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maio 2, 2026

Gestão de Inventário: como não perder seus ativos de vista

segunda-feira, 28 maio 2018 by Abilio Ramos

Quando um ativo do inventário desaparece, muitas operações são afetadas. Se o gestor do inventário de um supermercado perde uma mercadoria de vista, por exemplo, inicia-se um longo processo de busca. Esse processo reduz a produtividade da equipe e desperdiça o tempo do gestor. Até a mercadoria ser encontrada, ela não poderá ser vendida e os resultados do negócio serão afetados.

Os danos são ainda maiores quando bens de alto valor desaparecem de uma fábrica, como veículos, equipamentos, maquinários etc. Com isso, a linha de produção é afetada, a produtividade da equipe é reduzida e o gestor perde muito tempo procurando o ativo — enquanto poderia estar focando em atividades estratégicas.

É por isso que a perda de ativos é considerada um dos principais pesadelos dos gestores, pelo menos daqueles que não utilizam as novas tecnologias. A seguir, conheça os 4 principais fatores que podem levar você a perder seus ativos de vista e o que fazer evitar perdas e otimizar a sua gestão de inventário. Acompanhe!

Os 4 principais fatores para a perda de ativos

Existem basicamente 4 fatores que levam podem levar você a perder seus ativos de vista.

1. A coleta manual dos dados do inventário

Diariamente, são coletados vários tipos de dados, como:

  • Informações de cada ativo (como tipo, tamanho, peso etc.);

  • Entrada e saída de ativos;

  • Movimentações de ativos;

  • Informações gerais do inventário (quantidade de ativos, avarias, atividades realizadas pelos colaboradores etc.);

  • Entre vários outros.

A atualização constante e a análise criteriosa de todos esses dados são importantes para se fazer uma ótima gestão de inventário. Porém, em muitas empresas, a coleta desses dados é feita manualmente pela equipe, por meio de canetas e planilhas de papel.

Após a coleta, ainda é necessário inserir os dados em diversos sistemas, para só então o gestor ter acesso a eles. Se os dados forem coletados de forma errada, muito retrabalho é gerado. Isso torna a coleta e análise das informações demorada e arriscada.

Logo, o gestor só vai ter conhecimento do desaparecimento de um ativo muito tempo depois disso acontecer — horas, dias ou até mesmo semanas. Em muitos casos, o ativo não é encontrado, e a empresa acaba tendo prejuízos.

2. A ocorrência de erros no processo de coleta

No processo de gestão de inventário, quando a coleta é feita manualmente, as chances de os dados serem registrados de forma errada são muito altas. Imagine, por exemplo, que um frasco com amostra de sangue entrou em um laboratório para análise.

Após a chegada do ativo, um colaborador digitou o código contido no frasco no software de gestão do laboratório de forma errada. Em vez de 1532064, ele digitou 1532964. Este único número errado é suficiente para uma grande dor de cabeça ser gerada, fazendo a amostra de sangue ser considerada perdida.

3. O uso de vários sistemas não integrados

Outro fator que leva o gestor a perder ativos de vista é a utilização de vários sistemas (como WMSs, CRMs, ERPs etc.) não integrados. Isso pode:

  • Dificultar o trabalho da equipe, que precisa inserir dados em vários sistemas, o que atrasa ainda mais o processo de coleta;

  • Dificultar o trabalho do gestor, que precisa analisar os dados de cada sistema de forma isolada;

  • Impedir o cruzamento de dados, que é fundamental para a obtenção de informações mais específicas sobre o inventário.

Além disso, a falta de integração impede a centralização dos sistemas e a análise dos dados em uma só plataforma.

4. A análise dificultada das informações

Na gestão de inventário, para se detectar problemas rapidamente, também é necessário simplificar o processo de análise das informações coletadas. Quanto maior for o tempo em que o gestor passa analisando as informações, maior será o prazo que ele levará para identificar o desaparecimento do ativo e iniciar as buscas.

É por isso que a simplificação das análises, por meio de dashboards, gráficos e relatórios enxutos, é tão importante. Com eles, o gestor consegue identificar mais rapidamente o desaparecimento do ativo e tomar uma decisão mais assertiva.

O que fazer para otimizar sua gestão de inventário

Em todo inventário, o ideal é que o desaparecimento do ativo seja identificado pouco tempo depois de ocorrer. Isso aumenta as chances de ele ser encontrado rapidamente e as operações da empresa não serem tão afetadas. Para não perder nenhum ativo de vista e realizar uma boa gestão de inventário, é necessário:

  • Fazer a coleta dos dados do inventário de forma rápida e sem erros, por meio de dispositivos modernos;

  • Integrar todos os sistemas e centralizá-los para facilitar a análise de dados;

  • Usar um software que cruze as informações e as entregue de forma enxuta.

A coleta de informações de forma rápida pode ser realizada por coletores de dados, que permitem a realização do processo sem muito esforço, e dispositivos RFID, que emitem as informações sobre o ativo em tempo real por meio de sinais de rádio).

Com os coletores de dados, sua equipe se livra das canetas e planilhas de papel, ganha uma maior mobilidade, evita erros e agiliza o processo de coleta. Já os dispositivos RFID coletam dados automaticamente por meio de sinais de rádio emitidos pelas tags fixadas nos ativos. Caso algum deles desapareça, é possível rastreá-lo e identificar a sua localização.

Além de agilizar a coleta, essas e outras tecnologias também evitam erros humanos — sejam eles causados acidentalmente ou propositalmente. Hoje, existem softwares que, além de integrar vários sistemas (inclusive obsoletos), também cruzam os dados gerados por eles e os entregam por meio de gráficos, relatórios e dashboards enxutos.

Tudo isso permite que você jamais perca seus ativos de vista e realize uma ótima gestão de inventário, que sem dúvida impactará positivamente nos resultados da sua empresa.

