, aumenta as chances de erros e não permite que a empresa tenha total controle sob os seus ativos (mercadorias, veículos, matérias-primas, etc).
Hoje, a maneira mais moderna e eficiente de realizar essa tarefa é utilizando coletores de dados. Abaixo, listamos as principais vantagens do coletor de dados, que contribuem diretamente para a melhoria dos resultados da empresa.
Quais são as maiores vantagens do coletor de dados?
#1. Agiliza a coleta dos dados
A coleta por meio de caneta e papel é muito demorada. Dependendo da quantidade de informações a serem coletadas, o colaborador pode ficar vários minutos verificando um único ativo.
E isso é extremamente prejudicial para qualquer empresa, principalmente para as que lidam com um grande inventário.
Mas com o coletor de dados, a coleta se torna muito mais simples e rápida. Em poucos segundos, é possível coletar os dados de um ativo, por meio do leitor de código de barras ou do teclado alfanumérico embutido no equipamento.
O coletor de dados RFID agiliza ainda mais essa tarefa, ao coletar as informações automaticamente por meio de ondas de rádio emitidas por tags fixadas nos ativos.
#2. Evita erros
A coleta por meio de caneta e papel deixa qualquer colaborador muito suscetível a erros, mesmo ele estando bem treinado.
Seja por cansaço, seja por falta de atenção, ele pode anotar um número ou uma letra de um código de forma errada. Logo, esse erro impactará nos processos, gerará retrabalho e afetará os resultados da empresa.
Mas com coletor de dados, a coleta se torna muito mais assertiva, tendo em vista que o colaborador não anotará os códigos manualmente.
#3. Reduz os custos dos processos
Estes são alguns processos que envolvem a coleta de dados:
- Controle e saída de ativos do inventário;
- Rastreamento de ativos;
- Acompanhamento de processos de vendas, transporte, fabricação, etc;
- Entre vários outros.
Quanto mais tempo a equipe levar para realizar esses processos, menor será a sua eficiência e maiores serão seus custos. Mas ao agilizar a coleta, o coletor de dados acelera a realização desses processos, o que contribui para a redução de seus custos.
E isso é benéfico para o caixa da empresa principalmente em épocas de crise econômica, em que a política de redução de custos se torna ainda mais intensa.
#4. Aumenta a produtividade da equipe
Quando uma equipe passa muito tempo realizando a coleta de dados, ela acaba:
- Tendo sua produtividade reduzida;
- Deixando de se realizar outras tarefas;
- Deixando de se reunir com os gestores para pensar de forma estratégica;
- Não gerando muito valor para o negócio.
Com o coletor de dados, a coleta é realizada em pouco tempo, independentemente da quantidade de ativos no inventário. Dessa forma, a produtividade do time é alavancada e ela pode se concentrar em outras tarefas.
#5. Contribui para a melhoria do processo decisório
Para poderem tomar boas decisões, os gestores precisam de dados precisos do inventário, coletados no menor tempo possível.
Somente assim, eles podem contornar problemas rapidamente, para evitar grandes prejuízos e ter total controle sob o inventário. O coletor ajuda nisso, ao entregar dados livres de erros e agilizar a coleta de dados.
Dessa forma, os gestores podem tomar decisões mais rápidas e assertivas, que contribuem diretamente para a alavancagem dos resultados da empresa.
Viu só quantas vantagens o coletor de dados gera? Então aproveite para conhecer os coletores de dados oferecidos pela Cabtec. E se tiver ficado com alguma dúvida, entre em contato conosco!
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