E você, o que está fazendo para não perder ativos de vista? Entre em contato conosco e descubra como otimizar sua gestão de inventário!

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Gestão de Operações: o guia para manter tudo sob controle

sexta-feira, 25 maio 2018 by Abilio Ramos

O maior desafio na gestão de operações de TI envolve integrar e administrar os componentes da infraestrutura de tecnologia junto a estratégia de negócio da empresa.

São diversos requisitos que envolvem aplicativos, serviços, armazenamento, rede e conectividade, dentro de uma organização que praticamente não pára, principalmente quando ela possui operações online.

Para o gestor, fazem parte de sua responsabilidade todos os processos e serviços administrados pela área de TI de uma empresa. E por isso, as operações de tecnologia envolvem processos administrativos e o suporte para hardware, software e rede, tanto para clientes internos e externos.

O gerenciamento efetivo das operações de TI garantem a disponibilidade, eficiência e desempenho dos processos e serviços da organização. E para ajudar nesse desafio elaboramos um guia que tem o objetivo de manter suas operações sob controle.

A gestão de operações deve ser prioridade na era digital

O gerenciamento de operações define métodos pelos quais o setor de TI deve abordar serviços, implantação e suporte para garantir consistência, confiabilidade e qualidade de serviço.

Aliado a isso, é importante pensar que em plena era da alta conectividade e mobilidade, as empresas atualmente estão indo além do uso de laptops e computadores nas operações diárias, buscando resolver as necessidades de seus clientes e fornecedores.

Com a transformação digital que vivemos atualmente estamos lidando com muita inovação e tecnologia, que tem impacto direto nas operações de uma empresa. A exemplo da computação em nuvem, inteligência artificial e a Internet das coisas (IoT).

Com novos negócios digitais, cresce ainda mais a dependência da infraestrutura de TI e outros serviços relacionados a tecnologia, incluindo a combinação de data centers locais, implantação e uso de recursos da nuvem. A gestão de operações de TI permite que as empresas possam:

  • Garantir o desempenho e a disponibilidade de serviços digitais
  • Otimizar os custo e alinhar as decisões de risco com as necessidades do negócio
  • Gerenciar de forma eficiente a tecnologia conectada aos negócios
  • Responder a problemas rapidamente e implantar melhorias

Na era digital, onde temos uma rápida evolução, as equipes de operações de TI precisam ser eficientes, não só na resolução de problemas, mas ficar atento a todo o processo evolutivo da tecnologia e dos clientes, antes que a empresa sinta o impacto de ser tornar obsoleta.

Entenda a nova experiência do usuário

A transformação digital nos trouxe a novos paradigmas de soluções e serviços. Hoje a interação dos clientes ocorre em tempo real. Quando um aplicativo tem problemas ou um consumidor tem uma experiência ruim, o time de operações são os primeiros a receber uma ligação.

A gestão de operações precisa entender que o desempenho dos aplicativos e a experiência do usuário no contexto da infraestrutura de TI tem impacto direto nas operações e negócios da empresa, precisando ficar atento a 3 pontos principais:

  1. Monitorar e identificar problemas de infraestrutura e a disponibilidade de recursos
  2. Entender e reduzir o impacto de problemas ligados ao desempenho dos produtos e serviços
  3. Ter uma comunicação proativa com os times de serviços de TI e desenvolvimento

Otimize e controle custos e minimize riscos

A gestão de operações frente aos negócios digitais exige agilidade para ajustar a infraestrutura de tecnologia de forma dinâmica. Porém, é preciso que o gerenciamento possa ficar alinhado a continuidade dos serviços sem que ocorra o comprometimento dos custos da operação.

Compreenda a utilização de recursos a nível de serviços e negócios

Ter um entendimento claro da infraestrutura de suporte a produtos e serviços, faz com que seja possível redimensionar recursos em momentos estratégicos, a exemplo de altas demandas, onde ocorre o aumento das transações, como períodos de promoções e data comemorativas.

Elimine os excessos e seus custos associados

Quando não planejado, a tecnologia nos leva a altos custos, por isso a necessidade de ter um controle rígido, eliminando excessos e custos associados. Isso permite flexibilidade para a gestão de operações atuar em momentos emergenciais e de risco elevado.

Alinhe a previsão de recursos com a demanda de negócios

O controle de custos não pode nunca comprometer a demanda das operações e botar em risco os negócios da empresa. Isso leva cada vez mais a participação dos CIOs nas decisões estratégicas da organização. Orçamento e operações devem estar alinhados constantemente.

[Saiba mais: Outsourcing: Descubra todas as Vantagens que ele Gera para as Empresas]

Gestão de operações

Tome decisões inteligentes baseadas em dados precisos

Os dados se tornaram o norte que orienta e conduz todas as decisões e ações estratégicas de uma empresa, principalmente quando se fala em negócios digitais. O uso de relatórios com base em informações precisas e em tempo real são fundamentais para a gestão de operações.

Basicamente duas ações são prioritárias com relação a relatórios e dados: é fundamental dividir as informações ligadas às operações de TI e organizá-las a partir de diversas fontes dinâmicas.

O segundo ponto consiste em capacitar a equipe de gerenciamento de operações para transformar os dados coletados em informações estratégicas ​​que possam dar suporte à ações decisivas na empresa.

[Saiba mais: Entenda como é possível alcançar facilmente o ROI em um projeto RFID]

Invista em ferramentas e métodos de automação

Realizar a gestão de operações pode preencher seus dias com diversas atividades que podem comprometer a eficiência e qualidade dos resultados. Temos como exemplo o controle de versão, testes e distribuições de aplicativos, correções de servidor e mudanças  na infraestrutura.

Outra alternativa é investir em ferramentas e processos de automação. Onde é possível reduzir a carga de trabalho em cima dos administradores de sistemas e gerentes de TI. Aplicados em tarefas rotineiras, elas eliminam as chances de erro humano durante as operações diárias da empresa.

Entre as vantagens e benefícios associados a automação dos processos destaca-se:

  • Redução considerável de custos
  • É possível dar prioridade ao core-business
  • Impulsiona a modernização
  • Padroniza processos
  • Aumenta a eficiência e agilidade das operações

Estabilidade, segurança e eficiência são as marcas fundamentais em um ambiente de produção de TI da empresa. O aumento da agilidade e melhoria contínua  nas fases de desenvolvimento e produção, aumentam a garantia de qualidade de produtos e serviços, assim como no gerenciamento das operações.

[Saiba mais:5 setores da economia beneficiados pela automatização de processos]

Gestão de operações também inclui segurança e conformidade

É claro que em uma gestão de operações eficiente, não se pode esquecer de uma questão tão crítica como segurança da informação e compliance a requisitos de conformidade. Para finalizar nosso guia, precisamos dar destaque a esse tema.

Com tanta evolução que descrevemos durante todo esse artigo, é natural que os riscos associados a ataques virtuais e vazamentos de informações sigam uma tendência de crescimento, afinal as empresas cada vez mais tem acesso a informações sensíveis e a realização de transações financeiras.

São pontos críticos que vão além de prejuízos financeiros, temos impacto em relação a imagem da empresa e principalmente com o respeito aos nossos clientes e fornecedores. Todo dia temos exemplos de grandes empresas que relatam algum tipo de incidente.

Os gestores de tecnologia precisam incluir na estratégia das operações a prevenção e o tratamento a incidentes de segurança. Como sabemos, não é possível evitar completamente os ataques, mas temos a possibilidade de reduzir e minimizar os impactos.

Planejamento, processos e políticas, ferramentas e capital humano são o melhor caminho para incluir a segurança da informação na gestão das operações. Boas práticas e profissionais capacitados fazem parte da estratégia para garantir a alta disponibilidade e o crescimento das empresas.

O que achou de nosso guia? Ficou com dúvida em algum ponto? Deixe abaixo seus comentários, compartilhe conosco como anda a gestão de operações de sua empresa.

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As 5 vantagens definitivas da utilização do coletor de dados em sua operação

quinta-feira, 26 abril 2018 by Abilio Ramos

Coletar dados usando caneta, prancheta e planilhas de papel é uma forma arcaica de realizar um processo.

A coleta feita dessa forma, além de reduzir a produtividade da equipe, aumenta as chances de erros e não permite que a empresa tenha total controle sob os seus ativos (mercadorias, veículos, matérias-primas, etc).

Hoje, a maneira mais moderna e eficiente de realizar essa tarefa é utilizando coletores de dados. Abaixo, listamos as principais vantagens do coletor de dados, que contribuem diretamente para a melhoria dos resultados da empresa.

Quais são as maiores vantagens do coletor de dados?

#1. Agiliza a coleta dos dados

A coleta por meio de caneta e papel é muito demorada. Dependendo da quantidade de informações a serem coletadas, o colaborador pode ficar vários minutos verificando um único ativo.

E isso é extremamente prejudicial para qualquer empresa, principalmente para as que lidam com um grande inventário.

Mas com o coletor de dados, a coleta se torna muito mais simples e rápida. Em poucos segundos, é possível coletar os dados de um ativo, por meio do leitor de código de barras ou do teclado alfanumérico embutido no equipamento.

O coletor de dados RFID agiliza ainda mais essa tarefa, ao coletar as informações automaticamente por meio de ondas de rádio emitidas por tags fixadas nos ativos.

#2. Evita erros

A coleta por meio de caneta e papel deixa qualquer colaborador muito suscetível a erros, mesmo ele estando bem treinado.

Seja por cansaço, seja por falta de atenção, ele pode anotar um número ou uma letra de um código de forma errada. Logo, esse erro impactará nos processos, gerará retrabalho e afetará os resultados da empresa.

Mas com coletor de dados, a coleta se torna muito mais assertiva, tendo em vista que o colaborador não anotará os códigos manualmente.

#3. Reduz os custos dos processos

Estes são alguns processos que envolvem a coleta de dados:

  • Controle e saída de ativos do inventário;
  • Rastreamento de ativos;
  • Acompanhamento de processos de vendas, transporte, fabricação, etc;
  • Entre vários outros.

Quanto mais tempo a equipe levar para realizar esses processos, menor será a sua eficiência e maiores serão seus custos.  Mas ao agilizar a coleta, o coletor de dados acelera a realização desses processos, o que contribui para a redução de seus custos. 

E isso é benéfico para o caixa da empresa principalmente em épocas de crise econômica, em que a política de redução de custos se torna ainda mais intensa.

#4. Aumenta a produtividade da equipe

Quando uma equipe passa muito tempo realizando a coleta de dados, ela acaba:

  • Tendo sua produtividade reduzida;
  • Deixando de se realizar outras tarefas;
  • Deixando de se reunir com os gestores para pensar de forma estratégica;
  • Não gerando muito valor para o negócio.

Com o coletor de dados, a coleta é realizada em pouco tempo, independentemente da quantidade de ativos no inventário.  Dessa forma, a produtividade do time é alavancada e ela pode se concentrar em outras tarefas.

#5. Contribui para a melhoria do processo decisório

Para poderem tomar boas decisões, os gestores precisam de dados precisos do inventário, coletados no menor tempo possível.

Somente assim, eles podem contornar problemas rapidamente, para evitar grandes prejuízos e ter total controle sob o inventário.  O coletor ajuda nisso, ao entregar dados livres de erros e agilizar a coleta de dados.

Dessa forma, os gestores podem tomar decisões mais rápidas e assertivas, que contribuem diretamente para a alavancagem dos resultados da empresa.

Viu só quantas vantagens o coletor de dados gera? Então aproveite para conhecer os coletores de dados oferecidos pela Cabtec. E se tiver ficado com alguma dúvida, entre em contato conosco!

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Conheça os tipos de coletores de dados e suas finalidades

sexta-feira, 22 dezembro 2017 by Abilio Ramos

Os coletores de dados são equipamentos muito utilizados por empresas (como lojas varejistas, e-commerces, fábricas, supermercados, etc) para coletar informações de ativos.

Por serem portáteis e fáceis de utilizar, aumentam a produtividade da equipe, evitam a ocorrência de erros e melhoram o controle sobre inventário. Exatamente por isso, no mercado, é possível encontrar vários tipos de coletores de dados.

É por isso que, antes de adquirir um, é necessário entender as características de cada coletor, para escolher aquele que seja o mais ideal para a empresa.

Sendo assim, para ajudá-lo neste assunto, listamos abaixo os principais tipos de coletores de dados existentes no mercado. E ainda, suas respectivas finalidades. Confira:

#1. Coletor portátil

Esse tipo de coletor é o mais adotado pelas empresas. Como o próprio nome já diz, ele é portátil. Seu peso leve e suas pequenas dimensões dão muita mobilidade e permitem a coleta de dados de ativos de forma simples e rápida, sem muito esforço.

Hoje, o coletor de dados portátil é usado principalmente no gerenciamento de estoques de lojas e armazéns.

#2. Coletor veicular

O coletor de dados veicular fica fixado em veículos usados em armazéns (como empilhadeiras, paleteiras e guindastes) e de empresas de transporte de cargas.

Ele aumenta bastante a produtividade dos condutores desses veículos ao permitir que eles realizem as tarefas (como coleta, separação e verificação de ativos) mais rapidamente.

E esse tipo de coletor não exige que os colaboradores o segurem em suas mãos. Sendo assim, acaba dando-lhes um maior conforto. Ele é muito usado em estoques de empresas varejistas e armazéns de fábricas.

#3. Coletor vestível

Esse coletor de dados é um wearable (dispositivo vestível). Ele é composto por dois dispositivos:

  • O computador vestível (que fica preso na antebraço)
  • E o leitor de códigos (que fica preso nos dedos).

Para coletar um dado, basta apontar o braço para o código. E então, o leitor faz a leitura dele e envia as informações para o computador vestível.

Esse tipo de coletor de dados aumenta bastante a produtividade da equipe. Afinal, para fazer a coleta, basta o colaborador esticar o braço e apontar o laser para o código. Isso é feito em poucos segundos.

E dependendo do modelo, é possível fazer a leitura a muitos metros de distância ou de altura do ativo.

#4. Coletor RFID

A RFID (Radio Frequency IDentification ou, no português, Identificação por Radiofrequência) é uma tecnologia que possibilita a identificação de ativos de um inventário por meio de sinais de rádio. Um sistema RFID é composto por três itens: etiqueta, antena e coletor.

Sendo assim, o papel do coletor RFID é receber as ondas de rádio enviadas pelas antenas, com os dados das etiquetas fixadas nos ativos (que podem ser produtos, veículos, matérias-primas, etc).

O grande benefício desse coletor é que não é necessário fazer a leitura dos códigos de barras nem digitar os dados por meio de um teclado alfanumérico.

O próprio coletor identifica as etiquetas RFID e faz a coleta dos dados, de forma automática.

Esses são os principais tipos de coletores de dados existentes na atualidade. Como dissemos no início, é muito importante se atentar às características de cada coletor. E aí então, escolher o que atende às necessidades específicas da empresa.

E então, viu só quantos tipos de coletores de dados existem? Se tiver ficado com dúvida sobre algum deles, ou não sabe qual o ideal para a sua empresa, entre em contato conosco!

 

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O que é um coletor de dados e por que você deveria conhecê-lo

quarta-feira, 13 dezembro 2017 by Abilio Ramos

Coletar dados é uma das principais tarefas realizadas por equipes de empresas que precisam gerenciar ativos (como objetos, mercadorias, matérias-primas, etc).

Mas muitas não gerenciam os ativos adequadamente porque realizam essa tarefa de forma manual, coletando os dados visualmente e registrando-os em planilhas de papel.

Esse tipo de coleta reduz a produtividade da equipe e aumenta as chances de erros ocorrerem – algo que impacta negativamente nos resultados da empresa.

Dessa forma, uma das maneiras de contornar esses problemas e tornar a coleta de dados mais eficiente é usando um coletor de dados.

A seguir, explicaremos o que é um coletor de dados, como ele funciona e que benefícios gera para as empresas que o utilizam.

O que é um coletor de dados, afinal?

O coletor de dados é um equipamento usado para coletar dados de ativos e enviá-los para sistemas empresariais. Os principais tipos de coletores de dados existentes hoje no mercado são o portátil, o veicular, o vestível e o RFID.

O coletor de dados pode ser utilizado para:

  • Coletar informações de ativos (como peso, tipo, dimensões, etc);
  • Rastrear ativos;
  • Controlar a entrada e a saída de ativos;
  • Gerenciar armazéns e estoques;
  • Acompanhar processos de vendas, de transporte e de fabricação;
  • Entre várias outras tarefas.

Além disso, estas são algumas das inúmeras empresas que podem se beneficiar bastante desse equipamento:

  • Supermercados;
  • Farmácias;
  • Lojas varejistas;
  • E-commerces;
  • Fábricas;
  • Transportadoras;
  • Companhias de logística.

Como um coletor de dados funciona?

A maioria dos coletores de dados possuem um leitor de códigos de barras e um teclado alfanumérico. Os colaboradores podem utilizar, ou o leitor ou o teclado para coletar os dados de um ativo, conforme as suas necessidades.

Após a coleta, os dados são transferidos para os sistemas empresariais, para serem armazenados e posteriormente analisados pelos gestores.

Alguns coletores de dados possuem a tecnologia RFID (Radio Frequency IDentification ou, no português, Identificação por Radiofrequência), que permite a identificação automática de ativos e a coleta de suas informações por meio de sinais de rádio.

Que benefícios o coletor de dados gera?

Estes são os principais:

#1. Aumenta a produtividade da equipe

O coletor de dados elimina a coleta manual, realizada com papel e caneta.

Com ele, um colaborador consegue coletar os dados de um ativo em poucos segundos, seja por meio do leitor de códigos de barras, seja do teclado alfanumérico. E por ser pequeno e portátil, o coletor também dá mais mobilidade à equipe.

E quando utiliza a tecnologia RFID, o coletor aumenta ainda mais a produtividade do time. Isso porque os coletores RFID recebem as ondas de rádio enviadas pelas antenas com os dados das tags RFID (fixadas nos ativos) automaticamente.

Assim, os colaboradores não precisam utilizar o leitor de códigos de barras nem o teclado alfanumérico. E com a coleta sendo realizada de forma mais rápida, os colaboradores ganham mais tempo para se concentrarem em outras tarefas.

#2. Agiliza a coleta de dados

A coleta de dados com papel e caneta é muito demorada. E isso é prejudicial principalmente para empresas que lidam com uma grande quantidade de ativos, como fábricas, supermercados e companhias de logística.

O coletor de dados agiliza bastante essa tarefa, ao possibilitar a coleta de informações em poucos segundos.

E em quanto menos tempo a coleta é realizada, menores são seus custos e mais rápido as informações são enviadas para os sistemas.

#3. Torna a coleta de dados muito mais assertiva

Além de ser demorada, a coleta de dados com papel e caneta aumenta as chances de erros. E quando um dado é coletado de forma errada, vários problemas são gerados.

Entretanto, o coletor de dados torna a coleta muito mais assertiva e eficaz, livre de erros que podem afetar as tomadas de decisão e o adequado gerenciamento dos ativos.

#4. Melhora o processo decisório

Como o coletor agiliza a coleta dos dados, os gestores passam a recebê-lo mais rapidamente. Assim, eles podem detectar problemas (como a falta de um ativo no estoque ou o despacho de uma mercadoria incorreta, por exemplo) momentos depois do seu surgimento e tomar uma decisão rápida para contorná-lo.

Isso ajuda a evitar grandes prejuízos.

#5. Melhora os resultados da empresa

Com o processo de coleta sendo agilizado, a produtividade da equipe sendo aumentada e os gestores tomando melhores decisões. Sendo assim, os resultados da empresa acabam sendo alavancados.

E isso é bom principalmente em épocas de crise econômica.

Então, entendeu o que é um coletor de dados? Agora aproveite para conhecer os tipos de coletores de dados existentes no mercado. E se tiver ficado com alguma dúvida, entre em contato!

 

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Os tipos de leitores de código de barras e suas funcionalidades

terça-feira, 31 outubro 2017 by Abilio Ramos

Ao contrário do que muitos pensam, não existe apenas um tipo de leitor de código de barras.

No mercado, é possível encontrar vários deles. É muito importante conhecer as características e funcionalidades de cada um, para que o leitor certo possa ser escolhido.

Sendo assim, hoje listamos os principais tipos de coletores de código de barras e suas respectivas funcionalidades. Acompanhe!

Leitor de código de barras manual com fio

O leitor manual com fio é o mais comum. Ele é utilizado principalmente no setor varejista, por lojas, supermercados, PDVs, etc.

Ele possui um scanner laser capaz de ler somente códigos de barras lineares (chamados de 1D). E devido ao seu fio, que dá uma menor mobilidade, ele deve ser utilizado em uma estação de trabalho.

Para fazer uma leitura com esse leitor, basta apontar o laser emitido por ele no código de barras e apertar o gatilho.

Por serem amplamente utilizados e oferecerem uma menor mobilidade, os leitores manuais com fio são mais baratos e são acessíveis financeiramente para a maior parte das empresas.

Leitor manual sem fio

O leitor manual sem fio tem um funcionamento semelhante ao com fio. A diferença é que esse tipo utiliza a tecnologia Bluetooth, o que permite a sua utilização em vários ambientes diferentes, e não somente em uma estação de trabalho.

Por dar maior mobilidade a quem o usa, o leitor manual sem fio é muito utilizado nos setores varejista e industrial. No entanto, o leitor manual sem fio é um pouco mais caro do que o com fio, devido a tecnologia Bluetooth embutida.

Leitor fixo

O leitor fixo é projetado para ficar fixado a uma superfície, que pode ser uma estação de trabalho, uma parede, um porta paletes, etc. Ele não precisa ser segurado e nem exige que quem o opera aperte um gatilho.

Para o leitor fixo fazer a leitura, basta posicionar o código de barras (que pode estar impresso em um produto ou em um papel ou exibido em uma tela de um dispositivo móvel) na zona de leitura.

E essa leitura será feita rapidamente, sem a necessidade da pessoa tocar no leitor. Por isso, a maioria dos leitores fixos disponíveis no mercado são compactos, e se encaixam perfeitamente em qualquer ambiente de trabalho.

Assim como os manuais, os leitores fixos são amplamente utilizados nos setores varejista e industrial.

Leitor de código de barras 2D

O leitor 2D conta com a mais recente tecnologia de escaneamento, que consiste em emitir vários lasers ao invés de um só. Os leitores que emitem um laser (que só permitem a leitura de códigos de barras lineares) exigem que a pessoa alinhe perfeitamente o feixe ao código.

Sendo assim, se esse alinhamento não for feito corretamente, o código não será lido.

A grande vantagem do leitor 2D é que ele não exige um alinhamento perfeito. Sendo assim, torna a leitura dos códigos muito mais simples e rápida. Outro benefício desse leitor é que ele consegue ler até mesmo códigos gastos e danificados.

Esse tipo de leitor é ideal para organizações que exigem a correta leitura dos códigos. Como, por exemplo, as dos setores farmacêutico e médico-hospitalar.

Leitor Health Care

O leitor Health Care cumpre as normas dos órgãos reguladores dos setores farmacêutico e médico-hospitalar. Tais normas são relacionadas à higiene e à exposição de medicamentos a sinais de radiofrequência. Sendo assim, eles atendem todas as necessidades das empresas e instituições que atuam neles.

Esse leitor funciona da mesma forma que os manuais. Ele pode ser utilizado para ler códigos de barras em medicamentos, fichas de pacientes, tubos de amostras, etc.

Agora que você já conhece os principais tipos de leitores de códigos de barras, descubra como escolher o ideal para o seu negócio. E se tiver ficado com alguma dúvida, escreva-a nos comentários para podermos lhe ajudar! Ou então, entre em contato com nossa equipe! 

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Como escolher o leitor de código de barras ideal para a sua empresa?

quarta-feira, 25 outubro 2017 by Abilio Ramos

No mercado, é possível encontrar vários tipos de leitores de códigos de barras, desde os fixos e manuais até os 2D e Health Care.

Cada um possui suas próprias características e funcionalidades, o que exige que o gestor faça uma avaliação prévia das necessidades da empresa para escolher o mais adequado para ela.

A seguir, daremos algumas dicas que certamente o ajudarão a escolher o leitor de códigos de barras ideal para a sua empresa.

Analise o ambiente em que o leitor será utilizado

O ambiente de um supermercado e de um hospital, por exemplo, é muito diferente do de uma fábrica. Cada empresa tem um ambiente diferente, o que requer um leitor de código de barras apropriado para ele.

Antes de escolhê-lo, é preciso analisar se o ambiente em que o leitor será utilizado:

  • É ou não fechado;
  • Fica exposto a intempéries;
  • É quente ou frio;
  • Tem muita poeira;
  • Precisa se manter higienizado (como é o caso de farmácias, laboratórios e hospitais);
  • Entre muitos outros fatores.

Tudo isso influencia na leitura do código de barras e também no tempo de vida útil do leitor.

Verifique o estado padrão dos códigos a serem lidos

O padrão dos códigos a serem lidos também influencia na escolha dos leitores. Códigos que ficam expostos em fábricas, por exemplo, se desgastam mais facilmente do que os que permanecem em laboratórios farmacêuticos. Isso porque eles ficam expostos à condições diferentes.

E somente alguns tipos de leitores, como os 2D, conseguem ler códigos desgastados. Por isso, é preciso verificar o estado dos códigos e ver qual leitor consegue lê-los.

Avalie as necessidades da equipe

O tipo de leitor escolhido afeta diretamente a produtividade da equipe e o atendimento das demandas.

Em Checkouts de supermercados, por exemplo, os colaboradores precisam passar os itens comprados pelos clientes rapidamente. Por isso, eles utilizam leitores fixos, que não precisam ser segurados nem tocados para fazerem a leitura dos códigos.

Isso agiliza bastante o processo.

Pequenas lojas, por outro lado, utilizam leitores manuais com ou sem fio. Isso porque suas equipes lidam com menos clientes e produtos e não precisam ler uma grande quantidade de códigos.

Então, as necessidades da equipe é outro fator a ser levado em conta na hora da escolha. Se um leitor inadequado for escolhido, os processos ficarão lentos, a produtividade dos colaboradores será afetada e as demandas não serão atendidas de forma adequada.

Verifique o tempo em que o leitor permanecerá sendo utilizado

Em algumas empresas, os leitores precisam trabalhar apenas algumas horas por dia. Mas em outras, eles necessitam ser utilizados 24 horas.

Nesse caso, é preciso levar em consideração dois fatores:

  1. Se o leitor é preparado para trabalhar por um longo período de tempo;
  2. Se o leitor funciona de forma contínua conectado a uma tomada ou precisa ser recarregado.

No caso do carregamento, apenas os leitores sem fio necessitam dele.

Os fornecedores de leitores de códigos de barras informam em seus manuais de utilização por quanto tempo os dispositivos podem ser utilizados continuamente, sem que isso gere problemas e defeitos.

Veja os sistemas que o leitor precisará se integrar

Adquirir um leitor que não se integra com os sistemas utilizados pela empresa é um grande erro comumente cometido. O fornecedor do leitor informa os sistemas que ele pode se integrar.

Se você analisar tudo isso, temos certeza de que conseguirá escolher o leitor de código de barras ideal para a sua empresa e obter todos os benefícios proporcionados por ele.

Agora que você já sabe como escolher o leitor de código de barras certo para a sua empresa, aproveite para conhecer os leitores da Cabtec. E se tiver ficado com alguma dúvida, escreva-a nos comentários ou entre em contato conosco!

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Outsourcing: Descubra todas as Vantagens que ele Gera para as Empresas

segunda-feira, 10 julho 2017 by Abilio Ramos

Muitas empresas não possuem a infraestrutura ou o conhecimento necessário para executarem seus projetos de forma correta. É por isso que elas optam por contratar serviços de outsourcing.

Você se identifica com a situação? Então continue a leitura, pois explicaremos o que exatamente é outsourcing, e por que ele é tão benéfico para as empresas!

O que é outsourcing?

Outsourcing é uma palavra da língua inglesa que significa ‘terceirização’.

Quando uma empresa não pode realizar algo por conta própria, seja por falta de infraestrutura ou de expertise, ela contrata um serviço de outsourcing. Dessa forma, o projeto é devidamente realizado, sem que os gestores ou sua equipe tenham que fazer isso, o que permite que se concentrem em outras atividades e no Core Business da empresa.

No passado, o outsourcing era visto apenas como um simples serviço que uma empresa contratava quando precisava. Mas hoje, ele é considerado algo altamente estratégico, que pode alavancar significativamente os resultados de uma organização.

Antes de prestarem o serviço, as companhias de outsourcing realizam um planejamento detalhado, para que as necessidades do contratante sejam devidamente atendidas e bons resultados sejam alcançados.

Hoje, os principais serviços de outsourcing disponíveis no mercado são os de:

  • TI;
  • Impressão;
  • Finanças;
  • Comunicação;
  • Processos automatizados.

Muitas empresas oferecem hardwares, softwares e insumos on demand (sob demanda), além de acompanhamento, análise e manutenção corretiva e preventiva.

Por que o outsourcing é tão benéfico?

O outsourcing é vantajoso porque:

#1. Não exige expertise e conhecimento por parte da empresa

O outsourcing livra os gestores e sua equipe de terem que adquirir conhecimentos e experiências para realizarem algo. Assim, eles não perdem tempo e podem continuar realizando seu trabalho normalmente. Quem fornece toda a expertise é a empresa de outsourcing.

Mas é válido lembrar que, para ter uma boa expertise, a companhia de outsourcing deve atuar há muitos anos no mercado, para adquirir o knowhow necessário.

#2. Reduz os investimentos 

A realização de um novo projeto exige tempo e dinheiro, dois recursos que a maioria das empresas não tem em abundância. Com o outsourcing, os investimentos necessários caem drasticamente.

Isso porque ele elimina os custos com treinamentos para os gestores e equipe. Além disso, ele reduz as despesas decorrentes da realização do projeto, já que a companhia que presta o serviço utiliza seu conhecimento para acelerar a sua conclusão e evitar erros que podem atrasá-lo.

#3. Agiliza a conclusão do projeto

Graças à sua expertise, a companhia de outsourcing consegue acelerar a conclusão do projeto, o que permite que o contratante do serviço:

  • Obtenha o ROI do investimento mais rapidamente;
  • Melhore os seus serviços e satisfaça as necessidades dos seus clientes;
  • Tenha seus resultados alavancados no curto e médio prazos.

O outsourcing para processos automatizados

Um projeto que muitas empresas têm iniciado ultimamente é a automatização de processos, como a coleta de dados e a sua inserção em sistemas. Projetos como esse exigem a implementação do processo AIDC, responsável pela identificação automática de objetos sem a intervenção humana.

Sem a infraestrutura e conhecimento necessários, as empresas podem levar o projeto de automatização dos processos ao fracasso, o que resulta na perda de tempo e de dinheiro.

Para evitar isso, elas podem contar com o serviço de outsourcing de processos automatizados, como o oferecido pela Cabtec.

Esse serviço engloba:

  • O planejamento e a implementação customizada do projeto,
  • O fornecimento de softwares, equipamentos e suprimentos;
  • O gerenciamento deles em tempo real;
  • A realização de manutenções corretivas e preventivas.

Tudo isso para que os gestores e sua equipe não tenham que se preocupar com a realização do projeto e possam focar apenas no que realmente importa.

E sua empresa, já conta com um serviço de outsourcing? Conte-nos como está sendo a sua experiência com ele nos comentários. E não deixe de conhecer o serviço de outsourcing de processos automatizados oferecido pela Cabtec!

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5 setores da economia beneficiados pela automatização de processos

terça-feira, 04 julho 2017 by Abilio Ramos

Esses últimos anos têm sido muito desafiadores para qualquer empresa. As mudanças no mercado e no perfil dos consumidores, tanto B2B como B2C, estão obrigando as organizações a se tornarem mais ágeis. Sendo assim, poderão atender às crescentes demandas de forma eficaz.

E empresas que não acompanham o ritmo das mudanças acabam sendo impactadas negativamente e perdendo importantes posições no mercado. E uma das medidas que os gestores devem tomar para agilizar seus processos é automatizá-los.

Isso porque muitos processos, principalmente os mais repetitivos, tomam bastante tempo da equipe e aumentam os custos das operações – o que é ruim principalmente em época de recessão econômica.

É por isso que toda empresa, independentemente do seu porte e setor, deve automatizar seus processos.

Sendo assim, listamos alguns setores da economia que já estão sendo muito beneficiados pela automatização de processos. Confira:

Quais setores da economia podem se beneficiar com a automatização de processos

#1. Transporte

Um dos principais problemas que as companhias de transporte enfrentam é a identificação de veículos. Ou seja, aqueles que chegam e saem de seus armazéns e parques de estacionamento.

O processo tradicional, que consiste na verificação visual por um profissional, leva muito tempo e cria congestionamentos nas áreas – principalmente em horários de pico.

Mas muitas empresas já estão automatizando esse processo. Como? Por meio de sistemas e equipamentos que realizam a detecção automática dos veículos e liberam a abertura de cancelas e portões eletrônicos para os que foram previamente autorizados.

Logo, isso acaba aumentando a produtividade e a segurança da organização.

#2. Logística

A coleta e inserção de dados de mercadorias em sistemas é algo que leva muito tempo. Especialmente em estoques que armazenam uma grande quantidade de itens. Isso reduz a produtividade da equipe e também eleva os custos das operações.

Para contornar esse problema, muitos armazéns estão contando com equipamentos, baseados no processo AIDC, que automatizam a coleta de dados e a inserção deles em sistemas. Os colaboradores podem averiguar cada item em poucos segundos, o que aumenta drasticamente a sua produtividade.

#3. Varejo

O setor varejista depende de outros dois: o de transporte e o de logística. Graças à automatização dos processos desses dois setores, as empresas varejistas estão conseguindo atender melhor as demandas e suprir as necessidades dos consumidores, que a cada dia ficam mais exigentes.

Muitos processos dos PDVs, como a identificação de itens recebidos, também estão sendo automatizados. Isso está permitindo que os profissionais se concentrem em tarefas mais importantes, como o atendimento ao cliente.

#4. Saúde

O setor da saúde lida diretamente com a vida de pessoas. Portando, erros não podem ser cometidos.

Para aumentarem a produtividade de médicos e enfermeiros – e também evitar que eles cometam erros -, muitos hospitais estão automatizando os processos de verificação nos quartos dos pacientes. A situação da saúde deles não é mais anotada à mão, e sim registrada em sistemas.

Se um profissional quiser verificar a ficha de um paciente, basta fazer a leitura de uma etiqueta portada por ele por meio de um equipamento.

Por fim, laboratórios e farmácias também estão automatizando os processos de identificação de tubos de amostras e remédios. O que antes era realizado manualmente e aumentava os riscos de falha humana.

#5. Indústria

O setor industrial é um dos que mais tem processos automatizados. Essa automatização é importante para eliminar a mão de obra humana em processos realizados em ambientes hostis, que colocam em risco a saúde e a vida dos colaboradores.

Além de automatizar muitos processos do chão de fábrica, muitas companhias do setor industrial também estão eliminando outros procedimentos manuais, como a identificação de matérias-primas e itens produzidos.

Com a automatização desse processo, as companhias conseguem agilizar a identificação deles, acelerar a linha de produção, reduzir os custos dos itens fabricados. E por fim, repassar um preço menor a quem os compra.

E então, você conhece algum outro setor que já se beneficia da automatização de processos? Escreva sobre ele nos comentários! E você tem interesse em automatizar seus processos, entre em contato com nossa equipe! 

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5 razões definitivas para sua empresa automatizar processos

quarta-feira, 21 junho 2017 by Abilio Ramos

Certas empresas lidam diariamente com muitos processos repetitivos. Esse é o caso de companhias de transporte, logística, varejo, manufatura, entre várias outras.

Um desses processos é a coleta de dados de produtos e mercadorias, que é fundamental para o bom gerenciamento delas.

Mas muitas empresas ainda realizam essa coleta manualmente, por meio de planilhas de papel. Isso é muito ruim para o negócio, pois, o tempo que os colaboradores levam coletando os dados dos itens e os registrando nos sistemas aumenta os custos dos processos e os riscos de falha humana.

É por isso que elas devem automatizar processos. Não só esse, como também outros, como a elaboração de relatórios e inventários, a identificação de caminhões em armazéns e parques de estacionamento, a captura de dados de leituras em campo, etc. Todos são processos repetitivos.

Pensando nisso, trouxemos hoje as razões definitivas para sua empresa começar a automatizar seus processos o quanto antes.

#1. A produtividade da sua equipe será aumentada

Ao automatizar um processo repetitivo, a empresa acaba eliminando a intervenção humana. Isso significa que os colaboradores não precisarão realizá-lo manualmente.

Na processo de coleta de dados de produtos, por exemplo, os profissionais não precisarão realizá-lo manualmente se ele for automatizado. Isso pode ser feito pela AIDC (Automatic Identification and Data Capture), um processo de identificação automática de objetos.

E com a intervenção humana eliminada, os profissionais acabam tendo sua produtividade aumentada e se concentrando em tarefas mais importantes para a empresa.

#2. Os riscos de falha humana serão eliminados

Processos manuais contribuem para a ocorrência de falhas humanas. E elas podem até nem ser propositais. Como o famoso ditado diz, ‘errar é humano’. Mas por mais que os colaboradores estejam bem treinados, eles ainda assim são suscetíveis a erros. E por menores que eles sejam, ainda impactam negativamente nos resultados da empresa.

A automatização de processos também é benéfica porque elimina os riscos de falha humana. Com isso, a precisão dos processos operacionais é aumentada.

A identificação de veículos, por exemplo, é um processo que não pode falhar.

A entrada de um veículo não autorizado no parque de estacionamento, resultada de um processo de identificação mal executado, pode acarretar sérios prejuízos à empresa. Agora, se ele for automatizado, entradas não autorizadas não acontecerão.

#3. Os custos operacionais serão reduzidos

Ao serem automatizados, os processos acabam sendo agilizados. E com um tempo de realização menor, um determinado processo gera menos custos para a empresa, o que contribui para o aumento da sua lucratividade.

O aumento da produtividade da equipe e a eliminação das falhas humanas também contribuem para a redução dos custos operacionais da organização.

#4. Seus clientes ficarão mais satisfeitos

Processos automatizados contribuem para o aumento da qualidade dos serviços prestados e também para a redução dos custos deles. Com isso, a empresa pode oferecer serviços melhores por preços menores.

E seu público, seja ele B2B, seja B2C, certamente ficará mais satisfeito com isso. Ela conseguirá não só fidelizar seus clientes, como também atrair novos.

#5. Vantagens competitivas serão ganhadas

O oferecimento de melhores serviços e o aumento do faturamento são os dois principais fatores que contribuirão para a empresa ganhar vantagens competitivas no mercado e ficar um passo à frente de seus concorrentes.

Como você pôde ver, são muitas as razões para sua empresa automatizar processos. Os benefícios gerados pela automatização não são colhidos a longo prazo, mas a médio e curto.

O mercado atual está exigindo-a, devido a fatores como a recessão econômica, o aumento da competitividade e a exigência cada vez maior dos públicos B2B e B2C. As organizações não terão outra opção, a não ser recorrer à automatização para melhorar seus processos, para perder vantagens competitivas no mercado.

E então, ficou convencido de que os processos da sua empresa precisam ser automatizados? Se tiver ficado com alguma dúvida sobre esse assunto, escreva-a nos comentários para que possamos saná-la! 

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